terça-feira, 11 de junho de 2019


Exposição "The Space Between Points" 


St Celfer , na exposição "The Space Between Points",   interessado nas limitações da percepção humana ( contexto de Zor- Ved)  incluindo investigações de sua  própria experiência  (condições de saúde mental, como autismo e esquizofrenia). Ele pretende desmaterializar a parede com aplicação de marcas. Criando um portal de acesso a dimensões sônicas para além da terceira dimensão, fontes sonoras nos cantos do espaço criando através das reflexões um análogo quadridimensional do cubo. Partindo da filosofia de Henri Poincaré e da geometria não-euclidiana, a quarta dimensão, onde retratou o mundo como tridimensional.


 Aberto ao público no dia 15 de junho , com buffet as 20 h ( abertura oficial) .
Curadoria: Loly Demercian
Rua Fradique Coutinho, 1216/ Pinheiros
do dia 15 de junho a 06 de julho de 2019 
de terça a sexta das 13h às 20 h
sábados: das 13h às 17 h 




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Por Ovadia Saadia e Aline Grindler, de SP
Selo autenticação qualidade- Apacos e Febracos Brasil

O musical Cole Porter - Ele Nunca Disse Que me Amava, sucesso da dupla Charles Möeller & Claudio Botelho estreia dia 21 de junho no Teatro Porto Seguro. O espetáculo apresenta a vida e obra do compositor americano Cole Porter (1891-1964) pela ótica feminina. Seis atrizes, representado mulheres importantes na vida do artista, narram sua história e revelam a personalidade dúbia e contraditória, bem como o fascínio e o repúdio que Porter causava. No elenco da atual montagem estarão duas atrizes que participaram do espetáculo original: Alessandra Verney e Stella Maria Rodrigues. Elas dividirão a cena com as atrizes Malu Rodrigues, Marya Bravo, Analu Pimenta e Bel Lima.


                  
De Möeller & Botelho, musical Cole Porter - Ele Nunca Disse Que Me Amavaestreia dia 21 de junho no Teatro Porto Seguro




Espetáculo de grande sucesso da dupla Möeller & Botelho em homenagem ao compositor Cole Poter reestreia repaginado em junho, no Teatro Porto Seguro

O musical Cole Porter - Ele Nunca Disse Que me Amava estreou em 2000 para uma curta temporada, e se tornou um marco na carreira da dupla Charles Möeller & Claudio Botelho. O espetáculo teve dez meses de lotação esgotada no Café Teatro de Arena (RJ), e permaneceu por quatro anos em cartaz, entre diversas temporadas no Rio, São Paulo e Portugal.

Agora em 2019, quase 20 anos depois, a dupla Möeller & Botelho, atendendo a muitos pedidos, remonta o musical com algumas modificações.  Cole Porter - Ele Nunca Disse Que me Amavaestreia dia 21 de junho no Teatro Porto Seguro. A temporada vai até 7 de julho, com sessões sextas às 21h, sábados às 21h e domingos, às 19h. 

No elenco da atual montagem estarão duas atrizes que participaram do espetáculo original: Alessandra Verney e Stella Maria Rodrigues. Elas dividirão a cena com as atrizes Malu RodriguesMarya BravoAnalu Pimenta e Bel Lima.
"Estamos 20 anos mais maduros como artistas e temos hoje mais conhecimento da obra de Cole Porter. Por isso, apesar de ser uma remontagem, será um novo espetáculo, com a inserção de canções e texto. É uma nova visão, mas manterá o nosso mesmo amor por Cole Porter", revela Claudio Botelho. 

