terça-feira, 14 de janeiro de 2020

O conflito vivido por judeus que eram obrigados a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e, ao mesmo tempo, ter que conviver com o medo da morte é o mote para o espetáculo. Com direção de Ricardo Grasson, peça traz no elenco Sérgio Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata e Martina Gallarza (que se alternam no papel), Ando Camargo e Luccas Papp

Com Sérgio Mamberti no elenco, espetáculo O Ovo de Ouro volta em cartaz no Teatro Porto Seguro em 31 de janeiro.

 O conflito vivido por judeus que eram obrigados a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e, ao mesmo tempo, ter que conviver com o medo da morte é o mote para o espetáculo. Com direção de Ricardo Grasson, peça traz no elenco Sérgio Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata e Martina Gallarza (que se alternam no papel), Ando Camargo e Luccas Papp

Após a bem-sucedida estreia no Sesc Santo Amaro, o espetáculo O Ovo de Ouro, de Luccas Papp engata nova temporada no Teatro Porto Seguro, de 31 de janeiro a 1º de março. Com direção de Ricardo Grasson, a peça traz no elenco Sérgio MambertiLeonardo MiggiorinRita Batata ou Martina GallarzaAndo Camargo, além do próprio autor. As sessões acontecem às sextas-feiras e sábados às 20h e domingos às 19h.


A função do Sonderkommando ou comandos especiais, unidades de trabalho formadas por prisioneiros selecionados para trabalhar nas câmaras de gás e nos crematórios dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, inspira o espetáculo. Obrigados a tomar as atitudes mais atrozes para acelerar a máquina da morte nazista, esses prisioneiros conduziam outros judeus à câmara de gás, queimavam os corpos e ocultavam as provas do Holocausto. Quem se recusava a desempenhar esse papel era morto, quem não conseguia mais desempenhar a função, era exterminado com os demais.
O talentoso ator Leonardo Miggiorin

Ovo de Ouro surge da minha necessidade de não deixar morrer esse pedaço tão importante da História que é a Segunda Guerra Mundial, o nazismo e o Holocausto. A ideia de escrever a peça surgiu em 2014, quando eu fui apresentado ao universo do Sonderkommando por meio de um pequeno artigo em uma revista. Essa figura do judeu que tem que auxiliar com o extermínio do próprio povo mexeu muito comigo e minha noção de humanidade, e me incentivou a tentar entender por que eles faziam isso, por que eles não se recusavam. Com este espetáculo temos a oportunidade de falar sobre Segunda Guerra sob o ponto de vista dessa figura pouco conhecida”, explica Luccas Papp. 
Contada em diferentes episódios e tempos, a trama revela a vida de Dasco Nagy (Sérgio Mamberti), que foi Sonderkommando e sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Em cena, dois planos são apresentados – a realidade e a alucinação – para retratar a relação do protagonista Dasco Nagy quando jovem (Luccas Papp) com seu melhor amigo Sándor (Leonardo Miggiorin), com a prisioneira Judit (Rita Batata) e com o comandante alemão Weber (Ando Camargo). No presente, Dasco é entrevistado, já em idade avançada, por uma jornalista, narrando os acontecimentos mais horrorosos que viveu no campo de concentração e descrevendo a partir do seu ponto de vista os horrores e tristezas da Segunda Guerra Mundial.
O papel de Dasco é dividido pelos atores Sérgio Mamberti, que dá vida ao personagem no tempo presente/alucinação, e Luccas Papp, que o interpreta no passado/realidade, no plano da memória. “Talvez este seja um dos personagens mais desafiadores na minha carreira por uma série de fatores. Um deles é por representar o mesmo personagem que Sérgio Mamberti, o que é uma honra e uma responsabilidade muito grande. Segundo, é que ele é um sonderkommando vivendo situações de caráter tão absurdo. Eu preciso fazer com que o público acredite na realidade do que acontecia nos campos de concentração. Tenho que trabalhar com elementos obscuros no meu interior para trazer veracidade para essas situações. E como a peça é feita em ordem não cronológica – são nove cenas divididas entre passado e futuro – tenho que organizar minha cabeça para conseguir colocar a emoção certa na hora certa”, esclarece o ator e dramaturgo.

