segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Paulo Ho explora música, teatro e performance ritualística em show no Sesc Ipiranga- Em “Clérigo”, o artista carioca mescla tradições africanas e rituais cristãos em espetáculo questionador.




Paulo Ho- crédito: Elisa Mendes
Entre os dias 19 e 21/1, dentro do Projeto Som na Caixa, o cantor e ator Paulo Ho  sobe ao palco do auditório do Sesc Ipiranga para apresentar “Clérigo”, seu novo espetáculo. O artista carioca, que lançou o álbum “Ex-Companheiro” em 2016, estreia a nova turnê com um show multifacetado, transitando por diversas linguagens artísticas como música, teatro e performance, contando com a participação especial da atriz Dida Camero.
Assinando também a direção do espetáculo, Paulo Ho traz um repertório eclético, com canções que passeiam por compositores consagrados da música brasileira, entre eles Gilberto Gil, Caetano Veloso e Roberto Carlos. As faixas do álbum “Ex-Companheiro” também estão presentes e dividem a cena com releituras internacionais que vão de Rolling Stones a Duran Duran.
Clérigo, o espetáculo
A “Igreja Eletrônica de Paulo Ho”, Clérigo é o novo movimento cênico do ator e cantor Paulo Ho. O artista carioca, com larga vivência teatral, começa uma nova investigação sobre sua visão religiosa, política e social.
“O espetáculo não é apenas um show de música, mas uma performance ritualística, que vai desde um rito clérigo ao teatro, de forma a tentar entender e neutralizar a obscuridão na qual estamos imersos. Eu faço uso da mítica cristã, de elementos místicos e de nossa tradição africana. Não é uma crítica direta, embora possa haver algumas, mas realmente uma reflexão. Cresci numa família religiosa e até já estudei os diversos tipos de rituais que temos no nosso país. Hoje tenho minhas próprias crenças e convicções, mas mais do que nunca vivemos num estado de grande risco, baseado na estrutura cristã. Por isso, vale o questionamento” – explica o artista.
O show é dividido em três partes - Cristão, Deusa e Humano -, e em cada show o cantor assume uma persona.
“As personas nasceram espontaneamente e com certeza fazem parte de mim. Ainda não descobri onde elas estavam, é mesmo uma busca. Não as vejo exatamente como personagens e sim como energias. Não faço juízo de valor ou moral sobre elas, elas apenas existem, são reais. Cada uma tem sua função e seu desequilíbrio pode causar o caos”.
A estética e a parte musical da apresentação têm como referências a igreja católica e os ritos místicos e míticos de origem africana, com uma linguagem atual e pop. O show conta com os músicos Thiago Vivas e Pedro Sodré, ambos manipulando os beats eletrônicos, além de diversos instrumentos.
O show é baseado na ancestralidade de várias energias e tem grande inclinação à ritualística, porém baseada no subconsciente do artista. Clérigo é uma reflexão dos dias atuais, onde a religião se torna cada vez mais presente, nem sempre de maneira positiva. A ideia e palavra do espetáculo é a neutralidade. Dinheiro, religião, política. Temas antigos e sempre renovados.
Paulo Ho, o artista
O artista tem uma longa vivência teatral, já foi dirigido por, entre outros, Christiane Jatahy, Marcus Alvisi e Roberto Alvim. Em 2013 estreou no projeto “Tru&Tro com sua Corja”, ao lado de Letícia Novaes (Letrux) e Arthur Braganti.
Entre 2015 e 2016 criou, junto ao músico Lucas Vasconcellos, seu disco autoral intitulado EX_COMPANHEIRO. Ao longo dos dois últimos anos lançou a trilogia de videoclipes e fez shows de lançamento, dirigido por ele e por Lucas.
Em 2018 inicia novo trabalho de pesquisa, o show CLÉRICO, onde engloba teatro e música num ritual performático.

Projeto Som na Caixa
O Sesc Ipiranga apresenta, em temporadas no auditório da unidade, artistas da nova cena musical brasileira com trabalhos autorais que propõem abordagens inovadoras à linguagem musical. O clima intimista propiciado pelas características da sala possibilita uma proximidade quase cutânea entre músicos e público.
FICHA TÉCNICA CLÉRIGO

Voz, direção, cenário e figurinos: Paulo Ho
Baixo, sintetizadores e voz de apoio: Pedro Sodré
Guitarra, sintetizadores e voz de apoio: Thiago Vivas
Luz: César Pivetti
Direção de performance ritual: Cristina Amadeo
Participação especial: Dida Camero
Assessoria de imprensa: Miriam Martinez
Fotografia: Elisa Mendes
Designer gráfico: André Kitagawa
Produção executiva: Diogo Pasquim
Produção: Bivolt Produções Artísticas
Serviço
Paulo Ho - Clérigo
Quando: de 19 a 21/1, sexta às 21h30, sábado às 19h30 e domingo às 18h30
Local: Auditório (30 lugares)
Preço: R$20,00 / R$10,00 / R$6,00 (credencial plena)
Sesc Ipiranga – Rua Bom Pastor, 822

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

O fundamentalismo religioso, os discursos de ódio e a violência provocada pela intolerância, pautas cada vez mais atuais no Brasil, são os temas da peça Mártir, de Marius Von Mayenburg, um dos principais nomes do teatro alemão contemporâneo. A trama narra a transformação do jovem Benjamin, que, ao começar a ler a Bíblia, para de frequentar as aulas mistas de natação na escola porque elas ferem seus sentimentos religiosos.