"Revisitei o texto, afinal eu tinha 32 anos na época", comenta Charles Möeller. "Hoje, passados 20 anos, tudo mudou. A discografia de Cole Porter está inteiramente disponível na Internet, o que não existia naquela época. Além disso temos hoje disponíveis imagens raras de Porter, um universo de documentários, entrevistas inteiras, ou seja, muito mais material do que tínhamos há 20 anos", diz o diretor ressaltando que manterá a estrutura do espetáculo, com as mesmas personagens, mas com essa riqueza de dados que a Internet possibilitou.
No espetáculo, são interpretadas mais de 30 canções que pontuam sua trajetória. Não há uma preocupação cronológica na apresentação dessas canções, elas estão entrelaçadas a partir do contexto da ação teatral.  Além de sucessos, indispensáveis aos fãs do artista, como Night and DaySo in LoveI Get a Kick out of YouEverytime We Say GoodbyeI´ve Got You Under My SkinLove for Sale Let´s Do It, o público conhecerá algumas composições não tão famosas, praticamente inéditas no território nacional.
O ESPETÁCULO
Cole Porter - Ele Nunca Disse Que Me Amava é um espetáculo original da dupla Möeller & Botelho sobre a vida e obra de um dos maiores artistas de todos os tempos: o compositor norte-americano Cole Porter (1891-1964).
A ideia de montar um espetáculo baseado na vida de Cole Porter nasceu depois que Charles Möeller e Claudio Botelho assistiram a uma montagem de Kiss me Kate na Broadway. “Saímos extasiados. Era a primeira vez que víamos um Cole Porter na Broadway. A primeira vez que o encontrávamos no seu veículo original, o teatro. E isto nos incendiou de tal forma que, no restaurante, minutos depois do espetáculo, já falávamos do ‘nosso’ Cole Porter, aquele que ‘tínhamos’ que fazer no Brasil o mais urgente possível “, disse Charles Möeller.

A montagem brasileira foi considerada o primeiro divisor de águas na carreira da dupla. E foi o momento perfeito para Claudio ter a ideia de criar a chancela: Um espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho.
SUCESSO DE CRÍTICA E PÚBLICO
Cole Porter - Ele Nunca Disse que me Amava foi um grande sucesso de público e crítica na ocasião de sua primeira montagem. Nomes como Mauro Rasi, Zuenir Ventura, Affonso Romano de Sant´Anna, Marília Gabriela e Luís Fernando Veríssimo rasgaram elogios ao espetáculo.
A crítica Barbara Heliodora teceu muitos elogios ao musical no jornal O Globo: “Cole Porter - Ele Nunca Disse que me Amava é um espetáculo charmoso e gostoso, no qual fica patente o quanto o Brasil amadureceu no gênero (…) O trabalho de Claudio Botelho é surpreendente. Ele consegue, em suas versões, manter o humor, a malícia e a sofisticação das memoráveis letras do original (…) O Rio de Janeiro está celebrando com grande encanto a obra de Cole Porter”.
Em 2001, depois de se apresentar com muito sucesso por dez meses no Café-Teatro de Arena, no Rio, e por cinco no Teatro Alfa, em São Paulo, o musical Cole Porter - Ele Nunca Disse que me Amava fez temporada no famoso Cassino Estoril, em Portugal, arrancando elogios da crítica lusitana: “É uma fantástica oportunidade para apreciarmos o que de bom tem um musical”, escreveu o crítico do Diário de Notícias, ressaltando também as “soberbas toilettes que decoram a encenação“.
SINOPSE 
O musical de Charles Möeller & Claudio Botelho, apresenta a vida e obra do compositor americano Cole Porter (1891-1964) pela ótica feminina. Seis atrizes, representado mulheres importantes na vida do artista, narram sua história e revelam a personalidade dúbia e contraditória, bem como o fascínio e o repúdio que Porter causava. 