A dualidade interna entre ser obrigado a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e o medo da morte transforma o Sonderkommando em um complexo personagem a ser debatido. Nesse contexto são muitas as questões discutidas, desde o significado real de humanidade, o medo da morte, os limites da mente e da alma humana e a perda da própria identidade.
A dramaturgia foi inspirada em uma pesquisa sobre obras que discutiam os temas do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial. Entre elas, destacam-se os livros Sonderkomamando: No Inferno das Câmaras de Gás, de Shlomo Venezia, e Depois de Auschwitz, de Eva Schloss; e o filme O Filho de Saul, de László Nemes, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2016.
A encenação
A encenação tem como inspiração e referência, a sétima arte, em todos os seus desdobramentos, nuances e dezenas de relatos deixados pelos sobreviventes dos campos de extermínio. “Apontamos no tempo presente, o encontro entre a jornalista e o sobrevivente, de forma fantasmagórica, alucinógena, imprimindo uma atmosfera vibratória, de vida pulsante às cenas e aos personagens. Quando nos transportamos, ilusoriamente, ao campo de concentração, ao passado concreto, vivido pelos personagens apontamos uma atmosfera fria, enclausurada, suspensa e sem vida, que nos conduz imageticamente àquelas sensações de crueldade. Luz, som, cenografia e figurino conversam com essa estética e nos conduzem à proposta de encenação. A ideia é fazer com que as sensações criadas por estes elementos no espaço cênico atinjam o espectador de maneira intensa. Como encenador, entendo que a cenografia, o figurino, a iluminação, a trilha sonora não são panos de fundo ou cama para um espetáculo, juntos eles atuam concretamente fusos ao texto, formando assim uma narrativa dramatúrgica única”, revela o diretor Ricardo Grasson.

Para que não se repita
“Em tempos de pouco diálogo, imposição de ideias e ideologias, censura e extremismos é fundamental debatermos esses temas tão duros e atrozes para que os erros que provocaram tanto sofrimento no passado não se repitam. É necessário e quase que um dever recordarmos as atrocidades do holocausto nazista, para que a história vivida no final dos anos trinta e início dos quarenta, não volte a nos assombrar. Para que as novas gerações, não testemunhas deste período da história, saibam o que aconteceu e onde a intolerância pode nos conduzir. Auschwitz e outras tristes lembranças do holocausto, podem até escapar da memória, mas jamais deixarão os corações de quem viveu a tragédia, especialmente de quem se atribui a responsabilidade de manter viva, por gerações, as imagens da perversidade humana. Uma das formas de evitar a repetição de tais tragédias coletivas é recordá-la, para que não ressurjam no horizonte, sinais do restabelecimento de ódios raciais, extremismos comportamentais e ideologias sectárias, formando o caldo cultural do qual o nazismo se alimentou e  cresceu”, completa Ricardo Grasson.
... É fácil esquecer para quem tem memória; difícil esquecer para quem tem coração”...
Gabriel Garcia Marques