A mãe do protagonista atribui o seu novo comportamento, a um possível envolvimento com drogas ou a conflitos com sua sexualidade. A única que parece se preocupar com ele é Érica, sua professora de biologia, que logo vira alvo dos ataques do menino.
Benjamin mergulha profundamente na Bíblia e usa trechos das escrituras sagradas para combater radicalmente a ciência e qualquer fé diferente da sua. Ele cria para si uma verdade absoluta e inabalável a medida em que vai criando conflitos com os outros personagens. O espetáculo mostra essa trajetória da conversão religiosa até a radicalização do discurso, uma forma de “crucificação” da alteridade.
Com direção de Soledad Yunge, o espetáculo levanta questionamentos: até que ponto as pessoas estão dispostas para aceitar a fé das outras? Em que circunstância elas devem impor as próprias crenças? Como elas se comportam ao se deparar com doutrinas diferentes das suas? Qual é o limite entre um discurso de mudança e um comportamento extremista? O que é a verdade? Como alguém é capaz de transformar uma opinião em “verdade absoluta” para justificar os próprios desejos?
A ideia de pesquisar cenicamente esses temas surgiu em 2015, depois que a Cia. Arthur-Arnaldo ministrou oficinas de teatro em escolas públicas e particulares no projeto #JOVENS contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo. Na ocasião, os artistas perceberam a existência de uma juventude religiosa que tem ganhado força nos últimos anos.
“Ao finalizar a leitura de ‘Mártir’, tive o impulso de começar a ensaiar imediatamente e tornar tridimensional as sensações que o texto despertou. A agilidade dos diálogos cortantes e precisos em contraponto aos solilóquios de citações bíblicas me lançou em um redemoinho, no qual vozes e forças se confrontam constantemente. Ao longo das 27 cenas somos convocados o tempo todo a pensar nas nossas crenças e traçar os limites em relação a temas como racismo, sexualidade, machismo, religião, extremismo, deficiência entre outros”, comenta Yunge.
A cenografia de Rafael Souza cria um espaço fictício único a partir de dois elementos simples, cadeiras e mesas, que poderiam ser encontrados em qualquer um dos diversos ambientes da narrativa. Todos atores o ocupam simultaneamente, de forma que as cenas borram seus limites e seguem o fluxo vertiginoso da dramaturgia. A iluminação, por sua vez, fragmenta este espaço híbrido e dá visibilidade às trajetórias.

A montagem é parte do projeto )Entre Jovens( contemplado pela 30a edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo. O elenco conta com a participação dos atores: Ana Andreatta, Carlos Morelli, Edu Guimarães, Georgina Castro, João Bienemann, Júlia Novaes, Taiguara Chagas e Tuna Serzedello.


