sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Germed Farmaceutica em ação no RN com peça cômica



No proximo dia 6 de agosto, Mossoró recebe a visita da atriz global Rosana Gofman, que vai representar no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, a divertida comédia teatral “Doutor – como enlouquecer um médico em um dia” .
A comédia foi escrita  por Cosme Santos e Yuri Gofman, num trabalho de relacionamento da empresa Germed Pharma, com médicos e farmacêuticos, para quem o espetáculo é dedicado.
Narra as divertidas peripécias de uma médica, às voltas com alguns pacientes complicados, que vivem situações hilariantes num espetáculo que está percorrendo todo o Brasil.
Durante o coquetel, Rosane Gofman poderá bater papo com a imprensa e dar entrevistas.
Um abraço
Mauricio Kus


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vespa, a exposição do ano em São Paulo. Imperdível no Musu da Casa Brasileira!

Visitação: até 3 de agosto

Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, e o Instituto Italiano de Cultura de São Paulo, com apoio de Embaixada da Itália, apresentam Vespa: um ícone italiano - História, Cultura e Design até o dia 3 de agosto. A primeira exposição da motoneta Vespa no Brasil perpassa a trajetória do veículo desde a sua criação, no final dos anos 1940, por meio de vídeos, fotos, painéis com a linha do tempo e informações, além de modelos históricos cedidos por colecionadores.


Sob a curadoria do Istituto Europeo di Design - IED São Paulo, coordenada por Ricardo Peruchi, a mostra é uma oportunidade para o público brasileiro conhecer a história da Vespa que, em período de intensas transformações sociais e econômicas, foi importante protagonista não só na Itália, onde foi criada, mas em toda a Europa e em outros países ao redor do mundo. "A exposição dedicada à Vespa no Brasil pretende ir além do significado relativo à tecnologia e à engenharia mecânica. Por trás das formas muito familiares do simpático scooter surge a nítida sensação da marca italiana", afirma Renato Poma, diretor do Instituto Italiano de Cultura. "O certo é que deixa todos curiosos para saber onde estão as raízes de um sucesso tão extraordinário". Desde o seu lançamento, em 1946, mais de 17 milhões de unidades da Vespa foram comercializadas em todo o mundo. 

 "Essa mostra revela o quão significativo pode se tornar um produto para além das questões técnicas e de mercado intrínsecas ao universo da produção industrial", explica Miriam Lerner, diretora geral do MCB. "São valores culturais construídos a partir de um produto que atravessa gerações em decorrência da qualidade de seu design."

Inicialmente, "Vespa: um ícone italiano" situa o visitante no tempo em que a motoneta foi desenhada, passando pelo lançamento e comercialização pela companhia Piaggio, em abril de 1946. A exposição apresenta detalhes da tecnologia e design empregados na produção da Vespa ao longo das últimas décadas. Fãs da motoneta e o público em geral poderão conferir de perto modelos históricos, além de conhecer os principais momentos de sua trajetória no Brasil.


Relacionada ainda a emancipação da mulher no fim da Segunda Guerra, a Vespa se tornou símbolo da independência feminina por meio da publicidade, como é mostrado na exposição em cartazes de cinema, anúncios publicitários e outras imagens, entre elas a aparição de Audrey Hepburn e Gregory Peck no filme "Roman Holiday - A princesa e o plebeu", montados na motoneta que virou objeto de desejo, capaz de passar por sete décadas sem perder o charme.

A primeira exposição da Vespa do Brasil é uma realização do MCB e do Instituto Italiano de Cultura de São Paulo, em colaboração com a Fondazione Piaggio di Pontedera, do Museo Piaggio, do Centro Multimediale del Cinema e da Scooteria Paulista, com produção da Arteon Inteligência Cultural.



História da Vespa no Brasil
Produzida em pequena escala pela primeira vez em Gênova no ano de 1946, a Vespa foi concebida pelo engenheiro Corradino D'Ascanio, da indústria Piaggio de Pontedera, para ser prática e funcional. Com inovações mecânicas que simplificavam a direção e manutenção, logo ela se tornou um sucesso comercial do pós-guerra e um meio de locomoção de massa.