Sobre Ricardo Grasson – diretor
Ator, diretor e produtor de teatro, formado em cinema pela "NUCT" Nuova Università dell cinema e della televisione - Roma – Itália. Como produtor nos últimos anos levantou mais de 40 espetáculos na cidade de São Paulo ao lado de diretores como Caco Ciocler, Eric Lenate, Marco Antônio Rodrigues, Vanessa Bruno, Michele Ferreira, Wolf Maya, José Possi Neto, entre outros. Durante cinco anos fez parte da Cia Club Noir, como ator, assistente de direção e produtor nos espetáculos: PEEP CLASSIC ÉSQUILO, As Suplicante, Prometeu e Agamenon, Mostra Brasileira de Dramaturgia Contemporânea, Hieronymus nas Masmorras, Aqui, Happycinio, Procurado e Agro Negócio, H.A.M.L.E.T., Burguer King, Casa, Pinokio, A Construção. Foi assistente de direção nos espetáculos, 45 minutos, A Construção, Tríptico Samuel Beckett. Como ator, participou das montagens Pirandello per sempre. No Centro de Pesquisa Teatral, participou do processo de criação dos espetáculos: Medéia, O Canto de Gregório e O Jardim da Cerejeiras. Também atuou nos espetáculos Sit Dow Drama, de Michele Ferreira e Fim de Partida, de Samuel Becket ambos com direção de Eric Lenate.
No cinema atuou nos filmes: Labanda del Giardulo direção de Lucca Guardabaccio - Itália, Tasck Forse, direção de Mauro Mathia RAI Itália, Tacco di donna, Banana Rossa, Bolle di sapone, Uriele, Room servisse, La resistenza nell lazio e Destroy, direção de Franceco D'apprile Itália. Recebeu o prêmio de melhor ator por sua atuação no filme, Uriele de Nana Frozzina - Festival de Marsala- Sicilia, ator revelação pelo mesmo filme  no  Glob Festival de Roma- Itália.
Sobre Luccas Papp – autor, ator e produtor
Formado em filosofia pela FFLCH/USP, Luccas Papp tem mais de 20 textos registrados como autor teatral, como os premiados O Estranho Atrás da Porta e A Trágica Antologia Familiar. Foi professor e diretor de teatro da escola Fundação Bradesco por oito anos até abrir sua própria oficina de atores em 2019.  Atuou e dirigiu mais de 25 espetáculos. Na televisão, atuou em Nove Milímetros, na Fox, e foi antagonista em Brilhante FC, na Nickelodeon. Filmou Eldorado, média-metragem de Paula Goldman, e Lula, o Filho do Brasil, de Fábio Barreto. Esteve no ar no elenco de A Mira do Crime, no FX e na Record, e fez uma participação especial em Felizes Para Sempre, exibido pela Rede Globo e dirigido por Fernando Meirelles. Em 2018, estreou a novela As Aventuras de Poliana, no SBT, interpretando o atrapalhado vilão Mosquito.
Ficha Técnica
Texto: Luccas Papp. Direção: Ricardo Grasson. Elenco: Sérgio Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata (sessão nos dias 7, 8, 9, 28 e 29/2 e 1º/3), Martina Gallarza (sessão nos dias (31/01, 1º, 2, 14, 15, 16, 21, 22 e 23/2), Ando Camargo e Luccas Papp. Voz em off: Eric Lenate. Cenografia e visagismo:Kleber Montanheiro. Desenho de Som e Trilha sonora original: L.P. Daniel. Desenho de luz: Wagner Freire. Figurinos e adereços: Rosângela Ribeiro. Assistente de Direção: Heitor Garcia. Operação de Som: Rodrigo Florentino. Operação de Luz: João Delle Piagge. Camareira: Elizabeth Chagas. Posticeria Facial: Feliciano San Roman. Contra Regra: Roberto Oliveira, Willian Felix, Pedro Didiano e Hel Prudencio. Cenotécnico: Alicio Silva. Aderecista: Ronaldo Dimer. Costureiras: Vera Luz e Noeme Costa. Alfaiataria: JC. Assistente de iluminação: Alessandra Marques. Assistente de Figurino: Eduardo Dourado. Supervisão de Conteúdo: Vinicius Britto. Conteúdo Histórico: Lucia Chermont, Marcio Pitliuk Franthiesco Ballerini e Priscila Perazzo. Assessoria Linguística e Fonética de Liturgia Judaica: Beto Barzilay. Idealização: Luccas Papp e Ricardo Grasson. Produção: LPB Produções e NOSSO cultural. Direção de produção: Ricardo Grasson. Produção Executiva: Laís Bittencourt e Heitor Garcia. Gestão de Projeto: Lumus Entretenimento. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Fotos: Leekyung Kim.
Serviço:
O OVO DE OURO
De 31 de janeiro a 1º de março – Sextas e sábados às 20h. Domingo às 19h.
Ingressos: R$ 70,00 plateia / R$ 50,00 balcão/frisas.
Classificação: 14 anos.
Duração: 90 minutos.
TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.