Escrita em 2012, a peça ficou em cartaz no Teatro Schaubühne em Berlim com direção do próprio autor. Foi descrita pelo jornal britânico The Guardian como “provocativa e terrivelmente engraçada” por ocasião da montagem britânica do texto em 2015. A tradução do texto alemão para o português, assinada por Christine Röhrig, foi concedida à Cia. Arthur-Arnaldo pelo Goethe Institut.
MARIUS VON MAYENBURG
Considerado um dos maiores representantes do teatro alemão contemporâneo, o dramaturgo, diretor e tradutor Marius von Mayenburg nasceu em 1972, em Munique. Ele estudou dramaturgia na Universidade das Artes em Berlim. Desde 1999, trabalha na Berliner Schaubühne am Lehniner Platz, como dramaturgo residente e diretor junto com o reconhecido encenador Thomas Ostermeier.
Já recebeu os Prêmios Kleist-Förderpreis de dramaturgia jovem e da Fundação de Autores de Frankfurt. Além de “Mártir”, suas peças já traduzidas para o português são “Cara de Fogo”, “Senhorita Danzer”, “O Feio” e “Parasitas”.
SOLEDAD YUNGE
Formada em Artes Cênicas pela ECA-USP, pela Desmond Jones School of Mime and Physical Theatre e pela École Philippe Gaulier, ambas na Inglaterra, a diretora, produtora e arte-educadora Soledad Yunge é fundadora da Cia. Falbalá, da Cooperativa Paulista de Teatro (CPT). Ela participou do programa Teatro Vocacional, da Prefeitura de São Paulo, e foi uma das diretoras dos projetos Fábricas de Cultura e Ademar Guerra, ambos do Governo do Estado de São Paulo.
Algumas das peças dirigidas por ela são “Vovó Rock and Roll”; “Os Pés Murchos x Os Cabeças de Bagre”, de Tuna Serzedello; “Autobahn”, de Neil Labute; “Vernissage” e “A Audiência”, ambas de Václav Havel; “A Dança do Universo”, de Oswaldo Mendes; entre outras.
Yunge é produtora na Cia. Arthur Arnaldo desde 2000 e colabora artisticamente em todos os trabalhos do grupo. Além disso, ministra oficinas e cursos teatrais.
CIA. ARTHUR-ARNALDO
Criada em 1996, a Cia. Arthur-Arnaldo tem sua linha de pesquisa atrelada a temas sociais e políticos. Desde 2006, o grupo dedica-se à montagem de textos voltados para o público jovem, foi indicada várias vezes ao Prêmio FEMSA de Teatro Jovem, entre outros.
Alguns dos trabalhos mais recentes da Companhia são “Rolê” (2015) e “Os Pés Murchos x Os Cabeças de Bagre” (2014), ambos com texto de Tuna Serzedello; “Coro dos Maus Alunos” (2013), de Tiago Rodrigues; “Feizbuk”, de José Maria Muscari; e “DNA” (2009), de Dennis Kelly.
SINOPSE
Benjamim não quer mais frequentar as aulas de natação na escola. Sua mãe acha que ele está usando drogas ou tem conflitos com seu corpo. Mas, na verdade, o jovem encontrou Deus, e as aulas mistas ofendem os seus princípios religiosos. Fundamentalismo e intolerância são os principais temas desta provocadora peça, que também questiona: até onde somos capazes de chegar para aceitar a fé do outro? Quando devemos impor as nossa próprias crenças?
FICHA TÉCNICA
Texto: Marius Von Mayenburg
Tradução: Christine Röhrig
Elenco: Ana Andreatta, Carlos Morelli, Edu Guimarães, Georgina Castro, João Bienemann, Júlia Novaes, Taiguara Chagas e Tuna Serzedello.
Direção: Soledad Yunge
Assistente de Direção: Luisa Taborda
Trilha sonora original: Fabio Muepetmo
Cenário, Figurino e Iluminação: Rafael Souza
Produção Executiva: Carú Lima
Direção de produção: Soledad Yunge
Realização: Cia. Arthur-Arnaldo da Cooperativa Paulista de Teatro
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
SERVIÇO
“Mártir”, da Cia. Arthur-Arnaldo
Teatro Cacilda Becker – Rua Tito, 295 - Lapa
Temporada: de 12 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018
Às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 19h
*Sessão extra ocorre no dia 25 de janeiro, às 21h
Ingressos: grátis, com distribuição de convites uma hora antes de cada sessão
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos
Lotação: 198 lugares

Agora e na hora: À primeira vista, a história de um padre devoto, cuja fé é colocada à prova diante de uma doença terminal, pode parecer uma tragédia sobre dogmas religiosos, com narrativa dramática. Mas em “Agora e na Hora”, o humor e a ironia são as principais ferramentas utilizadas na peça de estreia do jornalista e escritor Luis Erlanger para abordar questões cômicas da natureza humana. A temporada acontece de 05 de janeiro a 25 e fevereiro, em sessões de sexta-feira a domingo no Teatro Folha. A montagem assinada pelo diretor teatral e cineasta Walter Lima Junior, traz André Gonçalves no papel do protagonista e os atores Amandha Lee e Rodolfo Mesquita desdobrando-se nos outros personagens da trama. “Nossa trajetória na Terra pode ser vista como uma tragédia – afinal, todos morrem no final – mas é risível a forma patética como nós, humanos, ainda nos consideramos seres superiores na natureza e esperamos um tratamento especial por parte dela ou por quem está no seu comando”, reflete Erlanger. “Partindo dessa ideia, questionei, entre outras coisas, se um sacerdote, que acredita e prega a vida eterna, permaneceria tão convicto e sereno diante da iminência da própria morte”.

Petrobras
 Apresenta
 André Gonçalves, Amandha Lee e Rodolfo Mesquita
 em
 AGORA E NA HORA
De Luis Erlanger
 Direção Walter Lima Junior
 Estreia dia 05 de Janeiro no Teatro Folha
Após ótima temporada no Rio de janeiro e abrindo a programação do Teatro Folha em 2018, André Gonçalves, Amandha Lee e Rodolfo Mesquita dão vida a 13 personagens em peça que usa humor para questionar a natureza humana

 

 
Com status de celebridade em sua paróquia, o jovem padre Emanuel (André Gonçalves) de apenas 30 anos, é diagnosticado com câncer em estado avançado após sofrer um desmaio durante a missa. Com pouco tempo de vida e inconformado com a inesperada notícia, abandona a batina e parte em busca de respostas em outros credos. Pregações evangélicas, Santo Daime, sessões espíritas e consultas a uma mãe de santo norteiam a sua busca, ao longo da qual descobre as drogas e o sexo, além das discussões filosóficas que faz com um amigo de infância que se tornou traficante. “Religiões são diferentes possibilidades de se falar com Deus, assim como o próprio teatro dá diferentes possibilidades de se falar sobre algo”, compara André, que iniciou a carreira de ator com o diretor Walter Lima Junior há três décadas. “Estreei com ele aos 12 anos, em uma minissérie televisiva. E também estou reencontrando a Amandha, com quem já havia trabalhado há quase 15 anos”.
 
