terça-feira, 23 de abril de 2013

 
Ministério da Cultura apresenta
Banco do Brasil apresenta e patrocina


Musical de
Anna Toledo

Direção Musical
Guilherme Terra

Direção Geral
André Dias

Com Ana Carolina Machado, Andrea Marquee, Anna Toledo,
Jonathas Joba, Luciano Andrey e Sérgio Rufino

Músicos Guilherme Terra/Jonatan Harold (Piano),
Jeferson de Lima (Violão) e Ricardo Berti (Percussão)

Produção
Morente Forte Produções Teatrais

Direção de Movimento: Kátia Barros. Cenários e Figurinos: Fábio Namatame. Iluminação: Wagner Freire. Designer de Som: Fernando Fortes

“Tive mulheres que me fizeram bem e mulheres que me fizeram mal.
As que me fizeram bem, eu esqueci.”
Lupicinio Rodrigues

A obra de Lupicínio Rodrigues, um dos mais populares e geniais compositores de todos os tempos da Musica Brasileira, é o ponto de partida para o espetáculo musical Vingança, que será encenado no palco do
Centro Cultural Banco do Brasil a partir do dia 30 de abril

Lupicínio Rodrigues era um paisagista dos sentimentos. Seu universo era feito da noite, de paixões impossíveis, da boemia alegre e dos desencontros amorosos – e os personagens mais assíduos de suas canções eram “os homens infiéis e as mulheres más”. Lupicínio Rodrigues foi o inventor da expressão “dor-de-cotovelo”. Foi numa de suas crônicas no jornal Ultima Hora que a expressão surgiu pela primeira vez, usada para descrever a dor da solidão, provocada pelo tempo em que o sujeito solitário passava com o queixo apoiado sobre o cotovelo no balcão do bar.

Fã confessa da obra e escritos de Lupicínio, a atriz, cantora - e agora dramaturga - Anna Toledo mergulhou nesse mundo, idealizou e criou VINGANÇA, o musical que recria, através da música, do drama, da ironia e do sarcasmo, o universo de paixões descrito em Vingança, Volta, Esses moços, Maria Rosa, Nunca, Cadeira vazia, Ela disse-me assim, Foi assim, Nervos de aço, Quem há de dizer, Felicidade, Se acaso você chegasse, clássicos do cancioneiro brasileiro e paisagens riquíssimas da alma humana.

Na montagem, o diretor André Dias recria a atmosfera do Sul do Brasil dos anos 50, reforçada nos figurinos de Fábio Namatame.
Vingança narra a história de três triângulos amorosos, tendo como pano de fundo a efervescência passional do "samba-canção". A música, a boemia e a paixão são o fio condutor de uma trama onde os papéis de traído e traidor alternam-se numa intrincada ironia do destino.

No vértice dos triângulos está a dançarina Maria Rosa (Ana Carolina Machado), uma mulher envolvente e sedutora. Ela vive sob a proteção de Alves (Luciano Andrey), um perigoso contraventor, homem possessivo e violento.

Maria Rosa trabalha como dançarina no cabaré de Orlando (Sérgio Rufino), e é lá que conhece Liduíno (Jonathas Joba), um respeitável homem de família e boêmio notório, com quem inicia um tórrido caso de amor. Liduíno é casado com Luzita (Anna Toledo), mulher vitimizada e reprimida, que carrega a amargura da traição. Luzita tem segredos no seu passado e aos poucos descobre que a paixão que Orlando, o melhor amigo de seu marido, nutre por ela pode ser usada a seu favor.

Mas ainda há mais um vértice neste polígono amoroso: Linda (Andrea Marquee), uma mulher humilde, mas ambiciosa, que trabalha de dia na casa de Luzita e Liduíno, como empregada doméstica, e à noite como cantora no cabaré de Orlando. Linda é apaixonada por Alves, seu antigo amante,  e fará de tudo para afastá-lo da fatal Maria Rosa, sem medir as conseqüências de seus atos.