*****

Por Ovadia Saadia , Publisher- Sao Paulo
Bilheteria:
Até 12 de janeiro - bilheteria fechada.
De 13 a 18 de janeiro - de segunda a sexta, das 12h às 18h.
A partir de 21 de janeiro - terças e quartas, das 12h às 18h. Quintas, sextas e sábados, das 12h às 20h. Domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 508 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.
Siga o Teatro Porto Seguro nas redes sociais:
Instagram: @teatroporto

Uma Noite em Buenos Aires 2020 em Sao Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Um show mítico que há 40 anos encanta o Brasil e o mundo!


UMA NOITE EM BUENOS AIRES - TANGO SINFÔNICO
OS MELHORES DO TANGO NO MUNDO
Tributo Sinfônico aos mestres Piazolla, Mariano Mores e Gardel

* CARLOS BUONO – maestro, arranjador, virtuose, recordista de visualizações no
You Tube (Rei do Tango imprensa Europeia tour ANDRE RIEU)
*ALBERTO BIANCO- o cantor preferido e o maior intérprete de Mariano Mores
*IVAN ROMERO E SILVANA- sucesso bailarinos campeões mundiais de tango
* ADRIANO MACHADO e os maestros da Orquestra Sinfônica Vila Lobos
O Brasil receberá em 2020 a nova edição do espetáculo UMA NOITE EM BUENOS AIRES, que está há mais de 40 anos excursionando o mundo com sucesso absoluto. As apresentações acontecerão nos dias 19 de março no Tom Brasil em São Paulo, no dia 20 de março no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e no dia 22 de março no Teatro do Bourbon Country.

O espetáculo, que reúne o que há de melhor da música e dança argentina, tem direção musical do maestro CARLOS BUONO (extraordinário solista, destaque com as mais importantes orquestras sinfônicas do mundo, atualmente excursionando como convidado especial nos espetáculos de André Rieu, e ganhador dos Prêmios SADAIC / Bandoneon de Ouro,) e seu Tango Sinfônico, formado por maestros virtuoses e magníficos.

O espetáculo terá e participação especial do mais premiado cantor de tangos da atualidade, ALBERTO BIANCO (maior intérprete de Mariano Mores) dos Bailarinos Campeões Mundiais IVAN ROMERO y SILVANA NUÑEZ e dos maestros da ORQUESTRA SINFÔNICA VILA LOBOS sob direção do Maestro ADRIANO MACHADO.

MAESTRO CARLOS BUONO
Diretor musical, bandoneonista, compositor e arranjador, o maestro Carlos Buono (Prêmio Sadaic/Bandoneon de Ouro) é, hoje em dia, o mais autêntico e magnífico intérprete de Piazzolla. Solista com a Orquestra Sinfônica de Berlim e a Orquestra Sinfônica da Opera de Milão, Amsterdam e Hamburgo.

Chamado de O Rei do Tango na Europa, atualmente o maestro está em turnê com o violinista holandês André Rieu.
Carlos Buono nasceu em Buenos Aires, em 1942. Começou seus estudos musicais com o Maestro Elifio Rosaenz, continuando com Tití Rossi. Atuou como instrumentista junto a grandes músicos, até formar seu próprio grupo e atuar nas principais capitais do mundo. Prêmio Homero Manzi no Festival de Baradero (Argentina), integrou os grupos orquestrais de Alfredo Gobbi, Osvaldo Tarantino, Mariano Mores, Horário Salgan, José Colangelo, Osvaldo Berlinghieri e Atílio Stampone. Foi diretor musical da casa de espetáculos “Michelangelo”, e dos artistas Raul Lavie e Libertad Lamarque, foi também bandoneonista solista do espetáculo de Júlio Bocca em New York. 

