segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

DISNEY CHANNEL LANÇA PRIMEIRO TEASER E SINOPSE OFICIAL DE "DESCENDENTES 3" ! Confira o primeiro teaser de "Descendentes 3," filme original Disney Channel

https://cronicasovadia.blogspot.com/2019/02/baby-sitter-o-filme-maldito-de-rene.html

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"Descendentes 3" Teaser em Português
Link: http://youtu.be/lOZRuJrBBsYFotos: http://goo.gl/vHge1
No terceiro filme da saga, os filhos adolescentes dos vilões mais célebres da Disney – Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) – retornam à Ilha dos Perdidos, uma ilha proibida habitada pelos vilões e cercada por uma barreira mágica que inibe a magia e escape, com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon.

Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança de Auradon, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma (filha de Úrsula) e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos VK's salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas.

#Descendentes3 estreia no segundo semestre de 2019, no Disney Channel.


Por Aline Saadia, Editora assistente


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Com trajetória consolidada no teatro, no cinema e na televisão, o atorHenrique Taubaté Lisboa comemora seus 50 anos de carreira no novo espetáculo da COMMUNE, a comédia “Na Cama Com Molière”, dirigida pelo encenador inglês John Mowat. Estão previstas 30 apresentações, que acontecem no Teatro COMMUNE, entre 9 de fevereiro e 21 de abril, às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).


O texto é uma adaptação de “O Doente Imaginário”, a última peça escrita por Molière (1622-1673) e que marcou a derradeira vez que ele subiu aos palcos. O dramaturgo francês sofria de uma tuberculose em estágio avançado e morreu algumas horas depois de concluir a quarta apresentação da montagem original.
Publicada em 1673, a obra narra as peripécias de Aragão, um velho hipocondríaco que é incentivado por seu médico a testar novos tratamentos e remédios para todas as suas doenças imaginárias. Além disso, a segunda esposa de Aragão é a interesseira Beline e ele sonha casar sua filha Angélica com o filho de um amigo médico – só para ter um doutor na família.
A encenação, que acontece toda em cima de uma cama em um hospital, cria uma reflexão sobre o medo iminente da morte, a solidão do mundo contemporâneo e outros temas comuns à obra do autor, como a cobiça, o egoísmo, a charlatanice e a arrogância.  Trata-se de uma sátira bem atual sobre a poderosa indústria da medicina.

O diretor John Mowat desenvolve um teatro que comunica ideias levando em conta o aspecto visual da cena, sem deixar de criar um diálogo efetivo entre o lado cênico, o texto e as sonoridades das produções. Em suas montagens, nenhum elemento se sobrepõem ao outro. “Eu me interesso muito pelo equilíbrio entre o físico e o visual no teatro. A Commedia Dell ’Arte é algo que está sempre presente nas minhas montagens”, diz o diretor.
“A maneira como o John conduz as improvisações do teatro físico é interessante. E, para mim, do alto dos meus 73 anos, tenho que prestar muita atenção para ir juntando tudo no cérebro, para filtrar e ver como conduzo, como resolvo. Trabalhar com o John é aquilo que eu digo: o ator tem sempre as suas surpresas. Seja de onde vier a opinião, o diretor ou o espectador, o ator está sempre aprendendo”, conta Taubaté.
Para dar vida à história, o elenco escolhido foi Henrique Taubaté Lisboa, Wilma de Souza, Augusto Marin, Fabricio Garelli, Dulcinéia Dibo e Paulo Dantas. “Nós trabalhamos juntos jogando e brincando até formarmos a peça a partir destas improvisações. Não tem truques ou segredos, é apenas uma questão de bagunçar tudo”, afirma Mowat.