Em sua jornada, Emanuel cruza os mais diferentes personagens, todos interpretados por Amandha Lee ou Rodolfo Mesquita: “É inegavelmente desafiador por ser uma oportunidade rara de construir tipos tão diferentes dentro de um mesmo espetáculo”, conta Amandha, que interpreta da mãe do sacerdote à prostituta que o desvirgina.
Rodolfo faz coro: “São composições muito sutis. Você tem que humanizar o personagem para não cair na caricatura, correndo o risco de banalizá-lo. Encontrar essa verdade, a forma de falar, de andar, é uma construção delicada, mas deliciosa”.
 
A caracterização de cada personagem é reforçada pelos figurinos assinados por Inês Salgado. Ela procurou marcar as diferenças entre eles com indumentárias específicas e atemporais.
 
A opção do diretor Walter Lima Junior por um elenco enxuto encontra eco em uma cena igualmente despojada, econômica, com poucos elementos, que ganham forma no cenário concebido por Fernando Mello da Costa, em que um caixão é o principal objeto cênico. “É a referência imediata com a morte, que deflagra toda a ação da peça. Ele está sempre presente e se transforma em cama, púlpito, ganhando diferentes funções de acordo com a situação”, explica.
Para o diretor, a luz, a cargo de Daniel Galvan, também tem uma função importante: “A ideia é que ela fuja do papel de definir a realidade da cena, mas sim o clima, a atmosfera, ajudando a construir os ambientes e estabelecer cortes, já que a história tangencia o mágico, o mistério e a fantasia”.
 
Seja em sua premiada trajetória como cineasta ou em suas incursões pela direção teatral, Walter procura sempre ir a fundo à discussão e entendimento do texto pelo elenco, que, para ele, é fundamental na compreensão do espetáculo pelo público: “Entendimento permite invenção, permite ao ator apresentar sua própria versão para não ficar restrito ao campo da interpretação de diálogos decorados”, acredita. “Meu objetivo é chegar no público, contar essa história. Eu não concebo a ideia de fazer filme nem peça sem me imaginar do outro lado, na plateia. Se não existe essa relação, não tem graça”, completa.
 
Sobre Luis Erlanger
Começou a carreira de jornalista pelo jornal O Globo em 1974. Em Brasília, esteve encarregado da cobertura de fatos relevantes no processo de redemocratização no Brasil, como de eleições, da morte do presidente Tancredo Neves, do Palácio do Planalto, da nova Constituição de 88, do impeachment do presidente Collor e de planos econômicos que mudaram o país. Após quatro anos como editor-chefe do jornal, em 1995, foi para a TV Globo, como diretor editorial de Jornalismo. A partir de 2000, por 13 anos, dirigiu a Central Globo de Comunicação (CGCOM) - responsável pelas divisões de Propaganda e Produção Audiovisual; Design; Relações Externas, Comunicação Corporativa e Assessoria de Imprensa, e ainda pelos projetos culturais e sociais e do centro de documentação da emissora. Depois de dois anos como diretor de Análise e Controle de Qualidade da Programação, saiu da empresa para montar a Erlanger Comunicação & Arte (ECA) - escritório de prestação de serviços de consultoria, texto, projetos e produção nas áreas de Comunicação e Cultura. É sócio-fundador da ONG Todos Pela Educação. Escreveu o romance “Antes que eu morra” e a biografia “Junior - no fio da Navalha”. Dirige documentários, produz e escreve para cinema, televisão e teatro.
 
Sobre Walter Lima Junior
Formou-se em Direito e atuou inicialmente como jornalista e crítico de cinema. Na década de 1970, dirigiu mais de 50 documentários para a televisão. No cinema, foi assistente de Glauber Rocha em “Deus e o Diabo na Terra do Sol” e estreou como diretor na adaptação da obra “Menino do Engenho”, de José Lins do Rego. Construiu sólida e premiada filmografia em que se destacam longas como “A Lira do Delírio”, “Brasil Ano 2000” (vencedor do Urso de Prata em Berlim), “Inocência”, “A Ostra e o Vento”, “Os Desafinados”, entre outros. No teatro, dirigiu peças como “Fica Comigo esta Noite”, “Répétition” e “A Confissão”. É professor na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e na PUC-Rio. Foi tema da elogiada biografia Walter Lima Junior: Viver Cinema, Casa da Palavra, 2010, do crítico Carlos Alberto Mattos.
 

 
AGORA E NA HORA
TEATRO FOLHA (305 lugares)
Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço
Informações: (11) 3823-2323
Vendas: (11) 3823.2423 / 3823.2737 www.teatrofolha.com.br
Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3104-4885
Bilheteria: de terça a quinta, das 15h às 21h; sexta, das 15h às 00h; sábado, das 12h às 00h; e domingo, das 12h às 19h | Não aceita cheques | Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / 50% desconto para Clube Folha e funcionários e clientes do Cartão Renner | Acesso para cadeirantes | Ar condicionado | Estacionamento do Shop: R$ 14 (primeiras duas horas)
 
Sexta às 21h30 | Sábado às 20h e 22h | Domingo às 20h
 
Ingressos:
 Sexta: R$70 (setor 1) | R$40 (setor 2)
Sábado e Domingo: R$80 (setor 1) | R$50 (setor 2)
 
*Clientes Petrobras PREMMIA e Funcionários da Petrobras têm 50% de desconto na compra de dois ingressos, apresentando documentos que comprovem seus direitos. Desconto não cumulativo com outras promoções.
 