As canções de Lupicínio são executadas ao vivo, em novos arranjos criados por Guilherme Terra especialmente para o espetáculo, na formação instrumental de piano, violão e percussão e arranjos vocais para o elenco

O gênero musical que consagrou Lupicínio Rodrigues foi, sem dúvida, o samba-canção – gênero disseminado a partir do final dos anos 30, popularizado pela rádio, por seu caráter romântico, que carrega influências de outros ritmos latinos, como o bolero. Nenhum outro autor brasileiro compôs tantos sucessos dentro deste estilo – o ritmo dançante, as melodias carregadas de drama e as letras altamente inflamáveis de canções como Ela Disse-Me Assim, Volta e Vingança, marcaram os anos 40 e 50. Ainda assim, o compositor gaúcho também escreveu sambas, marchinhas de carnaval, valsas, xotes (e o Hino do Grêmio Futebol Clube, para o qual torcia). A produção musical de Lupicínio Rodrigues é prolífica, representativa de uma época (pré-Bossa Nova) incrivelmente fértil e com uma identidade dramática acentuada.

A música Vingança foi o maior sucesso comercial de Lupicínio Rodrigues. Composta por Lupicínio como um desabafo diante da traição de Mercedes, uma de suas muitas namoradas, a música foi gravada por Linda Batista em 1951 e fez sucesso até no Japão. Com o dinheiro que ganhou naquele ano, Lupicínio comprou um carro e batizou-o de “Vingança”.

“Toda vez que uma mulher me trai, eu ganho dinheiro”, costumava dizer Lupicínio Rodrigues, afirmando que só escrevia sobre experiências vividas por ele ou por seus amigos. “As mulheres boazinhas nunca me deram dinheiro, só as que me traíram”.

Apesar de tantas aventuras amorosas narradas em suas canções – supostamente autobiográficas – Lupicínio Rodrigues era pai de família e marido dedicado de Dona Cerenita, com quem viveu até o ano de sua morte, 1974. Para ela, Lupicínio compôs a canção Exemplo, sucesso na voz do cantor Jamelão, que diz: “é melhor brigar juntos do que chorar separados”.

Sinopse para roteiro
A ação se passa nos anos 50, no Sul do Brasil, e tem como pano de fundo a vida boêmia de um cabaré. O enredo narra a história de três triângulos amorosos, onde um boêmio de vida dupla, quer manter a esposa e as amantes, mas nada sai como o planejado quando ele se envolve com uma mulher fatal.


VINGANÇA
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112. Centro
 3113. 3651 / 3113.3652
Acessos: Estações Sé e São Bento do Metrô. Praças do Patriarca e da Sé.
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física / Ar-condicionado / Estacionamento: Estapar Estacionamento – Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) – (R$ 15,00 pelo período de cinco horas. Necessário carimbar tíquete na bilheteria do CCBB - Van faz o traslado gratuito no trajeto estacionamento – CCBB – estacionamento).

Terças, Quartas e Quintas às 20h.

Ingressos: R$ 6,00.

Duração: 100 minutos (com 10 minutos de intervalo)
Recomendação: 16 anos
Gênero: musical


Pré-estreia dia 30 de abril
Temporada: de 01 de maio até 04 de julho

Ficha Técnica:

Canções de Lupicínio Rodrigues (1914 - 1974)
Idealização e texto de Anna Toledo

Direção Geral André Dias
Direção Musical e Arranjos Guilherme Terra

Elenco
Ana Carolina Machado – Maria Rosa
Andrea Marquee - Linda
Anna Toledo – Luzita
Jonathas Joba - Liduíno
Luciano Andrey - Alves
Sérgio Rufino – Orlando
Guilherme Terra/ Jonatan Harold – Seu Maestro

Músicos em cena: Guilherme Terra ou Jonatan Harold (Piano), Jeferson de Lima (Violão) e Ricardo Berti(Percussão)
Pianista Ensaiador Jonatan Harold

Diretora de Movimento Kátia Barros
Cenário e Figurino Fábio Namatame
Designer de Som Fernando Fortes
Iluminação Wagner Freire

Assistente de Direção Carla Masumoto
Assistente de Direção de Movimento Patrícia Zveibil Rodrigues

Assessoria de Imprensa Daniela Bustos e Beth Gallo - Morente Forte Comunicações
Programação Visual Cassiano Pires
Fotos João Caldas

Camareira Consuelo de Cássia
Contrarregra Celso Dornellas
Operador de som Dug Monteiro
Operador de Luz Rafael Soares

Assessoria Contábil Marina Morente
Administração e Assistente de Produção Jady Forte
Assistente de Produção Mariana São João