50 ANOS DE CARREIRA DE HENRIQUE TAUBATÉ LISBOA


Henrique Taubaté Lisboa e John Mowat no ensaio de “Na cama com Molière”
 Crédito: Jamil Kubruk
“Cinquenta anos... Sendo ouvido, assistido e aplaudido. Vi, abrir e fechar muitos panos. Agora que tenho mais tempo, pra assistir, ouvir e aplaudir.... perdi minhas ferramentas de espectador (mas não as ‘ferramentas’ de Ator)! Portanto, continuo e continuarei dentro dessa caixa mágica que sempre amei! Ator não tem idade, sexo ou ‘deficiência’, o Ator está acima disso. O Ator se transforma, e é transformador”, diz Taubaté.
Henrique Taubaté Lisboa iniciou sua carreira de ator em 1968, quando fundou o Grupo de Teatro da Cidade (GTC) em Santo André, ao lado de Heleny Guariba, Sônia Guedes, Antônio Petrin, Silvia Borges, Sonia Braga e outros. Hoje, aos 72 anos, ele mantém uma vida teatral ativa, mesmo com problemas de audição e visão.
Ao longo desses anos, atuou em mais de 40 espetáculos, como “Evangelho Segundo Zebedeu” (Cezar Vieira), “O Barbeiro De Sevilha” (Beumarchais), “Jesus Homem” (Plínio Marcos), “O Mercador De Veneza” (Willian Shakespeare) e “Bixiga” (Um Musical na Contramão de Enéas C. Pereira, Edu Salemi e Ana Saggese).
Ele também participou de mais de 30 filmes, entre eles “Nasce Uma Mulher” (Dir. Roberto Santos), “A Marvada Carne” (Dir. André Klotzel), “O Príncipe”  (Dir. Ugo Giorgetti), “Os Narradores De Javé” (Dir. Eliane Caffé), “Mário” (Dir. Hermano Penna), “Família Vende Tudo” (Dir.Alan Fresnot), “Causa E Efeito” (Dir. André Marouco), e em várias novelas, seriados e programas da TV Cultura.
“Eu tenho muito orgulho de ter completado 50 anos nesta profissão e de ter vivido somente como ator. Foi exatamente isso que me deu essa felicidade de, aos 73 anos, estar nos palcos, nos tablados da vida”, comenta Taubaté.
OFICINA COM JOHN MOWAT
Além de dirigir “Na Cama Com Molière”, o diretor inglês John Mowat ministra a “Oficina de Comédia Física e Visual” no Teatro COMMUNE, entre 11 e 15 de fevereiro, das 19h às 23h. O objetivo da atividade é criar personagens e cenas a partir da linguagem física e visual, explorando e pesquisando recursos corporais e vocais.
Para se inscrever é preciso pagar uma taxa com preço promocional de R$750 até 30 de janeiro e R$850 após essa data. A matrícula pode ser parcelada no cartão de crédito (basta efetuar o pagamento no teatro todos os dias das 12h às 20h) ou feita mediante depósito na seguinte conta: Itaú – Agência 0347 – CC 33.830-3. Em seguida, é preciso enviar o comprovante de pagamento para cursos@commune.com.br.
SOBRE JOHN MOWAT
John Mowat nasceu em Londres, onde estudou escultura na Royal Academy Schools e mímica corporal com Ronal Wilson na City Literary Institute e na Escola de Jacques Lecoq. Seu trabalho com teatro começou em 1980, quando apresentou o primeiro trabalho solo.
Em 1994, foi um dos criadores da companhia londrina Oddbodies Theatre. Como ator e diretor já viajou por mais de cinquenta países apresentando uma comédia altamente visual. Dirigiu cenicamente a Orquestra Sinfônica de Londres e foi parceiro de Nola Rae e Matthew Ridout em vários espetáculos. Durante 17 anos dirigiu a Companhia do Chapitô, de Lisboa (Portugal), criando espetáculos como, “Édipo Rei”, “Macbeth”, “A Tempestade”, “Romeu e Julieta”, “Medeia”, “Tartufo”, “Jekyll and Hyde”, “Drákula”, “O Grande Criador”, entre outros. Ele também foi reconhecido pela mídia internacional como um dos principais mímicos do mundo.
SINOPSE
Inspirada na peça “O Doente Imaginário”, de Molière, a comédia se passa em um hospital e narra as peripécias de Aragão, um velho hipocondríaco que é enganado pelo seu médico, Dr. Boa Morte, que alimenta suas doenças imaginárias. Além disso, sua esposa é a interesseira Beline e ele sonha casar sua filha Angélica com o filho do Dr. Boa Morte – só para ter um médico na família.
SOBRE A COMMUNE - COLETIVO TEATRAL
Fundada em 2003, a COMMUNE - Coletivo Teatral cria espetáculos de palco e rua com base na pesquisa sobre a comicidade, o teatro popular, as máscaras da Commedia Dell Arte, a música em cena e os temas contemporâneos.
Algumas das principais produções do grupo estão “O Inspetor Geral” (2004), “A Verdadeira história de Adão e Eva” (2006), “Arlecchino” de Dario Fo (2007),  “Nem todo Ladrão vem para Roubar”de Dario Fo (2009), “O Mentiroso de Goldoni” (2010), “3 vezes A Igreja do Diabo” (2011), “A Greve das Pernas Cruzadas” (2012),  “Ton Sur Ton e Dois Pra Lá, Dois Prá Cá” de Mario Viana (2014), “Uma Roça de Verão” (2015 ), “A História do Amor da Donzela Teodora e o Valente Jeremias no Sertão de Lampião” (2015), “Anti-Comics, Descontruindo Super Heróis” de Sonia Daniel (2016), “Revisitando o Teatro de Revista – Oba!” (2016), “Histórias de Verão” (2017) e “Otelo” (2018) com direção de John Mowat.
Em 2014, o COMPRESP e Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo declarou a COMMUNE um Bem Imaterial do Município de São Paulo, ao lado de outros 22 grupos teatrais da cidade. 