Acompanhou Adriana Varela, Eladia Blazquez, Maria Graña e Lito Nebbia entre outros.


Ao longo da carreira o maestro realizou diversas turnês pelo Japão, EUA, Rússia, Europa, América Central, América do Sul e Canadá. Em 2003 esteve em turnê pelos países escandinavos, incluindo Suécia e Dinamarca, onde foi considerado pela crítica como um dos dez melhores instrumentistas do mundo. Em 2004, apresentou-se como solista na Itália, a convite do Teatro Nacional da Ópera de Roma, para ser dirigido pelo maestro Luis Bacalov. 

Apresentou-se também na Alemanha, como solista da Rund-Funk – Orchester da WDR (Rádio TE Alemanha). Foi diretor musical do Piazzola Tango em Buenos Aires e teve sua carreira homenageada com a medalha e diploma da SADAIC. (Sociedade de Autores e compositores de Argentina).


ALBERTO BIANCO,
O maior intérprete de ASTOR PIAZOLLA, comemora esse ano, 41 anos de carreira. Ele entrou para a Orquestra do maestro Mariano Mores em 1995 com quem se apresentou em teatros da Europa, Israel, Estados Unidos e México. 
Na sequência gravou seu primeiro disco solo e não parou mais de fazer sucesso com suas apresentações em países como o Japão (fez shows em 30 cidades). Em 2018 lançou o seu novo projeto discográfico Viejas Alegrias, junto com o maestro Tony Gallo e continua com seu programa de Rádio Gala Tango.


BAILARINOS CAMPEÕES MUNDIAIS DE TANGO 
Os bailarinos IVAN ROMERO y SILVANA NUÑEZ bailarinos campeões mundiais de tango, que superaram artistas da Argentina, Paraguai, Colômbia, Rússia, Chile e Itália, no Festival Mundial de Tango de Buenos Aires .

Maestros da ORQUESTRA SINFONICA VILLA LOBOS
Conduzida pelo Maestro ADRIANO MACHADO Maestro e violinista, estudou com os professores Joao Del Fiol, Wanderley Pizzigatti, Paulo Bosisio, mas sua grande influencia foi o celebre violinista Natan Schwartzmann (aluno de Ivan Galamian), com uma sonoridade e técnica elogiada
pelos maiores músicos de sua época, fez Adriano vencer vários concursos dos quais participou.
Ter estudado com Natan proporcionou-lhe uma formação que sempre o colocou entre os mais bem preparados músicos do Brasil, dando-lhe a oportunidade de freqüentar classes com professores como Ayla Erduran (Turquia) e Ion Voicu (Romênia).
Como violinista tocou nas principais orquestras do país como, "Orquestra Experimental de Repertorio", "Orquestra Municipal de São Paulo", "Orquestra Sinfônica da USP", "Orquestra Sinfônica de Brasília", "Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo OSESP", entre outras.
Entre os novos projetos estão realizações de sucesso pelo Brasil como o show SARAH BRIGHTMAN in Concert e “LA LA LAND in concert”, com o qual o maestro abre uma serie de shows no formato de Cine concertos, tendo para 2019 já confirmados STAR WARS IN CONCERT, LORD OF THE RINGS IN CONCERT e GODFATHER IN CONCERT, ALOK e orquestra, IL DIVO IN CONCERT, IL VOLO  entre outras apresentações inéditas por todo o Brasil.