Duração: 80 minutos
Recomendação: 14 anos
 
Estreia dia 05 de Janeiro de 2018
Temporada: até 25 de Fevereiro

Ficha Técnica:
Texto: Luis Erlanger
Direção: Walter Lima Junior
Assistência de direção: Carlos André Martins (Careca)
Elenco:
André Gonçalves – Padre Emanuel
Amandha Lee – Beata / Secretária / Garota de programa / Mãe-de-santo / Mãe e Médium
Rodolfo Mesquita – Sacristão / Oncologista / Pastor / Traficante / Daimista / Padre
Cenografia: Fernando Mello da Costa
Figurinos: Inês Salgado
Iluminação: Daniel Galvan
Trilha sonora: Pedro Silveira
Fotos: Leo Aversa e Cristina Granato
Assessoria de imprensa: Morente Forte
Produção executiva: Dani Carvalho e Renata Alvarenga
Direção de produção: José Gonzaga Araújo
Elaboração e administração: Bianca Ramos
Patrocínio: Petrobras
Realização: Pedra Corrida Produções

Para download de fotos em alta resolução acesse o link:
https://postimg.org/gallery/22wqdafkc/889d27bc/
Crédito: Leo Aversa (fotos no estúdio) e Cristina Granato (fotos de cena)
 

Atendendo a pedidos, o ator, diretor, artista plástico e produtor cultural Sergio Mamberti reestreia Visitando Sr. Green no Teatro Jaraguá,a partir de 12 de janeiro, em curta temporadacom ingressos populares. Na peça, que estreou em abril de 2015, Mamberti divide o palco com Ricardo Gelli, sob direção de Cassio Scapin.

Atendendo a pedidos, Sergio Mamberti reestreia
Visitando o Sr. Green
De Jeff Baron
Direção Cassio Scapin 
Com Ricardo Gelli



Um pequeno acidente de trânsito nas ruas de Nova York acaba provocando a aproximação entre o Sr Green, um velho e solitário judeu ortodoxo, e Ross Gardner, um jovem executivo de 29 anos que, acusado de negligência na direção e considerado culpado pela ocorrência, recebe como pena prestar serviço comunitário junto à vítima uma vez por semana, por seis meses. A circunstância legal que os uniu involuntariamente, envolve os dois em situações inusitadas, com traços de fino humor e de profunda emoção.
Revelando pouco a pouco a personalidade de cada um, suas realizações e suas frustrações acabam por constituir a trama central da peça através da riqueza da narrativa e dos instigantes diálogos de Jeff Baron. Retratam também, magistralmente, os aspectos mais pitorescos da cultura judaica, bem como os encontros e desencontros de dois habitantes de uma metrópole como Nova York.




Re-Visitando o Sr. Green, por Sergio Mamberti
“Desde que iniciei essa longa e apaixonante carreira, em 1956 em Santos, o palco sempre foi para mim um espaço privilegiado, onde pude compartilhar com as pessoas, através dos inúmeros personagens que interpretei, meus sonhos, minha visão de mundo, minhas reflexões sobre a vida, sobre a época em que vivemos, de forma tão intensa.
Durante os dez anos em que estive no Ministério da Cultura, jamais deixei de sonhar com minha volta ao teatro. Ao escolher esta peça do autor norte-americano Jeff Baron para marcar meu reencontro com o palco, pelo tema que aborda, tão pertinente ao momento que atravessamos, estive sempre, desde que abrimos as portas para o público, absolutamente convencido de sua atualidade e do perfil dramático dos dois personagens. Tinha a intuição de que a montagem teria um acolhimento à altura das nossas expectativas, por tudo que ela reúne.
Escolhemos para dirigir o espetáculo o ator e excelente diretor Cássio Scapin, o Nino do Castelo Rá TIM Bum, que havia feito anteriormente o Ross Gardiner, na montagem do grande mestre Paulo Autran, há 20 anos, tarefa da qual se desencumbiu com perfeição e maestria, numa concepção cênica, requintada e sutil, levando o espectador do riso inteligente às lagrimas. Cássio conseguiu, sobretudo, fazer uma reflexão profunda sobre a aceitação da diferença e o combate à intolerância.
O ator Ricardo Gelli, que dá vida ao Ross Gardiner em nossa montagem, juntou-se ao time nessa empreitada e se identificou tão profundamente com seu personagem que nossa relação no palco alcançou uma alquimia perfeita, fazendo com que o público se integrassemagicamente ao espetáculo em São Paulo, Paraná, Brasília, Goiás e tantas outras cidades que percorremos e que esperamos se repita nessa nova temporada.
Estaremos no Teatro Jaraguá, a partir de 12 de janeiro, de sextas a domingos, encantando e revisitando nosso público. Para quem ainda não viu ou que deseja ver de novo, é uma ótima oportunidade. Sejam bem vindos! Shalom!”