FICHA TÉCNICA
Texto: baseado na peça “O Doente Imaginário”, de Molière
Direção Geral e Concepção: John Mowat
Codireção e Assistentes de Criação: Augusto Marin e Wilma de Souza
Elenco: Henrique Taubaté Lisboa (Aragão), Wilma de Souza (Belinha - esposa de Aragão), Augusto Marin (Dr. Boa Morte e Cleison - Enamorado), Fabricio Garelli (Tonha - empregada), Dulcinéia Dibo (Angélica - enamorada) e Paulo Dantas (Taiguer - filho do Dr. Boa Morte)
Desenho e Operação de Luz e Som: Agnaldo Nicoletti
Cenários, Figurinos e Adereços: Nilton Araújo e Paulo Dantas
Ilustrador: Eloar Guazzelli
Designer: Rony Costa
Assessoria de Imprensa: Bruno Motta Mello e Verônica Domingues – Agência Fática
Redes Sociais: Luccas Garcia e Jussara Moreira
Fotos / Videos: Jamil Kubruk
Contrarregragem: Cyça Santos e Manoel Cabral
Tradutor: André Gama e Mariana Morena
Direção de Produção: Augusto Marin
Prod. Executiva: Luccas Garcia
Administração: Silvia Luvizotto e Tati Teixeira
Realização: COMMUNE

SERVIÇO
Na Cama com Molière, baseado em “O Doente Imaginário”, de Molière
Teatro COMMUNE – Rua da Consolação, 1218 (ao lado do metrô Higienópolis – Mackenzie – Linha 4 – Amarela) – Estacionamento ao lado
Temporada: 9 de fevereiro a 21 de abril, às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h (no dia 15 de fevereiro não haverá apresentação)
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Informações: (11) 3476-0792
Classificação: a partir de 12 anos
Duração: 80 minutos
Capacidade: 99 lugares
Gênero: Comédia

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

AEROPLANOS, com Antonio Petrin e Roberto Arduin, reestreia em temporada gratuita no Teatro Municipal Alfredo Mesquita. Escrita pelo argentino Carlos Gorostiza, a comédia tem direção de Ednaldo Freire e propõe ao espectador uma delicada e divertida reflexão sobre a amizade. Antonio Petrin comemora seus 80 anos de vida com esta nova temporada.





Na sexta-feira, 01 de fevereiro, reestreia no Teatro Municipal Alfredo Mesquita o espetáculo AEROPLANOS, escrito pelo premiado dramaturgo argentino Carlos Gorostiza. Com direção de Ednaldo Freire, a comédia traz no elenco os veteranos Antonio Petrin e Roberto Arduine fica em cartaz até o dia 10 de março, de sexta a domingo.