Serviço:

SÃO PAULO
Nome do Teatro: Tom Brasil
Endereço: R. Bragança Paulista, 1281 – Vila Cruzeiro,  São Paulo – SP, 04727-002
Nome do Evento: UMA NOITE EM BUENOS AIRES – TANGO SINFONICO
Datas / horários: Quinta-feira, 19 de março de 2020 – 21h30 horas
Abertura da casa 19:30 horas
a partir de R$ 100,00 à R$ 300,00
Censura: Livre
Descontos: Conforme previsto em lei
Vendas - Bilheteria do teatro 2ª a Sábado das 10h00 à 20h00; Domingo e feriado das 10h00 às 18h00 ou pelo site :


RIO DE JANEIRO
Nome do Teatro: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20031-050
Nome do Evento: UMA NOITE EM BUENOS AIRES – TANGO SINFONICO
Datas / horários: Sexta-feira, 20 de março de 2020 – 20h30 horas
Abertura da casa 19:30 horas
a partir de R$ 60,00 à R$ 320,00
Censura: Livre
Descontos: Conforme previsto em lei
Vendas - Bilheteria do teatro das 10h00 à 18h00 ou pelo site:

PORTO ALEGRE
Nome do Teatro: Teatro do Bourbon Country
Endereço: Av. Túlio de Rose, 80 - 71 - Jardim Europa, Porto Alegre - RS, 91340-110
Nome do Evento: UMA NOITE EM BUENOS AIRES – TANGO SINFONICO
Datas / horários: Domingo, 22 de março de 2020 – 20h00 horas
Abertura da casa 19:00 horas
a partir de R$ 120,00 à R$ 380,00
Censura: Livre
Descontos: Conforme previsto em lei
Vendas: Bilheteria do teatro 2ª a Sábado das 13h00 à 21h00; Domingos e feriados das 14h00 às 20h00 ou pelo site :

Ovadia Saadia, de Sao Paulo. Publisher

Com direção de Eugênio Lima e dramaturgia de Dione Carlos, espetáculo Black Brecht: E se Brecht fosse Negro?, montagem do coletivo Legítima Defesa livremente inspirada na peça O Julgamento de Luculus, de Bertolt Brecht volta em cartaz no dia 31 de janeiro, sexta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo. Durante um julgamento, um general civilizador precisa provar que é digno de entrar no Reino dos Bem-Aventurados. O espetáculo foi eleito um dos melhores do ano pelo júri do Guia da Folha.


Espetáculo Black Brecht: E se Brecht fosse Negro? volta emvcartaz no Centro Cultural São Paulo a partir de 31 de janeiro
Com direção de Eugênio Lima e dramaturgia de Dione Carlos, espetáculo é livrementevinspirada na peça O Julgamento de Luculus, de Bertolt Brecht.