Para Ricardo Gelli, “Visitando o Sr Green, marca um grande momento na carreira. Um trabalho muito especial, em todos os sentidos. Primeiro pela oportunidade de estar em cena com um ator do calibre e da história de Sérgio Mamberti. É um grande privilégio, ainda mais num espetáculo que proporciona que estejamos o tempo inteiro juntos em cena. A dramaturgia força o jogo e a cumplicidade dos dois atores o tempo inteiro. Temos um nível de entendimento e de intimidade em cena que é raro de se alcançar. Ter tudo isso, com Serginho e com a direção absolutamente impecável e generosa do Cassio, fazem com que esse trabalho seja uma escola completa para a vida sobre fazer arte com rigor e amor.
Estar em cena na vida de Ross Gardner é um desafio muito grande, mas muito prazeroso. Um sujeito bem sucedido e com a vida aparentemente tranquila, mas por trás dessa construção social muito bem feita, está um indivíduo extremamente complexo, que carrega diversos traumas e questões não resolvidas e vive aprisionado dentro de uma falsa vida bem estruturada. A forma como um personagem transforma literalmente o outro, ainda que não quisesse, como um personagem ajuda o outro a dar o passo a frente mesmo sem saber, faz de Visitando o Sr Green uma peça engraçada, emocionante e extremamente necessária, pois discute questões de profunda importância no mundo atual e de uma forma delicada e absolutamente humana. Teatro transformador”.

Ficha técnica:
Autor: Jeff Baron
Tradutora: Rachel Ripani
Direção: Cassio Scapin
Assistente de direção: Ando Camargo
Elenco: Sergio Mamberti e Ricardo Gelli
Cenário: Chris Aizner e Nilton Aizner
Figurino: Fabio Namatame
Luz: Wagner Freire
Trilha sonora: Daniel Maia
Adereços: Nilton Araújo
Fotografia: Ale Catan
Programação Visual: Marcelo- Cordeiro Estúdio Bogari
Vídeo: Leandro Goddinho
Produção executiva: Daniel Palmeira
Assistente de Produção: Uli Alcântara
Coordenação Financeira: Cleo Chaves
Direção de produção: Carlos Mamberti
Realização: CD4 Produções e Mamberti Produções
Patrocínio: Porto Seguro

SERVIÇO - VISITANDO SR. GREEN
Estreia: 12 de Janeiro, às 21h30min.
Temporada: Até 18 de Março.
Local: Teatro Jaraguá - Rua Martins Fontes, 71. Bela Vista
Informações: 3255.4380
Ingresso: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia).
Horários: Sextas às 21h30min, Sábados às 21h e Domingos às 19h.
Capacidade: 271 lugares
Censura: 14 anos. Menores acompanhados por pais ou responsáveis.
Duração: 90 minutos
Gênero: Comédia Dramática
Estacionamento no local: R$ 30,00
Ar condicionado
Acesso para portadores de necessidades especiais
Informações e compra de ingressos: www.ingressorapido.com e 4003.1212
Bilheteria: terça a quinta das 16h às 19h, sexta e sábado a partir das 16h, domingo a partir das 15h.
Formas de pagamento: dinheiro e cartões de crédito e débito.


Jeff Baron
Premiado autor americano, em VISITANDO O SR. GREEN Baron consegue transferir para o palco o relacionamento humano, a estupidez dos preconceitos e a importância da compreensão entre as pessoas. A habilidade e o sensível tratamento fazem com que dois homens de temperamentos opostos, transformem-se numa amostra do que a incompreensão e o preconceito podem provocar num relacionamento familiar. Uma comédia hilariante e um drama denso numa história só. Duas visões de mundo exploradas em um texto hábil e sensível. O texto estreou em Miami, no Teatro Coconut Grove, com tal sucesso que a produção foi levada para a Broadway, onde o ator Eli Wallach foi premiado por sua interpretação. Desde então a peça de Jeff Baron foi montada em mais de 20 países, em 15 línguas e 200 produções diferentes. O espetáculo foi premiado em muitos países, sendo considerada a melhor montagem do ano em Israel, Grécia e Alemanha e indicada para o Prêmio Molière da França de melhor peça nova. Em 1999, Jeff Baron foi convidado para fazer uma leitura de VISITANDO O SR. GREEN na ONU, em Nova York.