Ao retratar um dia especial na vida desta dupla inseparável, a peça propõe ao espectador uma delicada e divertida reflexão sobre a amizade e o envelhecimento. “Com humor, sensibilidade e diálogos inteligentes, o espetáculo reflete sobre a existência, a partir do ponto de vista dos idosos. O medo da morte, a solidão, a perda de independência e a sempre irrefreável e humana vontade de viver intensamente cada minuto são temas essenciais desse grande texto da dramaturgia argentina contemporânea”, lembra Petrin, que também assina a tradução e adaptação da obra. 


Velhos Protagonistas


Primeira montagem brasileira do texto de Gorostiza, AEROPLANOS é o terceiro espetáculo do projeto Velhos Protagonistas iniciado em 2000, quando Antonio Petrin completou trinta e cinco anos de carreira profissional. A peça escolhida para abrir o projeto foi A Última Gravação de Krapp, de Samuel Beckett. Em 2004, o ator produziu e interpretou Um Merlin, texto escrito especialmente para ele por Luis Alberto de Abreu.


A escolha de AEROPLANOS para finalizar o projeto, segundo Petrin, é uma consequência natural, já que “essa é uma das mais profundas e comoventes peças da atual dramaturgia argentina, enfocando a velhice com humor, poesia e delicadeza”.


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AEROPLANOS – de 01 de fevereiro a 10 de março (EXCETO dias 15, 16 e 17 de fevereiro e 01, 02 e 03 de março). Sextas e sábados às 21h e domingos às 19h. Teatro:  Teatro Municipal de Santana Alfredo Mesquita. Texto: Carlos Gorostiza. Tradução: Antonio Petrin. Direção: Ednaldo Freire. Elenco: Antonio Petrin e Roberto Arduin Cenografia: Antonio Petrin. Criação de Luz: Wagner Freire. Direção de produção: Sonia Kavantan. Realização: Proa Produções Artísticas do ABC. Duração: 70 minutos. Recomendação: 14 anos. Ingressos: grátis. Gênero: comédia

facebook.com/aeroplanosteatro


“Este projeto foi contemplado pela 8ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo — Secretaria Municipal de Cultura”.


terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Cozinha Periférica por Editora Inova. Rodrigo Piza e Arturo Kleque, a Editora Inova surgiu da união de um time altamente experiente e premiado no mercado editorial nacional. Em quatro anos de operação, os sócios lançaram o “Pratos da Boa Lembrança – Coleção Anésio Fassina”, premiado Gourmand 2017; “Ao Mestre, com Carinho”, que narra a trajetória de Telê Santana no SPFC; e o “Guia Sete Dias em Havana02018”, por Cesar Adames

EDITORA INOVA APRESENTA “PORQUE CRIEI A GASTRONOMIA PERIFÉRICA”, POR EDSON LEITTE

A Editora Inova e Edson Leitte convidam para o lançamento do livro “Porque Criei a Gastronomia Periférica”, relato emocionante do autor e protagonista de sua própria história Edson Leitte. O lançamento oficial acontece na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, dia 13 de dezembro, a partir das 19h.
Resenha
“Precisamos voltar ao lugar de onde viemos para saber se realmente ainda pertencemos àquele lugar”, com este pensamento Edson Leite deu uma guinada na vida depois de sete anos cozinhando na Europa.

É no Brasil que o chef encontra seu local no mundo, de volta ao Jardim São Luiz. A partir de uma perspectiva única, ele generosamente nos guia pela sua história e entrega tudo o que gostamos: boas receitas e aprendizados de vida.

Ao inventar o termo Gastronomia Periférica cria um conceito contemporâneo de cozinha. A culinária de periferia agora é um negócio com diversas vertentes onde ele leva a máxima de que quando você aprende, você ensina. Quando você recebe, você devolve aos outros.

Seja na forma como lida com as atividades do dia a dia, com os alimentos e com a vida, o segredo de Edson está em saber onde está e para onde quer ir. Este livro é uma deliciosa oportunidade para lembrar que todas as escolhas contam desde que sejam bem aproveitadas.