Produção Executiva Egberto Simões
Produtoras Selma Morente e Célia Forte

Realização Morente Forte Produções Teatrais

O compositor:
Lupicínio Rodrigues (1914 - 1974) foi um dos mais populares compositores brasileiros. Quarto filho numa família de 21 irmãos, Lupe, como era chamado desde pequeno, nasceu numa vila pobre instalada no bairro da Cidade Baixa, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Nunca saiu da capital gaúcha, a não ser por uns meses em 1939, para conhecer o ambiente musical carioca. Porto Alegre era seu berço querido e todo o seu universo. Mas isto nunca limitou o alcance de sua obra.
Em 1932, já havia lançado o sucesso “Felicidade”. Trabalhou como bedel da Faculdade de Direito da UFRGS, até aposentar-se precocemente por motivos de saúde, em 1947. A esta altura, já era um compositor consagrado nacionalmente, tendo suas músicas gravadas por estrelas do rádio como Francisco Alves, Ciro Monteiro e Linda Batista. Boêmio, foi proprietário de diversos bares, que seguidamente ia abrindo e fechando, tudo apenas para ter, antes do lucro, um local para encontro com os amigos.
Lupicínio buscou em sua própria vida a inspiração para suas canções, onde a traição e o amor andavam sempre juntos.  Famoso pela franqueza com que expressava seus sentimentos na música, e apesar de viver casado desde a juventude com a mesma mulher, acreditava que um homem devia ter uma esposa dentro de casa e várias mulheres na boemia. Constantemente abandonado pelas amantes, Lupicínio brincava dizendo: “cada vez que sou traído, escrevo uma música e compro um carro novo”.
Nos anos 70 sua música foi redescoberta pela geração Tropicalista e MPB: Caetano Veloso gravou “Felicidade”, Gal Costa gravou “Cadeira Vazia” e “Volta”, Gilberto Gil gravou “Quem Há de Dizer”, Elis Regina gravou “Maria Rosa” e Paulinho da Viola fez sucesso com “Nervos de Aço”. Nas décadas seguintes foi regravado por Fábio Jr, Arnaldo Antunes, Ivete Sangalo, Elza Soares, Paulinho da Viola e tantos outros.
Deixou cerca de uma centena e meia de canções editadas; outras centenas que compôs foram perdidas, esquecidas ou estão à espera de quem as resgate. Torcedor do Grêmio, compôs o hino do tricolor em 1953. Seu retrato está na Galeria dos Gremistas Imortais, no salão nobre do clube. Na ocasião da sua morte, em agosto de 1973, uma multidão acompanhou o cortejo fúnebre pelas ruas, cantando “Se Acaso Você Chegasse”. Neste dia, os bares de Porto Alegre permaneceram fechados em homenagem ao seu boêmio mais ilustre.

Em Vingança, o musical

Dança
As canções que fizeram a fama de Lupicínio também eram sucesso estrondoso nos salões de baile. Combinando estas informações – a dança de salão, o conteúdo emocional das canções – chegou-se à coreografia do espetáculo que pontua, de forma orgânica, as cenas de sedução, amor e disputa.
O conceito coreográfico do espetáculo é o de incorporar a linguagem da dança de salão para a partitura corporal dos personagens, de forma que eles estejam sempre se comunicando através de uma dança, sendo mais adequado o termo Direção de Movimento dos atores em cena.

Cenário
A ação acontece em três ambientes: o Cabaré Melodrama (domínio de Linda e Orlando), o quarto da pensão dos amantes (domínio de Maria Rosa e Alves) e a sala da família (domínio de Luzita e Liduíno).  O palco também se transforma em cenário de shows para Linda e Maria Rosa, as vedetes do cabaré.  As transições são leves e dinâmicas e a ação muitas vezes ocorre em mais de um plano.

Figurino
Os figurinos do espetáculo recriam a atmosfera romântica dos cabarés dos anos 50 no Sul do Brasil. É uma região mais fria, subtropical, que recebeu a maior parte da imigração européia (principalmente italianos e alemães) no início do século XX.

As influências refletem-se em cores masculinas sóbrias, na elegância e corte sofisticado para ambos os gêneros.  Homens usam chapéus, camisas, ternos de cores variadas. Para as mulheres, em geral: saltos altos e vestidos. Há certa “gravidade” e sobriedade nos vestidos de Luzita, a esposa, em contraste com a sensualidade dos vestidos de Maria Rosa, a dançarina, e da alegre exuberância de Linda, a cantora.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Marcos Paiva Trio recebe Vânia Bastos e Ricardo Valverde em show emocionante marcando os 40 Anos sem o genial Pixinguinha!