Sergio Mamberti
Ator, diretor, artista plástico e produtor. Natural de Santos/SP, Mamberti iniciou sua carreira em 1956 com a peça “Revellation” de TristarnBernarn. Formado pela Escola de Arte Dramática em 1961, tem participado ao longo de 60 anos de carreira de alguns dos mais significativos e polêmicos momentos do teatro brasileiro, como a peça “Navalha na Carne” de Plínio Marcos e “O Balcão“ de Jean Genet. Ao todo são quase 70 peças teatrais, 25 longas - metragens e 16 telenovelas, além de inúmeras participações especiais em programas de televisão e atuações fora do país, entre elas a interpretação de DEUS na montagem do Evangelho Segundo Saramago, no teatro São Luiz, em Lisboa, com a presença do autor, com casas lotadas e aplausos de público e crítica. Assinou ainda a direção de cinco peças de teatro, além de ter atuado como produtor em outros eventos. Durante este período tem sido reconhecido como um dos mais ostensivos defensores da cultura nacional, colocando-se sempre à frente das mais diversas manifestações dos meios artísticos e intelectuais. No período de 2003 a 2013, esteve atuando no Ministério da Cultura, como Secretario da Identidade e da Diversidade Cultural, Presidente da Fundação Nacional de Artes e Secretário de Políticas Culturais.

Cassio Scapin
Ator formado pela EAD-USP, ficou conhecido das crianças como Nino, do Castelo Rá-Tim-Bum, da TV Cultura. Já trabalhou em mais de vinte espetáculos, no Brasil e na Itália, tendo trabalhado com os diretores Francesco Zigrino/Itália, Ulisses Cruz, Naum Alves de Souza, YacovHillel, Mira Haar e Elias Andreatto, Marília Pêra entre outros. Recebeu os prêmios: Mambembe, Governador do Estado, APCA, sendo que em 1998 foi o escolhido como “Melhor Ator” nos prêmios Apetesp e Shell, por sua interpretação em Memórias Póstumas de Brás Cubas. Participou de novelas e seriados nas TV´s Globo, SBT, Record, Bandeirantes eMultishow, além do Telecurso 2000. Protagonista dos contos sinfônicos O Carnaval dos Animais e da série O Aprendiz de Maestro em benefício da TUCCA, desde 2000 na Sala São Paulo. Atuou na segunda montagem de O Mistério de Irma Vap, ao lado de Marcelo Médici, com direção de Marília Pêra; no musical Lampião e Lancelote, com músicas de Zeca Baleiro e direção de Debora Dubois; e no espetáculo O Libertino com direção de Jô Soares. Em 2013, com o espetáculo Eu Não Dava Praquilo recebeu o Prêmio APCA de Melhor Ator. Em Visitando o Sr. Green, de 2000 a 2005, dividiu o palco com Paulo Autran.

Ricardo Gelli
Vencedor dos Prêmios R7 Melhores do Teatro 2014 (melhor ator) por “Genet – O Poeta Ladrão”, e Melhor Ator no Festival ArtDecó de Cinema por “Boca Fechada” e indicado ao Prêmio APCA 2014 por “Propriedades Condenadas”, Gelli é formado pelo Teatro Escola Célia Helena e cursou Artes Plásticas na Faculdade de Artes Alcântara Machado. Trabalhou com vários diretores de renome no cenário nacional: Sérgio Ferrara, Mário Bortolotto, Ruy Cortez, Ralph Maizza, LenersonPolonini, Rui Xavier, Elisa Othake e Kléber Montanheiro. Entre as mais de 15 peças em que atuou, destacam-se: “Rosa de Vidro”, de João Fábio Cabral, direção de Ruy Cortez; “Heiner Müller em Repertório” e “DrFaustus Liga a Luz”, de Gertrude Stein, direção de LenersonPolonini; “CaminosInvisibles...La partida”, texto e direção de Carina Casucelli; “Os Inadequados”, de Leandro D’Errico, direção de Ralph Maizza; “Leila Baby”, texto e direção de Mário Bortolotto; “A Dama do Mar”, de Henrik Ibsen, direção de Sérgio Ferrara. Também já assinou cenário, adereços e iluminação de alguns espetáculos. No cinema,atuou nos longas: “Pólvora Negra” de KapelFurman e “A Percepção do Medo” de Armando Fonseca e KapelFurman, e em mais de 10 curtas, com destaque para: “Landau 66”, direção de Fernando Sanches (Pródigo Films); “O Afinador”, de Matheus Parizi e Fernando Camargo; “Boca Fechada”, de Elder Fraga (Fraga Films).





sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O livro Migalhas, Farelos e Quirelas, de Miriam Izabel de Souza, apresenta 30 anos de experiência na área da psicoterapia. Em cada capítulo, a autora descreve dois casos, representados por uma Mariazinha e um Zezinho. Em seguida, esmiúça o tema escolhido mostrando como os personagens criaram e cristalizaram crenças que limitaram a vida, minguaram dons, tiraram a exuberância de uma existência que se fez pequena e pobre.

Migalhas, Farelos e Quirelas - a profundidade do pouco 



Mariazinhas e Zezinhos são reais e estiveram sentados no consultório de Miriam Izabel ao longo das últimas três décadas. A partir desse contato, e do trabalho regenerador da psicoterapia, a autora desenvolveu teorias próprias sobre como reconhecer o pouco, vencer os farelos e não mais aceitar migalhas da vida. Em todos os capítulos, podemos nos identificar, emocionar e aprender com as Mariazinhas e os Zezinhos que somos nós, vivem em nós e em todas as pessoas que conhecemos.
A obra Migalhas, Farelos e Quirelas desmistifica a ideia de que “onde se chegou já se foi longe”. Ela mostra que muitos se deixam ancorar em águas rasas e que há mares bem melhores a espera de quem ousar, acreditar e vencer o pouco. A autora abre a porta do consultório, joga luz nos casos atendidos, disseca as crenças limitadoras, expõe o mistério a frio, de forma contundente, e prova que ninguém nasceu para o mais ou menos, que todos temos direito a muito mais!