Sobre a Editora Inova
Fundada no final de 2015 por Rodrigo Piza e Arturo Kleque, a Editora Inova surgiu da união de um time altamente experiente e premiado no mercado editorial nacional. Em quatro anos de operação, os sócios lançaram o “Pratos da Boa Lembrança – Coleção Anésio Fassina”, premiado Gourmand 2017; “Ao Mestre, com Carinho”, que narra a trajetória de Telê Santana no SPFC; e o “Guia Sete Dias em Havana02018”, por Cesar Adames


SERVIÇO
LANÇAMENTO “PORQUE CRIEI A GASTRONOMIA PERIFERICA”, POR EDSON LEITTE
13 de dezembro de 2018
Horário: 19h
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional
Valor R$99,90

Conheça a carreira. Guido Totoli O artista ! Italiano, tem 80 anos e esse ano comemora 55 anos de Brasil. Tem 3 obras no MASP na época a convite de Pietro Maria Bardi.

Guido Totoli


O mundo pictórico de Guido Totoli reflete com fidelidade aquele de seus sentimentos e idéias de homem e de artista.
Nasceu na região da Costiera Amalfitana, no sul da Itália, onde a expressão da cerâmica etrusca atingiu seu ponto máximo.
Foi nesse cenário pitoresco que se criou o artista plástico Guido Totoli.


Por ser pintor, escultor e ceramista, o completo artista plástico domina a arte de criar, desenvolver e produzir trabalhos onde se nota a inspiração pelo belo, pelas formas artísticas e pelas cores bem pinceladas de suas mãos nascidas para este fim.



Já no Brasil, no início da década de 60 e no meio de tanta tansformação e diversidade, Totoli criou um centro de produção, onde até hoje é seu atelier de pintura, cerâmica e escultura.


Uma de suas paixões, a cerâmica, tem várias etapas. A criação da primeira peça, o esculpir dos detalhes, a finalização, o esmalte, a pintura, a queima nos fornos e, finalmente a admiração. Todas elas podem levar semanas, dependendo do trabalho. 

Em seu trabalho vimos passagens pelas obras em terracota com inspiração na mitologia grega e na importante e pioneira era dos etruscos.


Suas formas são genuínas e autênticas. O manuseio dos materiais rústicos proporciona um incrível resultado, que ganha força com cores vibrantes de seus traços fortes, tanto nas telas quanto nas peças em cerâmica. Isso também se deve ao fascínio que sempre teve em retratar a natureza do Brasil, com seus belos pássaros e frutas exóticas.


Nesses 50 anos dedicados à arte, passou por diversas fases, do moderno e simplista ao clássico. Do minimalista ao rebuscado. Hoje atingiu o patamar de firmeza reservado aos grandes artistas ainda vivos no Brasil.



Guido Totoli, nasceu em Mercato Cilento na Itália em 1937.
Site: www.gtotoli.com.br
São Paulo

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Até 16 de dezembro. Montada apenas três vezes, todas dirigidas pelo saudoso João das Neves (1935-2018), a peça Jornada de um Imbecil até o Entendimento, de Plínio Marcos (1935-1999), ganha nova encenação, com direção de Helio Cicero. O espetáculo estreia no dia 9 de novembro, sexta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Espaço Cênico Ademar Guerra, e segue em cartaz até 16 de dezembro. O elenco é formado porJairo Mattos, Fernando Trauer, Fernanda Viacava, Rogério Brito e Douglas Simon, além do próprio diretor.

Jornada de um Imbecil até o Entendimento, de Plínio Marcos,

ganha montagem de Helio Cicero, com clowns e linguagem

do realismo fantástico



Peça pouco encenada do dramaturgo santista estreou no dia 9 de novembro no Centro Cultural São Paulo. Além do espetáculo, haverá mesa de debates e lançamento de um documentário sobre os 50 anos da primeira montagem.



Montada apenas três vezes, todas dirigidas pelo saudoso João das Neves (1935-2018), a peça Jornada de um Imbecil até o Entendimento, de Plínio Marcos (1935-1999), ganha nova encenação, com direção de Helio Cicero. O espetáculo estreia no dia 9 de novembro, sexta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Espaço Cênico Ademar Guerra, e segue em cartaz até 16 de dezembro. O elenco é formado porJairo Mattos, Fernando Trauer, Fernanda Viacava, Rogério Brito eDouglas Simon, além do próprio diretor.