Presente no Brasil desde o final dos anos 1950, a motocicleta foi o transporte de famílias inteiras, com uso diversificado tanto para o lazer como para fins utilitários, constituindo um capítulo marcante no crescimento do país e alimentando sonhos de muitos brasileiros. Entre 1958 e 1964, por meio da empresa Panauto - licenciada pela fabricante original Piaggio -, os primeiros modelos da Vespa foram montados no Brasil. Foi nos anos 1980, no entanto, que a motoneta viveu seu apogeu no país, com a Motovespa, companhia que chegou a ter 140 revendas autorizadas espalhadas desde Manaus, onde os veículos eram produzidos, até Porto Alegre. Os brasileiros viviam, neste período, a redemocratização política em que difundiram-se muito os ideais de juventude e liberdade. Nesse cenário, foi natural a popularização da Vespa, símbolo italiano no qual estes conceitos eram facilmente identificáveis, pois esta era, à época, o transporte de duas rodas mais fam oso do mundo.

Devido ao desenho inovador para a época, a Vespa já foi exposta em inúmeros museus de design, arte moderna e ciência e tecnologia. Ela faz parte do acervo permanente do Triennale Design Museum, em Milão, e do Museum of Modern Art (MOMA), em Nova York.



Sobre o Museu da Casa Brasileira
Museu da Casa Brasileira se dedica às questões da cultura material da casa brasileira. É o único do país especializado em design e arquitetura, tendo se tornado uma referência nacional e internacional nesses temas. Dentre suas inúmeras iniciativas, destaca-se o Prêmio Design MCB, realizado desde 1986, e o projeto Casas do Brasil, que promove um inventário sobre as diferentes tipologias de morar no país.

Sobre o Instituto Italiano de Cultura
Istituto Italiano di Cultura de São Paulo, fundado em 1945, é um órgão oficial do Governo Italiano, com sede na histórica mansão de Av. Higienópolis, 436. O edifício, construído nos anos 20, em estilo neoclássico, hospeda os escritórios administrativos e dispõe de uma sala biblioteca e um espaço destinado à sala multimídia. A presença de 25 milhões de italianos e descendentes de italianos no Brasil confere ao Istituto uma tarefa importante e delicada: manter vivas e reativar os valores da tradição e as ligações com a cultura de origem da comunidade que aqui chegou por ocasião do primeiro fluxo migratório em 1880 e que nunca mais se interrompeu; e enriquecer o panorama cultural com iniciativas voltadas não somente à promoção da língua e cultura italianas, mas também com ações de cooperação entre italianos e brasileiros em uma mútua troca de competências, experiências que visam a favorecer um eficaz câmbio intercultural. 

SERVIÇO:
Exposição "Vespa: um ícone italiano - História, Cultura e Design
Visitação: até 3 de agosto

Realização: MCB e Instituto Italiano de Cultura de São Paulo
Produção: Arteon Inteligência Cultural
Apoio: Embaixada da Itália no Brasil, Fondazione Piaggio di Pontedera, Museo Piaggio, Centro Multimediale del Cinema e Scooteria Paulista

Local: Museu da Casa Brasileira
Av. Faria Lima, 2.705 - Jd. Paulistano
Tel.: (11) 3032-3727

Visitação
De terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos: R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada)
Gratuito aos sábados, domingos e feriados

Acesso a pessoas com deficiência / Bicicletário com 20 vagas
Estacionamento pago no local

Visitas orientadas: (11) 3032-2564 / agendamento@mcb.org.br

terça-feira, 29 de julho de 2014

Estréia peça Submarino em Sao Paulo

Em Submarino, Léo Moreira assina
texto inédito em nova montagem
do diretor Pedro Granato

A trama acontece o tempo todo dentro de uma piscina cenográfica. A peça é o resultado da primeira parceria entre o diretor Pedro Granato e o autor Léo Moreira (da Cia Hiato). O texto inédito foi criado para o projeto Conexões 2013, uma produção da Escola Superior de Artes Célia Helena em parceria com o Teatro Pequeno Ato

Uma turma de adolescentes sempre se encontra na piscina onde praticam natação. Uma morte inesperada abala a relação de todos. Agora, o grupo de amigos precisa lidar com aperplexidade, entendimento e superação da perda. Texto inédito de Léo Moreira com direção de Pedro Granato - que dirigiu recentemente Quanto Custa?; de Bertolt  Brecht e Il Viaggio; adaptação de Marcelo Rubens Paiva para texto inédito de Federico Fellini -, a peça Submarino estreia dia 2 de agosto, sábado, às 20 horas, no Teatro Cultura Inglesa, em Pinheiros.

No elenco, Bárbara SgarbiCelina VazGabriel TavaresJonatan JustolinManuela PereiraMatheus PolimenoPedro Monteiro e Victoria Martinez. A temporada segueaté 17 de agosto, com sessões aos sábados, às 20h e domingos, às 19h.

A montagem investe na plasticidade das cenas e nos movimentos coreografados para contar uma história sensível de superação do luto e do surgimento de novos sentimentos. O local de encontro da turma tem como único cenário a piscina onde praticam natação.

A história se passa durante um ano e mostra como cada personagem lidou com a situação e como suas vidas e sentimentos foram transformados. A peça trata de questões que envolvem a morte e de como as pessoas atravessam um acontecimento trágico como a perda de uma pessoa tão jovem. Algo que deixa marcas em todos os envolvidos.

O texto revela fragmentos da vida dos personagens com grandes saltos temporais. Os atores usam seus próprios nomes para se apropriar melhor da história que estão contando e parte dos ensaios aconteceram numa piscina de verdade o que foi fundamental para definir movimentos e sensações em cena.

Para o diretor, Pedro Granato, o texto é muito provocativo. “Trata-se de um tema denso e profundo que não é normalmente associado aos adolescentes. Os diálogos são sensíveis e as marcações muito sugestivas, pois deixam espaço para criação. O fato da peça toda se passar em uma piscina é um grande desafio para a encenação, por isso também assino a luz e o cenário, pois estava intrinsicamente ligado a direção. É um espetáculo muito visual”, comenta.

Léo Moreira - autor e diretor da Cia Hiato, premiado três vezes com o Prêmio Shell de melhor autor - escreveu a peça especialmente para o Projeto Conexões, uma parceria entre o National Theatre de Londres, British Council e Cultura Inglesa com realização da Escola Superior de Artes Célia Helena.
Submarino é a primeira parceria entre Pedro Granato e Léo Moreira. O diretor comemora o resultado da união desses dois universos.  “Léo é um dramaturgo generoso. Ele não define como as cenas têm que ser. Mesmo sendo diretor ele deixa muito espaço para ser completado e isso é um prazeroso desafio de inventar a peça visualmente, achar o equivalente em música, imagem e movimento para rubricas livres e poéticas”.

Cenografia e Figurino
Com estética minimalista, o cenário é uma plataforma de madeira forrado com lona de piscina. Os atores utilizam a parte superior e inferior do cenário sugerindo diferentes espaços de até 8 raias. Nas extremidades tem um trampolim e uma escada. Os figurinos seguem a mesma paleta de cores criando uma impessoalidade entre os personagens e sua fusão com o ambiente da peça. Maiôs de banho, toalhas e camisetas em tons entre o preto e azul, além de todos os elementos cênicos, remetem aos tons azulados e ao universo da natação. O único elemento vermelho é uma toalha submersa que personifica a morte de um personagem.

A iluminação propõe um jogo sinestésico ao investir em diversos tons de azul para ressaltar a piscina. Um ciclorama preenche o fundo e cada raia tem luzes independentes manipuladas pelos atores. Os cubos cobertos de azulejos de fundo de piscina reforçam a sensação de solidão e a claustrofobia que a água traz após o afogamento.

“Como na peça sugerimos mergulhos e nados, busquei imagens fortes que pudessem indicar essas ações. Criei um cenário que sugere mudanças de ângulo. Em alguns momentos, é como se você estivesse vendo a piscina de cima. Outras vezes, o cenário é um trampolim e uma raia ou até mesmo o fundo da piscina. E para transformar o cenário foi fundamental o recorte da iluminação. Por isso, utilizo luzes que os próprios atores manipulam e o ciclorama para dar a sensação de estar imerso”, explica Granato.

Sobre Leo Moreira
Leo Moreira é dramaturgo e diretor da Companhia Hiato, de São   Paulo,  mestre  em  Dramaturgia pela   Universidade de São Paulo. Estreou como autor e diretor com a peça Cachorro Morto (2008) e com o texto seguinte, Escuro, recebeu o Prêmio Shell 2011 de Melhor Autor. Com O Jardim recebeu 19 indicações aos principais prêmios do país e venceu o Prêmio Shell 2012 como Melhor Autor, além do Prêmio APCA 2012 de Melhor Direção, Prêmio Governador do Estado de São Paulo – Melhor Espetáculo, e Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro – Melhor Autor e Melhor Espetáculo. Também são de sua autoria Bagagem (finalista do Prêmio Luso Brasileiro de Dramaturgia), Dois PássarosPrometheus – a Tragédia do Fogo (espetáculo selecionado a participar dos Festivais de Avignon e Edimburgo e indicado a três Prêmios Shell 2012, indicado a Melhor Autor Prêmio CPT 2012,) e Menor que o Mundo, da Cia Nau de Ícaros, que também dirigiu. Dirigiu o espetáculo O Silêncio Depois da Chuva (indicado a 2 Prêmios Shell 2012) e escreveu e dirigiu o Projeto Ficção e Ficções II, da Companhia Hiato. É um  dos  roteiristas  do  longa-metragem A  noite  do  Halley   e de séries para a televisão.

Sobre Pedro Granato
Formado  pelo  Curso  de   Cinema  e  Vídeo  da  ECA/USP.  Dirigiu  as  peças:  Quanto   Custa?, de Bertolt  Brecht;;  Il  Viaggio,  de  Marcelo   Rubens  Paiva,  inspirado  em  roteiro  inédito  de Fellini; Navalha  na  Carne,  de  Plínio  Marcos,  com  Gero  Camilo,   Gustavo  Machado  e  Paula Cohen; Criminal,  texto  do   argentino  Javier  Daulte;  O  Grande  Mágico  Mistério   escrito  em parceria  com  os  mágicos  Ricardo  Malerbi  e   Celio  Amino,  selecionado  como  melhores  do  ano no   Teatro  Alfa;  Made  in  Brazil,  a  partir  de  texto  de   Chico  Buarque.  Montagem indicada  a Melhor  Direção  no   Prêmio  Nascente  em  2002,  entre  outros.

Dirigiu o grupo  IVO  60  por  13 anos,  sendo   contemplado  5  vezes  pelo  Programa  Municipal  de Fomento   ao  Teatro,  criando 5 peças  apresentadas  por  todo  país.   Foi  assistente  de  direção de Laís  Bodanzky  em Menecma, de  Bráulio  Mantovani  com  estreia  no  Teatro  do  SESI  – Paulista. No  cinema  dirigiu  o  curta-metragem  Uma   Tragédia  Brutal,  premiado  como  Melhor  Direção  no 1o.  Panorama  Latino Americano  de  Cinema  Universitário,   realizado  em  2004,  Melhor  Filme  do Festival  MUV-MAES  do  Espírito  Santo  e  Menção  Honrosa  no  Santa  Maria  Cine   e  Vídeo  no Rio  Grande  do  Sul em  2005.  Atualmente   leciona Interpretação na  Escola  Superior  de  Artes   Célia Helena e no Teatro-Escola Célia Helena.

Escola Superior de Artes Célia Helena
Dirigida pela atriz Ligia Cortez, a Escola Superior de Artes Célia Helena – ESCH, desde o início de suas atividades em 2008, tem como umas das ações mais importantes dar continuidade ao programa de estudos e de investigação prática e teórica sobre as artes cênicas instauradas há 37 anos pelo Teatro-escola Célia Helena. Fomentar o diálogo e a interface do teatro com as diversas linguagens artísticas, promover e estimular a autonomia criativa e a participação em processos de criação são alguns dos fundamentos artístico-pedagógicos desenvolvidos pela instituição.

FICHA TÉCNICA:
Direção, luz e cenário: Pedro Granato.  Dramaturgia: Léo Moreira. Figurinos:  O grupo. Trilha sonora original: Pedro Monteiro. Assistente de direção: Gabriela Gama.Operação de Luz: Matheus Heck. Elenco: Bárbara Sgarbi, Celina Vaz, Gabriel Tavares, Jonatan Justolin, Manuela  Pereira, Matheus Polimeno, Pedro Monteiro e Victoria Martinez.  Cenotécnico: Mateus Fiorentino. Realização: Escola Superior de Artes Célia Helena e Pequeno Ato.

Teatro Cultura Inglesa - Rua Dep. Lacerda Franco, 333. Pinheiros. Temporada: 2 a 17 de agosto - Sábados, às 20h e domingos, às 19h.Entrada franca. Retirada de ingressos uma hora antes de cada espetáculo. Duração: 50 minutos. Classificação: 14 anos.


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Verão em Sao Paulo- LEO MANCINI SE APRESENTA NO PARQUE DA JUVENTUDE

LEO MANCINI SE APRESENTA NO PARQUE DA JUVENTUDE




O cantor Léo Mancini se apresentará no próximo domingo, dia 02 de fevereiro às 16h no Parque da Juventude. O show faz parte da quarta edição do Projeto Verão Alpha FM.

Além do show, a rádio oferece gratuitamente diferentes atividades aos visitantes.

Pensando no bem estar e na saúde de seus ouvintes, o espaço montado pela emissora traz atividades físicas com aulas de zumba, yoga, fight, alongamento e ginástica aeróbica. Quem quiser saber como anda a saúde terá a oportunidade de fazer uma avaliação física e receberá de quebra dicas de uma equipe de nutrição. Para relaxar, a rádio disponibilizará as sonhadas massagens express.

A criançada também se diverte. Oficinas de jardinagem, pintura, maquilagem infantil e apresentações teatrais estão à disposição dos pequenos.

Quem não puder comparecer ao show do cantor Léo Mancini no Parque da Juventude, ainda terá a oportunidade de vê-lo no Parque Villa Lobos, no dia 09 de fevereiro.

01 e 02 de fevereiro – PARQUE DA JUVENTUDE

08 e 09 de fevereiro – PARQUE VILLA-LOBOS







terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Arte em Voga

O Museu de Arte Sacra de São Paulo, cujo diretor é Luiz Henrique Marcon Neves, inaugurou a expô "Presépios - Um Olhar - Uma História " com a presença de convidados e artistas. O texto do catálogo, também, foi muito elogiado,e, tem a assinatura de César Giobbi.

 Glorinha Baumgart e Jorge Brandão
 Diretor do Museu de Arte Sacra, Luiz Henrique Marcon Neves
 Jornalista César Giobbi
Glorinha Baumgart e Jorge Brandão

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Estréia no Brasil- Novas Artes do longa "Frankenstein Entre Anjos e Demônios"

Playarte- Elda e Othelo Coltro apresentam:
Confira as novas artes para a divulgação do filme "Frankenstein Entre Anjos e Demônios" 
                                           

Confira as novas artes da tão esperada produção cinematrográfica "Frankenstein – Entre Anjos e Demônios” (I, Frankenstein), com data de estreia mundial no dia 23 de janeiro nos formatos 3D, Imax e XD. O filme é baseado na HQ “I, Frankenstein”, de 2012, escrita por Kevin Greviouxm, que explora de forma incrível as clássicas imagens e histórias de horror gótico, como gárgulas, demônios Mr. Hyde, Homem Invisível, Corcunda de Notre Dame e Drácula.
                                                             
A direção fica por conta do talentoso Stuart Beattie (roteirista dos filmes da série “Piratas do Caribe”). O longa de aventura e fantasia é estrelado por Aaron Eackhart (Batman: O Cavaleiro das Trevas e Invasão a Casa Branca), e narra a história do monstro de Frankenstein, agora com o nome de Adam, que sobreviveu até os dias de hoje. Agora, tentando encontrar seu próprio caminho, ele acaba se envolvendo em uma guerra entre dois clãs imortais em uma cidade ancestral chamada Darkhaven. 
                                                                                 
Elenco: Aaron Eckhart (“Obrigado Por Fumar”, “Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Miranda Otto (“O Senhor dos Anéis”), Yvonne Strahovski (das séries “Dexter” e “Chuck”), Bill Nighy (“Anjos da Noite”). 
Confira ao trailer oficial abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=weyYQc2S7sQ&feature=c4-overview&list=UUlUreBFbqRa3M0o3isRASGA