Na última terça-feira, 09/04, Marcos Paiva Trio recebeu a voz singular de Vânia Bastos e o talento do vibrafonista Ricardo Valverde para marcar os 40 anos sem nosso grande Pixinguinha. Compositor que mudou a história da MPB no mundo.

As composições de Pixinguinha foram todas desenhadas para nova sonoridade mais cool, onde o baixo acústico assume o papel de protagonista, com seus contracantos e solos. A apresentação encantou o público que encheu o teatro do Sesc Bom Retiro, em plena terça-feira, participando ativamente do show.

Vânia Bastos deu espetáculo de competência e beleza! Agora nas próximas apresentações, além de Vânia, teremos a querida Selma Reis em mais algumas canções do mestre do Choro.

Abaixo vídeo que mostra a beleza deste tributo:
http://www.youtube.com/watch?v=cLu3TP332Ew&feature=youtu.be

Em anexo fotos do show, de Altiery Monteiro, para colorir os nossos dias!

Produção, idealização e direção artística do espetáculo: Fran Carlo e Petterson Mello







REINALDO KHERLAKIAN “PARA OUVIR COM O CORAÇÃO

Show e Coquetel no EspaçoMega
O cantor Reinaldo Kherlakian , acompanhado por sua banda, apresenta o show "Para ouvir com o coração", no EspaçoMega, quinta-feira (18), às 22h.

O eclético e romântico repertório passeia por renomados compositores da música brasileira e internacional. São clássicos de Roberto Carlos, Luis Miguel, Frank Sinatra, Julio Iglesias entre outros, que ganham releituras românticas com a dramaticidade imprimida pelo intérprete.

Noite de Homenagem

A noite será recheada de emoções para o cantor que receberá da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB/SP) seção São José dos Campos, o Troféu Clave da OMB e Diploma de Honra ao Mérito, em reconhecimento ao trabalho prestado à música brasileira.

A honraria já foi concedida a artistas como: Ivete Sangalo, Silvio Santos, Jô Soares, Claudia Leitte, Daniel, Fausto Silva, Roberto Medina (Rock in Rio), Victor & Léo , Luan Santana, entre outros.
Entre convidados VIPs e amigos: Roberto Justus, Ticiane Pinheiro, Helô Pinheiro, Marilia Gabriela, Luciana Gimenez, Marcelo Carvalho, Otávio Mesquita, Fafá de Belém, Roberta Miranda, Amaury Jr, Cozete Gomes, Débora Rodrigues, Chiquinho Scarpa, Marlene Tuffi, Marli Mansur, entre outros.

REINALDO KHERLAKIAN PARA OUVIR COM O CORAÇÃO
Show e Coquetel Finger Food
Data: 18/04/2013 – quinta-feira
Local: EspaçoMega
Endereço: Rua Texas, 235 - Brooklin Paulista
Abertura da Casa: 20h
Horário do show: 22h

terça-feira, 16 de abril de 2013

NÃO LINEAR É O TÍTULO DA EXPOSIÇÃO DE MOZART FERNANDES


Nesta exposição, o artista plástico curitibano/paulistano expõe seu universo pessoal, declaradamente instável, intenso, provocador, e, portanto, nada linear. Trata-se de sentimento cru, instinto forjado em arte, imagens e efeitos que instigam reações diversas, balançam os sentidos, obras passíveis de causar tanto admiração, fascínio e paixão como contestação, desequilíbrio e até repulsa. É essa a singularidade de Mozart, sua assinatura. Despercebidas as obras não passam, ignoradas não podem ficar, pois gritamsons negros – como diria García Lorca*, têm poder de fogo, capaz de trespassar peitos desavisados.

Através de um universo intencionalmente sensual e caótico, com paixões e desilusões, tropeços e desejos, como a vida mesma sem disfarces, o artista estabelece o diálogo com o público nessa individual, composta por 20 e 30 peças/instalações, todas inéditas. Os trabalhos servem-se de técnicas e materiais diversos como xilogravura, desenho em nanquim, aquarela, acrílica, ou spray sobre os mais variados suportes: jornal, canvas, madeira, plástico, e o que mais lhe aguçar o olhar.