A comedia circense narra as articulações e malandragens de seis vagabundos – Mandrião, Teco, Manduca, Popô, Pilico e Totoca – que sobrevivem pedindo dinheiro nas ruas e becos de uma cidade grande. Apenas Mandrião e Pilico têm chapéus para pedir esmolas, sendo que o primeiro com a ajuda do Teco, uma espécie de secretário, contrata – ou praticamente escraviza – os demais pedintes, respaldados por uma falsa crença criada por um deles.


Mandrião e Teco armam um plano para acabar com Pilico, porque eles descobrem que o concorrente estaria tentando trazer os outros pedintes para seu lado. No meio dessa disputa, os empregados Manduca, Popô e Totoca analisam as vantagens que vão ganhar ao se aliar a cada um desses dois lados.

A encenação caracteriza todos os personagens como palhaços e explora a linguagem do realismo fantástico. “Esta é uma forma de homenagear Plínio Marcos, porque, antes de mais nada, ele era um palhaço. A linguagem clownesca está na estrutura do texto, com as características clássicas do universo clown, no qual as duplas aparecem com suas figuras típicas e referências. A opção pelo realismo fantástico do diretor Helio Cicero foi feita porque a única forma de contar essa história é através da poesia, já que a realidade é tão crua e dura e se supera a cada dia”, revela o ator e idealizador do espetáculo Fernando Trauer.

Ainda segundo Trauer, a ideia de montar o espetáculo surgiu quando leu o texto publicado na Coleção Plinio Marcos, Obras Teatrais, de Alcir Pécora. “A linguagem do Teatro do Absurdo; as referências explícitas a Esperando Godot [de Samuel Beckett], Ionesco e Brecht; a atualidade de um texto de 50 anos, que reflete o momento político no qual vivemos, nos níveis político, social, econômico e jurídico; e o fato de a peça fugir muito das tradicionais características conhecidas do Plínio são motivos que me despertaram o interesse”, diz.

A própria realidade brasileira atual serviu como fonte de inspiração. “As referências são diárias sobretudo em época de eleições: a história recente do país, os conchavos políticos, o Poder Judiciário, a dominação religiosa, a nossa São Paulo brasileira de tanta miscigenação, sujeira e belezas misturadas, a pobreza e as riquezas antagônicas. Além disso, adotamos a palhaçaria com suas referências clássicas, o universo do artista das ruas e a análise do indivíduo social e suas mazelas e belezas que o fazem humano”, comenta Trauer.

A montagem é ambientada em uma estação de trem abandonada, com trilhos disformes que levam a diferentes caminhos – esta é uma forma de homenagear João das Neves e seu maior espetáculo, O Último Carro. “O porão do Centro Cultural São Paulo contribui para a estrutura cenográfica, criando uma atmosfera de desolação, na qual a reutilização é palavra de ordem nos trilhos de uma estação de trem abandonada, cujas direções levam e trazem a lugares que foram ou poderiam ter sido alternativas. Com forte influência de Banksy, retrataremos um pouco das ruas e da realidade que nos cerca”, esclarece o diretor Helio Cicero.

“Assim como o cenário também criado pela Luiza Curvo, os figurinos estão sendo confeccionados com materiais recicláveis como plástico, cápsulas de café, retalhos de tecidos e sobras do mercado industrial, em contraponto aos trajes sociais dos cinco estagiários oriundos do Projeto Vocacional da Prefeitura Municipal de São Paulo, que além de receberem o público, interferirão nas cenas. A Iluminação de André Lemes segue o mesmo conceito, com o uso alternativo de fontes de luz criando o efeito necessário do realismo fantástico. As músicas sob direção de Dagoberto Feliz serão cantadas pelos atores e pelo coro de estagiários, proporcionando uma partitura contemporânea ao texto do Plínio”, acrescenta o encenador.

Indicada ao Prêmio Molière em 1968, a montagem icônica de João das Neves para a obra aconteceu no teatro Opinião, no Rio de Janeiro, com Milton Gonçalves, Ary Fontoura, José Wilker, Denoy de Oliveira, Jorge Cândido e Teca Calazans no elenco. As outras duas encenações ocorreram em 1969, no Teatro Maria Della Costa, em São Paulo, e em 1970, no Teatro Arena, em Porto Alegre.