Espetáculo Black Brecht: E se Brecht fosse Negro?, montagem do coletivo Legítima Defesa livremente inspirada na peça O Julgamento de Luculus, de Bertolt Brecht volta em cartaz no dia 31 de janeiro, sexta-feira, às 21h, no Centro Cultural São PauloEspaço Cênico Ademar.
Perante o Supremo Tribunal do Reino das Sombras apresenta-se Luculus Brasilis, o general civilizador, que precisa prestar contas da sua existência na terra para saber se é digno de adentrar no Reino dos Bem-Aventurados. Sob a presidência do juiz dos Mortos, cinco jurados participam do julgamento: um professor, uma peixeira, um coveiro, uma ama de leite e um não-nascido. Estão sentados em cadeiras altas, sem mãos para segurar nem bocas para comer, e os olhos há muito apagados. Incorruptíveis.
O diretor Eugênio Lima, partiu das questões centrais da obra de Brecht para a concepção da montagem. “Pensamos nas dimensões que unem classe, raça e gênero e também o legado colonial dessa construção social. A partir daí convidamos a dramaturga Dione Carlos para trabalhar junto com o grupo. Construímos a peça em três tempos não lineares: o tempo dos vivos, o tempo dos mortos e o tempo dos não nascidos. Para quebrar com essa linearidade, esses tempos se tocam. É o que chamo de uma oferenda na esquina do futuro. A gente precisa recuperar a capacidade de imaginar outros futuros e para isso é preciso desconstruir o legado colonial sobre o passado. Carregar as memórias dos nossos ancestrais e trazer para dentro da nossa vida cotidiana”, fala o diretor.
Durante a pesquisa o coletivo Legítima Defesa se debruçou sobre aquilo que começou como uma provocação: E se Brecht fosse Negro? Nesta provocação, qual seria o lugar ocupado pela raça? Sua obra seria lida por uma perspectiva interseccional? Unindo classe, raça e gênero? Seria possível construir um espetáculo sobre uma perspectiva afro brasileira diaspórica da obra e dos procedimentos de Brecht?
O espetáculo estreou no Sesc Pompeia no dia 18 de abril de 2019. A trama da peça foi construída durante uma ocupação do Legítima Defesa, no próprio Sesc Pompeia, em novembro de 2017. Em março de 2018, também na Unidade, foi apresentado ao público mais uma etapa, com um módulo de imersão (encenação). Em junho de 2018 o projeto Black Brecht: E se Brecht Fosse Negro? Foi comtemplado com o Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo. A peça foi eleita pelo Guia da Folha entre as melhores estreias do ano de 2019 e, também foi escolhida pelo blog Cacilda, da fotógrafa Lenise Pinheiro, para figurar entre os destaques do ano.
 Sobre o Legítima Defesa
O Legítima Defesa é um coletivo de artistas/atores/atrizes de ação poética, portanto política, da imagem da "negritude", seus desdobramentos sociais históricos e seus reflexos na construção da "persona negra" no âmbito das linguagens artísticas. Constituindo desta forma um diálogo com outras vozes poéticas que tenham a reflexão e representação da "negritude" como tema e pesquisa.
“Este ato de guerrilha estética surge da impossibilidade, surge da restrição, surge da necessidade de defender a existência, a vida e a poética. Surge do ato de ter voz. Ser invisibilizado é desaparecer, desaparecer é perder o passado e interditar o futuro, portanto não é uma opção.”
Formado em 2015, o coletivo apresentou a performance poético-política Em Legítima Defesa na Mostra internacional de Teatro de São Paulo de 2016. Em 2017, estreou o espetáculo A Missão em Fragmentos – 12 Cenas de Descolonização em Legítima Defesa na programação da Mostra internacional de Teatro. Tem em sua bagagem uma série de Intervenções Urbanas. 
FICHA TÉCNICA
Direção: Eugênio Lima. Dramaturgia: Dione Carlos. Intervenção Dramatúrgica: Legítima Defesa. Elenco: Eugênio Lima, Walter Balthazar, Luz Ribeiro, Jhonas Araújo, Palomaris Mathias, Tatiana Rodrigues Ribeiro, Fernando Lufer, Luiz Felipe Lucas, Luan Charles, Marcial Macome e Gilberto Costa. Coprodução: Associação Cultural Núcleo Corpo Rastreado e Umbabarauma Produções Artísticas. Produção Executiva: Iramaia Gongora e Gabi Gonçalves. Assistência de Direção: Iramaia Gongora. Assistência de Produção: Thaís Souza. Direção Musical: Eugênio Lima e Neo Muyanga. Música: Luan Charles, Eugênio Lima, Neo Muyanga, Roberta Estrela D’Alva, Dropê Selva, Suyá Nascimento, Atila F. Silva, Everton Martins, Danilo Rocha, Thiago Bernardes e Pedro Teixeira. Cenário: Renato Bolelli. Iluminação: Matheus Brant. Fotografia: Cristina Maranhão. Vídeointervenção: Bianca Turner. Vídeodocumentário e Filme: Ana Júlia Travia. Trilha do Filme: letra Azagaia, voz Roberta Estrela D’alva, música Eugenio Lima. Figurino: Claudia Schapira. Direção de gesto: Luaa Gabanini. Preparação Corporal e Coreografia: Luaa Gabanini e Iramaia Gongora. Spoken Word e Preparação Vocal: Roberta Estrela D'Alva. Danças Urbanas Africanas: Mister Prav. Direção de Arte Gráfica: Jader Rosa. Design: Juliana Aguiar e Renan Magalhães -Estúdio Lumine. Operador de Som: João de Souza Neto, Clevinho Souza e Vivi Santana. Cenotécnico: Wander Wagner da Silva. Costureira: Cleusa Amaro da Silva Barbosa. Gravação, Edição, Mixagem e Masterização: Rodrigo Locaut. Imagem de Vídeo: Sabotage: "Respeito É Pra Quem Tem"- Tatiana Lohmann. Fotografia Baobá: Daniel Lima. Estandarte: Renato Caetano.
Serviço:
BLACK BRECHT: E SE BRECHT FOSSE NEGRO?
De 31 de janeiro a 1º de março - Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 20h.
Importante: Dias 21, 22 e 23 de fevereiro não haverá apresentação.
Duração: 110 minutos.
Classificação etária: 18 anos.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).
CENTRO CULTURAL SÃO PAULO  Espaço Ademar Guerra - Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo, SP.
Vendas pelo site Sympla (www.sympla.com.br) ou na bilheteria do Centro Cultural São Paulo 2 horas antes do início da peça.
Capacidade: 70 lugares.
Informações: (11) 3397 4002.
MINISSÉRIE DO SMITHSONIAN CHANNEL REVELA
VIDA ÍNTIMA DOS TIOS DA RAINHA ELIZABETH 


A vida de George VI (pai da rainha Elizabeth II) e de seu irmão mais velho, Edward VIII, que renunciou ao trono por amor, já foi retratada em séries e filmes. Outros personagens da família real britânica, no entanto, permanecem quase desconhecidos. Neste domingo (12 de janeiro), às 22h, o Smithsonian Channel estreia a minissérie WINDSORS. Dividida em três episódios, a produção explora a vida íntima de toda uma geração de familiares da rainha Elizabeth, incluindo seus tios menos famosos (Mary, Henry, George e John).
A história tem como pano de fundo o cenário político e social entre os anos 1920 e 1940. Por meio de cartas, diários e fotografias inéditas que pertenciam aos familiares da rainha, a produção revela suas histórias secretas.
WINDSORS é uma coprodução da Renegade Pictures, Smithsonian Networks e Channel 4. Julia Harrington assina como produtora executiva para a Renegade Pictures. Charles Poe e David Royle exerceram a mesma função para a Smithsonian Networks. 

Sobre o canal:
O Smithsonian Channel™, propriedade da ViacomCBS, é um canal que inspira, estimula a curiosidade e encanta. Sua programação é composta por documentários e entretenimento baseado na vida real, disponível em HD e 4K Ultra HD, em múltiplas plataformas. Vencedor dos prêmios Emmy® e Peabody, o Smithsonian Channel oferece conteúdo variado nas áreas de aviação e exploração espacial, viagem, história, ciências, natureza e cultura pop. Entre a programação, destacam-se as séries Aéreas (Aerial America), Estados Unidos em Cores (America in Color), America’s Hidden Stories, Missão Lua (Apollo’s Moon Shot), Guerra do Pacífico em Cores (The Pacific War in Color) e Desastres Aéreos (Air Disasters), além de aclamados especiais, como Green Book: Guia para a Liberdade (The Green Book: Guide to Freedom), Buracos Negros (Black Hole Hunters) e Princess Diana’s Wicked Stepmother. A Smithsonian Networks opera ainda o Smithsonian Channel Plus™, serviço de streaming de vídeo por assinatura, que dá acesso a mais de mil horas de um variado acervo de documentários e séries em HD e 4K Ultra HD. Além do Brasil e de outros países da América Latina, o Smithsonian Channel também está disponível nos Estados Unidos, Canadá, Cingapura, Reino Unido e Irlanda. Para mais informações, acesse www.smithsonianchannel.com.br