A mulher em toda a sua complexidade e drama é tema recorrente no trabalho de Mozart, assim como os traços fortes traduzindo a relação que estabelece com o meio, quase sempre ambígua e desafiadora. Inspirado pelo expressionismo alemão, assim como na Bauhaus, é na desconstrução das formas, no absurdo, na emoção visceral e espontânea interpretada pessoalmente que se alicerça seu estilo. Em Não Linear ele amplia seu universo temático e mostra homens e galos, como símbolos da virilidade e desejo sexual. Como escreveu Karina Buhr sobre o artista: “Não tem nadaqueaprisionea arte deMozart. MozartFernandes... arte indoordasruas,street-artdascalçadasoudassalase quartos... nãotem categoriaqueabarquetanta categoria.”

Há alguns anos Mozart mostra um dos recortes de sua obra para a cidade de SP – colando-os em muros – uma série de pinturas chamadas FODA‐ME COM AMOR, nome de um poema também seu. Pinturas estas que estão coladas em outros países: França, Alemanha, Suíça, Suécia, Espanha e Inglaterra. Emnovembro de 2009realizou a exposição "Átimo: Profanus", que propunha uma incursão pelos breves instantes em que o profano se revela e se comunica através de suas pinturas e das xilogravuras de Helder Santos, trazendo à tona reflexões e a contraposição do mundano e do sagrado, para a abertura da Galeria 600, em São Paulo.

Especialista em Design Gráfico, estudou quatro anos de arte e pintura e também lecionou por quase uma década na área de design. Casado com a também artista e designer Mônica Rodrigues Fernandes – ambos com carreiras reconhecidas internacionalmente –, juntos conceberam/idealizaram a Vértices Cenografia Arte e Design, espaço na Vila Madalena que por oito anos defendeu no mercado o conceito de que o que define a qualidade, tanto no design como na arte, é a capacidade de ampla difusão, a acessibilidade para todos, enfatizado no reaproveitamento de materiais, na urbanidade, na intervenção inusitada e autoral.

*Em “Teoria e prática do duende”



SERVIÇO
NÃO LINEAR, de Mozart Fernandes

Curadoria: Tomaz Borger

Direção Geral/Cenografia: Mônica R. Fernandes

Produção: Giovanna Pedace

Produção e Montagem: Vértices Cenografia Arte e Design

Trilha sonora: Zé Cafofinho (Tiago de Melo Andrade)

Local: Galeria de Arte “A Hebraica”

Clube Hebraica

Rua Hungria, 1000 –Jardim Paulistano

Telefone: 11 3818-8888

Acesso para deficientes

ENTRADA FRANCA


Abertura para convidados: 06/04 (sábado), das 12h00 às 17h30



Visitação: De 07/04 a 05/05


Funcionamento: Terça a Domingo, das 08h00 às 20h00


CREDENCIAMENTO: RODRIGUINHO GRAVA VIDEOCLIPE EM SÃO PAULO COM AS PARTICIPAÇÕES DE THIAGO MARTINS E LEO SANTANA

Na próxima quarta-feira (17), Rodriguinho grava novo videoclipe em São Paulo. A gravação vai contar as participações especiais de Leo Santana e Thiago Martins.

PARA CREDENCIAMENTO E MAIS INFORMAÇÕES FAVOR ENTRAR EM CONTATO, ATÉ ÀS 12H DO DIA 17/04, NO 3863-2228 OU 3205-4651 (ANA CAROLINA)

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Eliana Pittman brilha no SESC Santo André (São Paulo)!

A estonteante Eliana Pittman levou show especial somente com as marchinhas que marcaram época ao SESC Santo André, na tarde da interlândia. Foi um presente para a Melhor Idade. Pittman encantou o público pelas belas interpretações e figurino lúdico assinado por Tony Palha. As pessoas não acreditavam na figura singular de Pittman que conserva a beleza da voz e do corpo aos 67 anos.

A plateia cantou tudo do começo ao fim. Para enriquecer o show, no roteiro, clássicos do Samba e Samba-enredo.  Foi maravilhoso tudo!  Pittman mostrou mais uma vez porque é uma das maiores cantoras de todo mundo.

Em abril a diva estreia na TV Globo “Sangue Bom”, novela das 19 horas, de Maria Adelaide Amaral. E continua a viajar por todo Brasil com seu badalado “SOUL SAMBA JAZZ”.

Em anexo fotos que mostram a beleza do show do Sesc Santo André. Quem esteve lá saiu com alma lavada. E nós produtores com a CERTEZA de missão muito bem cumprida, pois Eliana arrasa mesmo!

Na última foto os produtores do show Fran Carlo e Petterson Mello com Eliana Pittman.

Fotos: Vinícius Campos