Miriam Izabel de Souza é Mestre em Psicologia Clínica, Pós-Graduada em Psicologia do Desenvolvimento Humano, Especializada em Bioenergética, Professora Universitária, Helper de Pathwork®, Consteladora Sistêmica, Terapeuta Certificada EMDR, Instrutora de Thetahealing, Locutora, Radialista, Comunicadora de TV e Internet, Palestrante Internacional, Líder Master Sete Chaves, Sócia da MI Valor Humano, Criadora da Técnica EVM, Coach e Consultora Empresarial.

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Miriam Izabel de Souza nasceu em São Paulo em 24 de abril 1964 e é graduada em psicologia, mestrado em psicologia clínica.
Iniciou suas atividades voluntárias na Rádio Boa Nova por intermédio de um convite para conceder entrevista ao comunicador Adão Nonato. Nesta ocasião Miriam se identificou com a rádio e montou um programa para mostrar ao diretor Jether Jacomini.
Deu certo! Desde então, a comunicadora apresenta “O Caminho da Autotransformação”, há 13 anos no ar! “É muito fantástico ter um retorno dos ouvintes que se identificam com os casos que eu conto no programa” conta Miriam Izabel.

Atividade Incessante

Psicóloga Clínica, Helper de Grupos de Pathwork e palestrante são algumas das atividades desta comunicadora que também já foi professora universitária, fez estágio nas Casas André Luiz, já participou de vários encontros anuais da RBN –  e hoje realiza diversos treinamentos em empresas.
Na internet Miriam apresenta o programa “O Poder Criativo”, como você pode conferir clicando neste link.
“Minha vida é um caminho de autotransformação, essa coisa falante eu trouxe desde criança” afirma a comunicadora.

Quando questionada sobre o poder da fé, Miriam prontamente nos respondeu: “A fé é um fenômeno inerente e eu acho que nasci com um pouco de fé, independente de onde eu estivesse a fé me deu uma sensação de segurança, então é impossível tirar a fé da minha vida, a certeza de que tudo tem um porque. A fé está em tudo sim, este traço da minha alma que me sustenta”.
“Se você percebe que alguma faceta da sua alma tem se revelado de uma forma que não te faz feliz, olhe para dentro, veja, aceite, compreenda, revele, porque este é o caminho da cura, e você acima de tudo é luz” complementa a psicóloga.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Teatro Porto Seguro em São Paulo apresenta Tiê. Detalhes.





A cantora e compositora Tiê apresenta Gaya, seu quarto álbum de estúdio (lançado em outubro) em show no Teatro Porto Segurodia 28 de novembro, terça-feira, às 21h.

Produzido por Adriano Cintra e André Whoong, Gayacontou com a participaçãodo cantor Luan Santana, do músico Alexandre Kassin, do compositor Bruno Caliman, da banda As Bahias e a Cozinha Mineira, do cantor Filipe Catto e da cantora mexicana Ximena Sariñana. Ao mesmo tempo que mantém sua identidade de voz suave e letras sinceras, Tiê traz uma nova dinâmica à apresentação, com batidas mais eletrônicas e canções inéditas mais dançantes.

Acompanhada por André Whoong (guitarra, teclado e voz), Gianni Dias (baixo) e Uirá Bueno (bateria), Tiê apresenta as novas Mexeu Comigo (Tiê, Adriano Cintra e André Whoong)Amuleto (Bruno Caliman), Me Faz (Tiê e André Whoong), Duvido (Rafael Castro, Tiê, André Whoong, Adriano Cintra, Nina Anderson e Biboldo) e Pra Amora (Tiê e André Whoong).

Dos CDs anteriores relembra Dois (Tiê e Tiago Petit) do álbum Sweet Jardim (2009), Piscar o Olho (Tiê, Karina Zeviane, Plinio Profeta e Rita Wainerdo CD A Coruja e o Coração (2011) e o sucesso A noite, do CD Esmeraldas (2014), que foi tema da novela I Love Paraisópolis alcançando a marca de 20 milhões de visualizações do seu clipe no Youtube.

Link para fotos em alta resolução - http://bit.ly/2zNzmBU

TIÊ no show Gaya
Dia 28 de novembro terça-feira, às 21h.
Ingressos: R$ 120,00 plateia / R$ 70,00 balcão e frisas.
Classificação: Livre.
Duração: 80 minutos.
Gênero: MPB.

TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Bilheteria:De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento:Todos os cartões de crédito e débito (exceto Cabal, Sorocred e Goodcard).
Acessibilidade:10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.

Gemma Restaurante:Terças a sextas-feiras das 10h às 19h; sábados das 10 às 18h e domingos das 10h às 16h.Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras até 21h.

Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto