quinta-feira, 2 de maio de 2013

MARCIO GARCIA DIRIGE ANDY GARCIA

O ator Márcio Garcia está comemorando o sucesso de seu atual trabalho: dirigir o filme “Angie”, além, é claro, de ter dirigido o ator Andy Garcia. Tudo isso ele conta em um bate papo no Programa Amaury Jr. desta sexta-feira, dia 3 de maio, com a repórter Laura Wie, durante a pré estreia do filme, no Cinemark do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo.

O filme conta a história de uma jovem artista brasileira que vive com a mãe e por ter um relacionamento desgastado resolve viajar para a Califórnia. O elenco conta com as participações de Chistiane Torloni, Carol Castro, Camilla Belle, Juliette Lewis, Colin Agglesfield, John Savage e do astro hollywoodiano, Andy Garcia.

“Antes de Andy Garcia aceitar ser dirigido por mim, conversamos por duas horas no Skype, tive que trazer todos os detalhes do personagem em duas horas de conversa. Ele adorou e aceitou na hora!”, conta o diretor.

O “Programa Amaury Jr.” vai ao ar todos os dias, de terça a sexta-feira, à meia-noite, pela Rede TV!. O “Amaury Jr. Show” vai ao ar todos os sábados, a partir das 19h40.

*Foto: Carol Mendonça

ACADEMIA DAS ERUDITAS - VENHA RIR COM ELAS !!!

REESTREIA 


Devido ao sucesso de público o espetáculo Academia das Eruditas terá mais uma temporada no Teatro Augusta.



ACADEMIA DAS ERUDITAS
Livre adaptação da obra “AS ERUDITAS” de Molière
Sinopse: 
Crisálido, Burguês do século XVII tem duas filhas: Armanda, pretensa erudita como sua madrasta Filaminte; e Henriquete, jovem pé no chão cujo maior interesse é se casar. As jovens disputam Leandro que fora preterido por Armanda, enquanto Henriquete é obrigada a se casar com Tricotô, um pseudo-intelectual pedante interessado apenas no rico dote da moça.

Ficha Técnica: 
Texto: Livre Adaptação da obra "As Eruditas" de Molière
Direção e figurinos: Jolanda Gentilezza
Cenário: Gilberto Matté
Preparação Vocal: Rael Godoy
Operação de luz e som: Tuane Barbosa
Assessoria de imprensa: Leonardo Almeida e Giovana Cardoso
Fotos: Marcos Souza
Design: Cássio Manga
Elenco: Lígia Hsu, Guilherme Vale,Daniela Dams, Laís Blanco, Priscila Ioli, Jolanda Gentilezza, Pablo Zorzetto, André Cunha e Rael Godoy.
 

Serviço:
Teatro Augusta - Sala Experimental (capacidade 50 lugares)
Horários: Sextas às 21:30h, Sábados às 21h e Domingos às 19h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada, mediante apresentação de comprovante)
Gênero: Comédia
Duração: 80 minutos
Classificação: 10 anos
Temporada de 03 de maio a 07 de julho

Saiba mais em: 



Gilberto Gil faz show durante o 12º FÓRUM DE COMANDATUBA

Gilberto Gil encantou os convidados do 12º Fórum de Comandatuba, promovido pelo LIDE - Grupo de Líderes Empresariais, durante show de encerramento do evento, que aconteceu no hotel Transamérica (BA), entre 27 e 30 de abril. O cantor baiano fez ainda uma homenagem ao centenário do poeta Vinicius de Moraes, e incluiu no seu repertório as músicas Chega de Saudade, Formosa e A Felicidade, na noite de 29 de abril.

(Foto: Tiago Archanjo)

SP Cultural= Com direção de Roberto Alvim Invasor(es) estreia dia 17 de maio no Sesc Pompeia

Roberto Alvim dirige Paula Cohen

e Joca Andreazza em Invasor(es)

Com ação ambientada no campo, durante a época das chuvas, a peça trata da complexidade das relações afetivas entre um homem e uma mulher

Uma cidade alagada, a ameaça de um acampamento que cresce a cada dia e o embate iminente de nativos e capangas a mando de patrões. Nessa topografia, um homem e uma mulher vivem uma história de afeto dissimulado e dependência mútua. Com texto inédito de Beatriz Carolina Gonçalves e direção de Roberto Alvim, a peça Invasor(es) estreia dia 17 de maio, sexta-feira, às 21 horas, no Espaço Cênico do Sesc Pompeia.

Paula Cohen e Joca Andreazza dão vida aos personagens, em diálogos ágeis, permeados por vazios, que deixam ao espectador a tarefa de preencher as lacunas, relacionando as informações e desvendando as relações subterrâneas ao discurso.

A ação se passa no campo, onde vivem Ele e Ela. Durante a época das chuvas, o volume das águas de uma represa local ameaça inundar as plantações. Um grupo de fazendeiros da região decide então abrir as comportas da represa, inundando a cidade que fica rio abaixo. Além das consequências do ato irreversível, um acampamento amedronta os donos da terra. É nesse contexto violento e perigoso, acuados pela presença inesperada de um intruso, que os personagens revelam sua história.

A autora incorpora as rubricas ao texto dramático e estabelece uma base lógica entre um dilema moral, ou a ausência dele, diante da cumplicidade com a violência e o torpor que acomete os personagens. “Em 2010, devido às chuvas, as represas em várias partes do Estado estavam em seu nível máximo. Li num blog que, numa cidade do Interior, a população se organizou e abriu as comportas do reservatório local. O ato ficou na minha cabeça e deu origem ao argumento da peça”, explica a autora.

Para o diretor Roberto Alvim, a trama flutua entre aspectos políticos e psicanalíticos. ”Um casal proprietários de um latifúndio defende-se da ameaça de invasão por locais, ao mesmo tempo em que, fechados em uma casa de fazenda claustrofóbica, vivem imersos em uma relação doentia, carregada de tensão sexual. A relação de posse termina mergulhando ambos em uma vertigem de memórias e emoções contraditórias.”

A peça está focada na relação que mantém unidos os personagens, mas a violência do entorno não deixa de dar cor à ação. “Acho extremamente oportuno discutir a violência no campo e a degradação do meio-ambiente, pois são questões urgentes, e pouco discutidas em nossa literatura dramática. Mas que ninguém espere um texto político. A história gira em outra chave: a do afeto, rejeição e dependência entre os personagens”, diz a autora.

A montagem
A encenação de Alvim procura desvelar essas possibilidades e confrontar o espectador com o fato de que a esfera política e o campo do inconsciente se misturam de modo inseparável. “Trata-se de questões eminentemente atuais, ligadas à luta travada diariamente em nosso país, já há muito tempo. Embora trafegue por um caráter social urgente, também alcança temas ligados à posse e à proteção daquilo ou daqueles que supostamente nos pertencem. Aliás, quem é o invasor nesta obra?”, questiona o diretor.

A montagem segue a linha minimalista com a qual o diretor vem trabalhando. O cenário, assinado a quatro mãos por Simone Mina e Roberto Alvim, traz poucos elementos cênicos que remetem a uma casa de fazenda: uma cabeça de boi, troncos de madeira pelo chão, uma cadeira, um back light ao fundo.

Alvim foca o trabalho dos atores na palavra e na força do texto, na imobilidade corporal e na penumbra que filtra o olhar da plateia, ora permitindo e ora impedindo o público de ver as expressões faciais dos atores. “Ali está projetada uma estrutura do inconsciente. Procuramos nos colocar no lugar existencial em que a autora estava no momento da escritura”, conclui.  

Sobre o diretor Roberto Alvim

Roberto Alvim é dramaturgo, diretor e professor de Artes Cênicas. Lecionou Dramaturgia e História do Teatro em instituições como a Universidade de Córdoba (Argentina), a Escola Livre de Teatro (SP) e a Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, além de ministrar oficinas de dramaturgia em diversos Estados, a convite do MinC. Foi Diretor Artístico do Teatro Carlos Gomes (RJ), de 2001 a 2004, e do Teatro Ziembisnki (RJ), em 2005. É coordenador do Núcleo de Dramaturgia do SESI de Curitiba. Atualmente reside em São Paulo, onde dirige, desde 2006, a companhia Club Noir, dedicada a encenar obras de dramaturgos contemporâneos. Foi vencedor do Prêmio BRAVO! Prime de Melhor Espetáculo do ano, em 2009, com a peça O Quarto, de Harold Pinter e Prêmio Especial da APCA 2012 (Associação Paulista dos Críticos de Arte) pelo projeto Peep Classic Ésquilo.

Sobre a autora Beatriz Carolina Gonçalves 
Beatriz Carolina Gonçalves é jornalista e dramaturga. Nos anos 90, fez parte do Núcleo dos 10, grupo de estudos em dramaturgia coordenado por Luis Alberto de Abreu. Em 2002 integrou o Programa de Residência Internacional do Royal Court Theatre, um dos mais importantes centros voltados à dramaturgia contemporânea, sediado em Londres. Entre os textos que escreveu para o teatro estão Esvaziamento (direção de Luiz Valcazaras, 2007); Umzé, escrita com subvenção do Royal Court Theatre e apresentada em Londres (2004) e no Brasil (direção de Helio Cícero, 2007), e A Fedra (direção de Suzana Aragão, 2006), contemplada com o Fomento para Circulação de Espetáculos Teatrais, apresentada em São Paulo e em doze cidades do interior paulista.

É curadora de programas na área de jornalismo, arte e literatura, entre eles Sarau de ideias, Da Semana de 22 ao Mangue Beat, Ideias Onlin, Arte Contemporânea e Cultura Digital, Humor & Companhia, O Humor na Mídia e nas Artes, Jornalismo Literário, Radiografia Cultural: Periferia e Underground em SP, apresentados em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e em várias cidades do país, pelo Centro Cultural Banco do Brasil.

Sobre Paula Cohen

Atriz, formada pela Escola de Arte Dramática (EAD/USP). Entre os inúmeros espetáculos em que atuou, destacam-se Arena Conta Danton (direção Cibele Forjaz), Suburbia (Francisco Medeiros), Antes do Café (Celso Frateschi), Tartufo (José Rubens Siqueira), Cleide Eló e as Peras (Gustavo Machado), Navalha na Carne (Pedro Granato), A Noite Mais Fria do Ano (Rubens Paiva), Hamlet Máquina (Dimiter Gotscheff), A Doença da Morte (Márcio Aurélio). Na TV, participou dos humorísticos Sob Nova Direção (2004), Retrato Falado (2004) e Dias de Glória (2002), pela Rede Globo, e também da novela Canavial das Paixões, exibida pelo SBT, em 2002. No cinema, atuou nos curtas Parabéns (2005), Ímpares (2003) e Let's Try to Forget (2000), e nos longas Avassaladoras (2002) e Por Trás do Pano (1999).

Sobre Joca Andreazza
Ator, pesquisador, educador, diretor e tradutor. Em sua carreira como ator destacam-se os espetáculos: Aqui Não, Pantaleão (1989), A Bilha Quebrada (1993), Os Lusíadas (2002), como narrador do espetáculo, e Agreste (2004) que recebeu os prêmios Shell e APCA de melhor texto, além de sua indicação de melhor ator para o prêmio Shell e Prêmio Qualidade Brasil de 2004 (categoria drama); Anatomia Frozen (2009), prêmio Cooperativa Paulista de Teatro de Melhor Elenco. Participou de todos os festivais internacionais no Brasil com a peça Agreste e esteve representando o país como convidado do Festival de Teatro a Mil (no Chile, 2005) e em Berlim na Copa Cultural (2006). Apresentou-se com aulas-espetáculo sobre Charles  Baudelaire na Livraria da Vila e na Casa das Rosas em 2009 comemorando o ano da França no Brasil. Em 2012 participou da Mostra de Comemoração dos 20 anos da Cia Razões Inversas com as peças A Bilha Quebrada, de Heinrich Von Kleist, A Ilusão Cômica, de Pierre Corneille, Agreste, de Newton Moreno e Anatomia Frozen, de Briony Lavory. Em 2012, recebeu o prêmio APCA de Melhor Ator pelas peças A Ilusão Cômica e A Bilha Quebrada.

Para roteiro:
INVASOR(ES) – Estreia dia 17 de maio, sexta-feira, no Espaço Cênico do Sesc Pompeia. Autor: Beatriz Carolina Gonçalves. Direção e Iluminação: Roberto Alvim. Assistente de Direção: Marcelo Rorato. Elenco: Paula Cohen e Joca Andreazza. Direção de Produção e Administração: Texto Intermídia / Assessoria de Comunicação e Produção Cultural. Produção Executiva: Eliane Sombrio. Trilha Sonora: Fabrício Cardial. Assessoria de Imprensa: Arte Plural – Fernanda Teixeira. Fotografia: Arnaldo Pereira. Registro em Vídeo: Vanderlei Gussonato. Designer: Rodrigo Sommer. Acompanhamento Gráfico: Ricardo Santos.

SESC Pompeia – Rua Clélia, 93 – Pompeia – Telefone: (11) 3871-7700.
Temporada: De 17 de maio a 7 de julho. Sextas e sábados às 21 horas, domingo às 19hs. Ingressos: R$ 16,00 (inteira); R$ 8,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes). Recomendação etária: 16 anos. Capacidade: 50 lugares. Duração: 50 minutos.


MUSEU DA IMAGEM E DO SOM (MIS) HOMENAGEIA SILVIO BRITO

Silvio Brito é a atração de maio do projeto Notas Contemporâneas do MIS
O bate-papo musical com o compositor e intérprete acontece no dia 15, quarta-feira, às 20h. Durante a conversa com o jornalista Cadão Volpato, os principais trabalhos do artista serão interpretados por músicos convidados. Com 39 anos de carreira, o multi-instrumentista, compositor e intérprete Silvio Brito é considerado um dos principais nomes da música popular brasileira.
O projeto Notas Contemporâneas realiza a captura de depoimento oral, mídia esta que se destaca no Acervo MIS ao longo dos seus 40 anos, e apresenta ao público compositores e intérpretes de destaque.
Após focar em música de concerto nos anos de 2011 e 2012, o programa entrou em uma nova fase, aproximando-se da música popular brasileira. Já se apresentaram neste ano os compositores Renato Teixeira, Oswaldo Montenegro e Arrigo Barnabé.

Sobre o compositor

Irreverente, polêmico, místico, puro, romântico, o multi-instrumentista compositor e intérprete Silvio Brito, aos 39 anos de carreira é uma das estrelas pop da música popular brasileira.

Silvio Brito se apresenta desde os 6 anos de idade e aos 12 começou a tocar trombone, sax, violão e teclado. Foi quando compôs sua primeira música, iniciando uma trajetória que passou pelo rádio, televisão e por 40 gravações lançadas entre discos e CD’s que lhe renderam mais de 3 milhões de discos vendidos.

Foram vários os interpretes de suas obras, sendo inesquecíveis as suas gravações pessoais com Milton Nascimento, Wagner Tizzo, Héctor Costita, Nelson Ayres, Pau Brasil e Chiquinho de Morais. São incontáveis, as participações em programas de rádio e televisão, inclusive suas atuações como ator em vários espetáculos. A amizade com Raul Seixas foi marcada por homenagens recíprocas e citações.

Silvio Brito fez turnês nos Estados Unidos (New York, Miami, Boston, New Jersey, entre outras cidades menores), Espanha, Itália, Israel, Egito, Alemanha, Uruguai e Argentina. Sua versatilidade e os valores pessoais que cultiva fazem dele uma referência essencial para a história da música no Brasil.

Serviço:
Homenagem Silvio Brito
Data: 15 de maio 2013 - quarta-feira
Horário: 20h
Local: Auditório MIS – Av. Europa nº 158 - Jardim Europa
Ingressos: R$ 4,00 inteira / R$ 2,00 meia
Ingressos à venda na Recepção MIS ou através do site: www.ingressorapido.com.br
Meia-Entrada: Ingressos de meia-entrada serão vendidas apenas na bilheteria do MIS, mediante apresentação do documento. Na bilheteria do MIS o pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de débito.
Ponto de venda sem taxa de conveniência: Bilheteria do MIS de terça a sábado do 12h às 19h e aos domingos e feriados das 11h às 19h, Tel: (11) 2117.4777
Atenção: Acesso não permitido após o início do espetáculo, não havendo troca e/ou a devolução do dinheiro.
Classificação: Livre
Ar condicionado: Sim
Acesso e elevador para pessoas portadoras de necessidades especiais: sim

Segundo episódio de Mad Men vai ao ar nesta quarta (1º/5) na TV Cultura

Emissora iniciou a primeira das quatro temporadas da série que mostra a história de um famoso publicitário e de seu mundo na década de 1960

São Paulo, 30 de abril de 2013 – Nesta quarta-feira (1º/5), às 22h, vai ao ar o capítulo A vez das mulheres, o segundo da primeira temporada de Mad Men. A série, vencedora de quatro Globos de Ouro e 15 Emmys, estreou em 24 de abril na tela da Cultura, inaugurando sua passagem pela televisão aberta.

Neste episódio, Don Draper continua escondendo sua complicada vida pessoal, mesmo com o convite de Roger (John Slattery) para ele se abrir. Em paralelo, Peggy (Elisabeth Moss) sente desejo por Pete (Vincent Kartheiser), que ainda está em lua de mel. Além disso, defronta-se com outra missão: barrar o assédio de vários homens da Sterling Cooper.

Ambientada na Nova York dos anos 1960, Mad Men traz um retrato provocativo do mundo da publicidade, marcado por competições, jogos de interesse e muito dinheiro. Neste ambiente, os personagens jogam pesado, conduzem suas vidas de forma alucinada e se despem de qualquer escrúpulo para vender supostas verdades.

A série acompanha os passos de Don Draper (Jon Hamm), diretor de criação da agência Sterling Cooper, e de sua equipe de trabalho. Entre os integrantes do time estão Peggy Olson (Elisabeth Moss), Pete Campbell (Vincent Kartheiser), Joan Harris (Christina Hendricks) e Roger Sterling (John Slattery).

Brilhante publicitário e famoso entre as mulheres, sempre tem as melhores estratégias para as campanhas da empresa, coleciona prêmios, atrai grandes clientes e até cativa a concorrência. Em paralelo, sofre crises pessoais, o que o faz perder o controle e descontar tudo na bebida, no cigarro e nas mulheres.

Com realismo, Mad Men mostra como certos assuntos espinhosos eram tratados dentro e fora do mundo da publicidade americana como tabagismo, alcoolismo, adultério, homofobia, racismo, sexo e antissemitismo.

Mad Men é uma criação do produtor Matthew Weiner, que ocupou o mesmo posto na série Família Soprano. Já venceu nove Emmys pelos dois trabalhos. Em 2011, foi eleito uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista americana Time. A produção geral é da Lionsgate Television.

Serviço
Exibição: sempre às quartas, às 22h
Mais informações, no site www.cmais.com.br/madmen


CONVITE - Os Boêmios de Adoniran reestreia dia 4 de maio, às 21h, no Teatro APCD

Espetáculo Os Boêmios de Adoniran leva
samba paulistano para Teatro APCD

Musical com as canções de Adoniran Barbosa, conhecido também como “Poeta do Povo”, vai para os palcos da Zona Norte região da cidade sempre presente em suas composições. Em cena, destacam-se músicas como Acende o Candieiro, Saudosa Maloca, Trem das Onze, Samba do Arnesto, Viaduto Santa Efigenia, Abrigo de Vagabundo, entre outras

Um músico que soube como poucos cantar a cidade de São Paulo por meio de suas figuras no dia a dia. Suas composições passeiam pelos bairros mais distintos da capital, como Bexiga, Vila Esperança, Brás, Mooca, Vila Ré e Jaçanã. Toda a atmosfera do samba paulistano de Adoniran Barbosa (1910 -1982) vai para os palcos com o musical Os Boêmios de Adoniran. A montagem reestreia no dia 4 de maio, às 21 horas no Teatro da APCD e conta com a direção de Milton Machado, texto de Juliana Lucilha e direção musical de Thiago Henrique. No elenco, estão os atores Amanda Carvalho, Eduardo Osório, Elvira Cardeal, Clara Nascimento, Jorge Derosa, Juliana Lucilha, Marcelo Franzolin, Patrick Aguiar, Ranniere Herdy,Tálita Yabusaki e Thiago Henrique.

O musical é vencedor do Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro 2010, na categoria Projeto Sonoro e Melhor Espetáculo no Festival de Teatro de São Paulo 2011. Na trama, João e Jacó, um velho Turco, revivem momentos de pura boemia com a interpretação e performance dos atores/dançarinos, além de cinco músicos, nas canções de Adoniran Barbosa.

A dramaturga Juliana Lucilha fala sobre o alcance do espetáculo “A montagem tem um apelo popular e artístico, atinge pessoas de várias gerações desde idosos a crianças. A história é uma homenagem a esse ícone da música brasileira e tem uma leitura nostálgica ao mesmo tempo, uma valorização da memória. Os personagens parecem que saíram de uma das músicas do Adoniran.”

Em cena, destacam-se canções como Acende o Candieiro, Saudosa Maloca, Trem das Onze, Samba do Arnesto, Viaduto Santa Efigenia, Abrigo de Vagabundo, entre outras.
Figurinos e cenário remetem a uma São Paulo dos anos 50. O flashback é um dos recursos mais utilizados para fazer essa volta no tempo com os personagens que estão situados nos anos 80. A iluminação enfatiza ainda mais esse artifício cênico.

“Adoniran Barbosa foi um ator frustrado, fez interpretações em rádio e levou seu olhar apurado para a música ao fazer um retrato social paulistano com um tom bem humorado. Esses fatores o deixaram imortalizado, influenciando outros músicos da cidade de São Paulo, quanto de outros estados como Rio de Janeiro”, conta a dramaturga.

O Teatro APCD completou um ano de funcionamento e mantém uma programação ininterrupta com espetáculos dos mais variados estilos. Desta vez, o palco recebe um musical com as canções de Adoniran Barbosa, conhecido também como “Poeta do Povo”, que virou referência ao colocar em versos pontos conhecidos da capital paulista. A Zona Norte – região do teatro - sempre esteve presente em suas composições: o bairro do Jaçanã ficou eternizado no sucesso Trem das Onze, principalmente com a interpretação do grupo Demônios da Garoa, que gravou a música em 1965.

O espaço, inaugurado no mês de março de 2012, funciona no interior da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD). Com 1.662m², o espaço tem 800 lugares na plateia e 44 lugares distribuídos por dois camarotes. Com projeto arquitetônico de Heitor Coltro, o local possui poltronas vermelhas estofadas, palco de 7 por 6 metros, boca de cena de 16m por 5.80m.

Repertório Musical
No Morro da Casa Verde - Adoniran Barbosa
A Promessa de Jacó – Américo Campos / Demônios da Garoa
Saudosa Maloca - Adoniran Barbosa
Tiro ao Álvaro - Adoniran Barbosa
Tocar na Banda - Adoniran Barbosa
Trem das Onze -  Adoniran Barbosa
Acende o Candieiro - Adoniran Barbosa
Samba do Arnesto - Adoniran Barbosa
Viaduto Santa Efigenia - Adoniran Barbosa
Prova de Carinho - Adoniran Barbosa
As Mariposa - Adoniran Barbosa
Iracema - Adoniran Barbosa
Abrigo de Vagabundo - Adoniran Barbosa
Vide Verso Meu Endereço - Adoniran Barbosa

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Amanda Carvalho, Eduardo Osório, Elvira Cardeal, Clara Nascimento, Jorge Derosa, Juliana Lucilha, Marcelo Franzolin, Patrick Aguiar, Ranniere Herdy,Tálita Yabusaki e Thiago Henrique. Músicos: Anderson Sono, Gledson Silva, Paulinho Farias, Leonardo Ferreira, Marcelo Brandão e Vitor Ramos. Direção: Milton Machado. Texto: Juliana Lucilha. Direção Musical: Thiago Henrique. Coreografia: Juliana Lucilha. Assistência Coreografia: Amanda Carvalho. Figurinos: Carlos Alberto Gardin. Produção: Cia Interiorando. Cenografia: Newton Saiki. Iluminação: Ligia Chaim.


PARA ROTEIRO:

Teatro APCD. Endereço: R: Voluntários da Pátria, 547 – Santana (Próximo ao metrô Tietê). Temporada: 04/05 até 16/06. Sábados às 21h e domingos às 19h. Bilheteria: 3223-2424. (Quarta a Sábado das 15hs as 22hs e Domingos as 15hs às 20hs) ou pelo site: www.ingresso.com e 40032330. Classificação: 12 anos. Duração: 70 Minutos. Preço: R$ 30 (Inteira) e R$ 15,00 (Meia) e R$10 (Idosos, acima de 60 anos e associados da APCD.