Mesa de debates

O espetáculo é uma atração do projeto Plínio Marcos, uma Realidade da São Paulo Brasileira, que ainda prevê bate-papos e ciclo de leituras. Uma mesa redonda (em data a ser definida) vai contar com participação de Maria Thereza Vargas, Alcir Pécora, Oswaldo Mendes e Kiko Barros.



Na ocasião, também acontece o lançamento do documentário Jornada de um Imbecil, 50 anos de Entendimento, que comemora a primeira montagem da peça de Plínio MarcosA peça de 1968, tinha Milton Gonçalves, Ary Fontoura, José Wilker, Denoy de Oliveira, Jorge Cândido e Teca Calazans, no elenco. O filme também marca a última entrevista dada pelo diretor João das Neves.



Ficha técnica:

Texto: Plínio Marcos. Direção: Helio Cicero. Direção Musical: Dagoberto Feliz. Elenco:Jairo Mattos, Fernando Trauer, Fernanda Viacava, Rogério Brito, Douglas Simon e Helio CiceroParticipação Especial: Luiza Curvo. Coro: Angélica Müller (voz e percussão), Fagundes Emanuel (voz e percussão), Kauan Scaldelai (voz, acordeom, violão e cavaquinho), Léia Góes (voz e saxofone) e Maic William (voz). Iluminação e Operação de Luz: André Lemes. Cenografia e Figurino: Luiza Curvo. Visagismo: Beto França.Estudo de Linguagem Clownesca: Dagoberto Feliz. Assistência de Direção: Marina Soares. Treinamento Viewpoints: Marcella Vicentini. Assistência de Cenografia, Figurinos e Adereços: Priscila Alcebiades. Cenotécnicos: Domingos Varella e João Sobrinho. Costureira: Teresa Braga. Designer Gráfico: Murilo Lima. Conceito Visual:Gigi Prade e Murilo Lima. Mídia Digital: Gigi Prade - Vem pro Teatro! Soluções Digitais Culturais. Fotografia: Priscila Prade. Videomakers e Fotografia dos Ensaios: Irmãos Rio Filmes. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli. Direção de Produção:Fernando Trauer. Produção Executiva: Gustavo Casabona. Coordenação de Acessibilidade: Douglas Simon. Direção de Palco: Greco Trevisan. Tradução em Libras:Glauber Lethieri. Realização: Mecenato Moderno/Silvia Marcondes Machado, Emtranse Produções Artísticas/Fernando Trauer, Prêmio Zé Renato de Teatro e Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Idealização: Fernando Trauer.



Serviço:

JORNADA DE UM IMBECIL ATÉ O ENTENDIMENTO – Estreia dia 9 de novembro no Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Espaço Cênico Ademar Guerra

Duração: 130 minutos. Gênero: Comedia. Classificação: 14 anos.

Ingressos: R$ 30 (inteira); R$15 (meia-entrada).

Temporada: De 9 de novembro a 16 de dezembro. Sextas e sábados, às 21h; domingos, às 20h.



CENTRO CULTURAL SÃO PAULO  Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo, SP.

Bilheteria: de terça a sábado, das 13h às 21h30; domingos, das 13h às 20h30. Vendas pelo site Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br). Capacidade: 130 lugares.Informações: (11) 3397 4002.

 






terça-feira, 27 de novembro de 2018

LUXUS MAGAZINE PREPARA A SEGUNDA EDIÇÃO DO SEU ANUÁRIO DE ARTES



A Luxus Magazine já está a todo vapor na elaboração da 2ª Edição do Anuário de Artes, obra que conta com a participação de grandes nomes já consagrados e também novos talentos da Arte Contemporânea.   

A capa será assinada pelo artista plástico Cláudio Cupertino; Roberto Camasmie, famoso retratista brasileiro assina o Prefácio. O Anuário conta com a participação de importantes nomes como Eduardo Kobra, Adélio Sarro, Luiz Cavalli, Fundação Escultor Victor Brecheret, Lucas Penacchi, Gregory Fink, o artista americano Neil Kerman, dentre outros grandes artistas. O projeto tem o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.                   
Ainda dá tempo de participar!     
                                                                                                                           
Logo haverá o lançamento com coquetel e exposição das obras.                                                                                                   
@luxusmagazineoficial