O espetáculo é uma celebração do talento e da genialidade de um dos maiores compositores do mundo. Repleto de picardia, bem típica da personalidade de Cole, a comédia musical extrai este fino humor da extravagância, dos bons e dos maus costumes dos chamados "anos loucos". 
A história é contada sob o ponto de vista das mulheres que o acompanharam e marcaram sua vida. São elas: Linda Porter, esposa de Cole, com quem foi casado muitos anos; Kate Porter, a mãe de Cole, rica e obsessiva para tornar o filho um astro; Elsa Maxwell, uma famosa colunista de fofocas e amiga indispensável de Cole Porter, que deu visibilidade ao compositor dentro da elite; Ethel Merman, a primeira grande diva da Broadway e preferida de Cole; Bessie Marbury, a agente do compositor; e por fim, Angélica, personagem fictícia misteriosa.
COLE PORTER - THE TOP OF TOP
Filho de uma mulher rica e obsessiva, Cole Porter nasceu em 1891, nos EUA, e desde criança foi obrigado a estudar música exaustivamente. Sua mãe acreditava cegamente no talento do filho e estava disposta a fazer dele um astro. Em um primeiro momento, Porter é o compositor de talento incomum, compulsivo na criação, alegre e fútil nas relações. Em seguida, depois da amputação de uma das pernas devido a um acidente, ele se torna amargo e solitário. Cole Porter não é representado fisicamente no musical, sua persona está em cena apenas em textos gravados em off pelo diretor Claudio Botelho, representado sua figura emblemática. 

Durante o espetáculo essas mulheres, acompanhadas por três músicos, contam os detalhes da vida de um homem, carismático, frágil e mentiroso, considerado um "bon vivant", que viveu com extravagância os considerados "anos loucos", sempre com muito luxo, viagens e festas. Mas, acima de tudo, um homem genial, de um talento exuberante, capaz de criar mais de 800 composições para musicais da Broadway e de Hollywood, das quais pelo menos cem atravessaram o século e são cantadas até hoje.
FICHA TÉCNICA
Elenco: Alessandra Verney (Bessie Marbury), Analu Pimenta (Elsa Maxwell), Bel Lima (Kate Porter), Malu Rodrigues (Angélica), Marya Bravo (Ethel Merman)  e Stella Maria Rodrigues (Linda Porter). Texto/Direção - Charles Möeller. Versão brasileira/Direção musical - Claudio Botelho.Coreografia - Charles Möeller. Arranjos musicais - Marcelo Castro. Figurinos - Marcelo Marques. Cenário - Rogério Falcão. Designer de Som - Marcelo Claret. Iluminação - Paulo Cesar Medeiros. Coordenação artística - Tina Salles. Produção - Luciana Conde. Produção executiva - Carla Reis.
COLE PORTER - Ele Nunca Disse Que Me Amava
De 21 de junho a 7 de julho – Sextas e sábados, às 21h.Domingos, às 19h.
Classificação: 12 anos.
Duração: 100 minutos.
Gênero: Musical.
Ingressos: R$ 120,00 plateia / R$ 90,00 frisas / 60,00 balcão.
TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Bilheteria: De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.
Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras das 17h às 21h.
Vendashttp://www.tudus.com.br
Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto

terça-feira, 21 de maio de 2019

SUPERSTAR DO MUNDO ÁRABE, A VIOLINISTA LIBANESA HANINE EL ALAM FAZ DOIS SHOWS EM SÃO PAULO






Os shows de Hanineacontecem no Over Night Club, em 23 de Maio, e no Clube Atlético Monte Líbano, em 25 de Maio.
Convites através do Telefone 999 308152

Foto: Jihad Adnan  

A violinista libanesa Hanine El Alam em cena de seu sucesso "Arabia"
A jovem violinista libanesa Hanine El Alam é uma das mais versáteis e carismáticas personalidades da cena musical contemporânea. Consagrada no Oriente Médio e países do mundo árabe, e com sua carreira em momento expansão internacional – já se apresentou em países como Grécia, Portugal e Estados Unidos –, Hanine chega agora pela primeira vez ao Brasil.

Hanine El Alam vai mostrar aos brasileiros sua arte, que mistura o leste e o oeste para dar origem a um novo gênero musical que mescla febre latina com pulsantes ritmos orientais e é só dela. 

Com o som mágico de seu violino emovimentos suaves, Hanine cria uma fascinante fusão artística de melodia e dança que transporta seu público para uma dimensão diferente.
Hanine faz duas únicas apresentações em São Paulo, cidade tida hoje como a segunda maior cidade libanesa do mundo, na qual residem dezenas de milhares de árabes nativos e descendentes de origem árabe, notadamente sírio-libanesa.

Os shows acontecem nos dias 23 e 25 de Maio – um noOver Night Club e outro no Clube Atlético Monte Líbano. Neles, Hanine apresenta os maiores sucessos de sua carreira.
A violinista toca acompanhada por sua banda – teclados, baixo, bateria, percussão árabe e cantora. Participam também oito bailarinos brasileiros do Grupo 1001 Noites, dançando as inventivas coreografias criadas para Hanine.
Um dos pontos altos do espetáculo é "Arabia", super hit lançado por Hanine em 2017, com música de Charbel Romanos e coreografia de Nadim Cherfam. O vídeo de"Arabia" no Youtube já ultrapassou a incrível marca de 77 milhões de visualizações!

Amor e devoção – Artista excepcionalmente talentosa,Hanine El Alam nasceu em 1986 em Baskinta, aldeia próxima de Beirute, e cresceu na cidade de Dhour El Choueir.
Começou seus estudos de violino aos 9 anos, motivada e sempre guiada por seu pai. Formou-se no Conservatório Superior Nacional Libanês de Música, em Beirute, onde obteve mestrado em Pedagogia Musical. Além de instrumentista Hanine é também ótima bailarina e sempre mescla música em seus espetáculos. Seu trabalho expressa profundo respeito pelas tradições musicais árabes, às quais ela adiciona elementos das muitas músicas do mundo e a energia da natureza.
Em 2017 Hanine foi premiada no Arab Satellite Festival, no Cairo, como a melhor violinista libanesa. Em 2019 obteve nova premiação: recebeu o Digital World’s Award como melhor violinista internacional.
O amor e a devoção de Hanine por seu trabalho e por seu país, combinados com sua paixão pela natureza, criaram um artista impulsionada por harmonia e coerência.

Por Ovadia Saadia, Apacos SP

Na noite de domingo (19/05), o cardeal Dom Odilo Scherer foi assistir o musical Aparecida, no Teatro Bradesco. O musical APARECIDA tem texto de Walcyr Carrasco e direção de Fernanda Chamma.




Belíssimo Musical Aparecida, de Walcyr Carrasco encerra

temporada no Teatro Bradesco em junho


Superprodução sobre a história e os milagres de Nossa Senhora Aparecida já foi vista por 40 mil pessoas. O espetáculo fica em cartaz somente até 23 de junho.

 Fotos deste conteúdo (crédito Adriano Dória)






Público tem até o dia 23 de junho para conferir a emocionante história de fé indicada para pessoas de todos os credos, no musical APARECIDA, com texto de Walcyr Carrasco e direção de Fernanda Chamma, no Teatro Bradesco.


O espetáculo já foi visto por 40 mil pessoas desde a sua estreia em março. Com um elenco de 33 artistas e 12 músicos, 20 canções originais, dezenas de figurinos e cenários grandiosos, a peça conta a história de Nossa Senhora Aparecida, um dos maiores símbolos de fé dos brasileiros há mais 300 anos, cujo santuário recebe mais de 17 milhões de fiéis por ano.


O espetáculo tem música original e direção musical de Carlos Bauzys, letras de Ricardo Severo, cenografia de Richard Luiz, figurinos de Fábio Namatame, desenho de luz de César de Ramires, desenho de som de Gabriel D’Angelo e produção da MPCult.



“Nossa Senhora Aparecida faz parte do cotidiano de milhões de brasileiros. A fé, a coragem, e a solução de pequenos e grandes problemas vêm da devoção criada em torno de sua adoração, comenta Walcyr Carrasco sobre os motivos que o levaram a escrever a obra. Além dos milagres conhecidos e outras passagens importantes, Walcyr se inspirou em uma história contemporânea real para mostrar ao público um exemplo onde a crença proporciona as transformações humanas mais difíceis. “Eu estava em busca de um milagre atual, que reafirmasse a fé. Ao conhecer o casal que protagoniza a história, me entusiasmei por não criar um espetáculo simplesmente histórico”, revela o dramaturgo.



O ponto de partida da trama é a história do casal Caio (Leandro Luna), um advogado ambicioso e sua esposa Clara (Bruna Pazinato), na São Paulo dos dias de hoje. Com a esperança de curar Caio, que perde a visão por causa do tratamento de um câncer, os jovens embarcam em uma jornada de descobrimento espiritual que culmina em uma ida até a basílica da Padroeira do Brasil.



Paralelamente, é narrada a história da pequena estátua de Nossa Senhora Aparecida, descoberta em 1717, desde uma pequena capela em Itaguaçu (interior de São Paulo) até a moderna Basílica na cidade de Aparecida.



São relembrados alguns dos milagres que estabeleceram a devoção da Santa.  O musical relembra também o atentado sofrido em 1978, quando um jovem perturbado quebrou a estátua da Santa em mais de duzentos pedaços; a missa celebrada para reparar esse episódio, em cuja data se estabeleceu oficialmente o “Ato do Desagravo”; e a cuidadosa restauração feita no MASP – Museu de Arte de São Paulo.



Para a diretora e coreógrafa Fernanda Chamma, o trabalho explora bastante a interação do elenco com a cenografia. Usamos uma movimentação cênica contemporânea, por todo palco executada por bailarinos experientes durante todo o espetáculo”, explica.



A história é contada com emocionantes músicas originais de Carlos Bausys, com letras compostas por Ricardo Severo. “A partir do texto do Walcyr, propus manter uma parte das canções inspiradas no melodrama e uma outra mais épica. Acho que um grande diferencial de nosso musical original está nas letras, que trazem um discurso mais próximo da estética da canção brasileira, e não tão direto como nos musicais com estética da Broadway. Todas as letras foram compostas a partir de uma pesquisa intensa que fiz sobre a história de Nossa Senhora Aparecida, de seus milagres, sua mitologia, e dos significados e mensagens por trás de cada momento”, explica Severo.



Os arranjos, de acordo com Bauzys, misturam sonoridades diferentes: “Como a própria figura da Nossa Senhora, que abrange a enorme riqueza de toda a cultura brasileira, as melodias e harmonias do espetáculo são bem ecléticas”, fala o diretor musical.



Inspirada na arquitetura da Basílica de Aparecida, a cenografia mescla estruturas físicas grandiosas com projeções de vídeo mapeadas. Ao todo são 23 mudanças de cenários, com 15 vídeos produzidos para o musical. Além dessa cenografia inovadora, o musical tem vários efeitos especiais e tecnológicos.

  

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Ficha técnica:

Texto: Walcyr Carrasco. 

Direção Artística e Coreografia: Fernanda Chamma. 

Músicas Originais, Arranjos e Direção Musical: Carlos Bauzys. 

Letras Originais e Adaptação para Libreto: Ricardo Severo. 

Cenário e Projeções: Richard Luiz. 

Figurinos: Fábio Namatame. 

Visagismo: Rogério Pontes. 

Desenho de Som: Gabriel D’Angelo. 

Desenho de Luz: César de Ramires.



Elenco: Leandro Luna (Caio), Bruna Pazinato (Clara), Edson Monttenegro (Narrador/Ensemble), Nábia Villela (Maria Helena/Ensemble), Rubens Caribé (Feitor/Arcebispo/Cover Narrador/Ensemble), Maurício Xavier (Zacarias/Ensemble), Ana Araújo (Princesa/Cover Romeira/Ensemble), Frederico Reuter (Padre Lino/Ensemble), Arthur Berges (Rogério/Ensemble), Alessandra Vertamatti (Faxineira/Cover Maria Helena), Cadu Batanero (Cavaleiro/Pescador Cover/Ensemble), Maysa Mundim (Médica/Ensemble), Talita Real (Romeira/Cover Clara/Ensemble), Joyce Cosmo (Romeira/Ensemble), Pamella Machado (Romeira/Cover Princesa/Ensemble), Daniel Cabral (Padre Redentorista/Cover Caio/Ensemble), Bernardo Berro (Padre Redentorista/Médico/Cover Padre Lino/Ensemble), André Torquato (Pescador/Cover Rogério/Ensemble), Marcelo Vasquez (Pescador/Ensemble), Vandson Paiva (Pescador/Cover Feitor/Ensemble), Keila Bueno (Cover Faxineira/Ensemble), Rafael Machado (Cover Zacarias/Ensemble), Isabel Barros (Cover Romeira/Ensemble), Maria Clara Manesco (Cover Romeira/Ensemble), Ygor Zago (Cover Cavaleiro/Ensemble), Ditto Leite (Cover Pescador/Ensemble), Lucas Nunes (Cover Pescador/Ensemble), Nay Fernandes (Cover Médica/Ensemble), Tutu Morasi (Ensemble), Gigi Debei (Estagiária Ensemble), Isa Castro (Estagiária Ensemble), Nina Sato (Swing Feminino), Guilherme Pereira (Dance Captain e Swing Masculino).



Músicos: Rodolfo Schwenger (Piano e Sub de Regência), Ney Aguiar (Violino 1), Tiago Dias (Violino 2), Margareth Yahagi (Viola), Gabriel Vasco (Cello), Yuri Cayres (Violão, Guitarra e Viola Caipira), Gibson Freitas (Baixo Acústico e Elétrico), Diego Pereira (Percussão), Daniel Pascarelli (Bateria), Chiquinho de Almeida (Reed 1 – Flautim, Flauta, Clarinete e Sax Alto), Cristiano Carvalho (Reed 2 - Flautim, Flauta, Clarinete, Clarone e Sax Tenor) e Marisa Gurgel (Sub Pianista).



Assistente de Direção e Diretora Residente: Daniela Cury.

Direção Musical Associada e Regência: Rodrigo Hyppolito.

Cenógrafa Assistente: Marieta Spada. 

Produção de Conteúdo de Projeção: Rodrigo Arcângelo e Marcio Oliveira. 

Finalização de Conteúdo de Projeção: Protótipo Filmes. 

Adereços: Clívia Cohen, Clau Carmo e Luis Rossi

Agência de comunicação: TeTo Cultura. 

Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes.

Diretores de Produção: Maria Eugênia Malagodi e Eurico Malagodi. 

Produtora Executiva: Francine Storino. 

Produtora Assistente e Produtora de Cenário: Maria Pia Calixto. 

Estagiário de Produção: Gabriel Cordeiro. 



Stage Manager: Eduardo Munhoz. 

Operador de Som: Breno

Microfonista: Vini Germano (Gaúcho)

Assistente Som: Lucas Mendes

Operador de Luz: Pedro Forjaz

Chefe de Palco: Alexandre Rodrigues

Contrarregras-Maquinistas: Kcio Converte, Douglas Fernando



Realização: Ministério da Cidadania, Bradesco e MPCult.



Serviço:

APARECIDA –  Até 9 de junho no Teatro Bradesco.

Estreou 23 de março de 2019

Duração: 2hrs15min (prévia)

Classificação: Livre (menores de 12 anos acompanhados pelos pais)

Ingressos: R$ 75,00 a R$220,00 (com meia entrada).

Temporada: Sextas-feiras às 21h. Sábados às 16h e 21h. Domingos às 15h e 19h30.

TEATRO BRADESCO - Bourbon Shopping – Rua Palestra Itália, 500, loja 263 - 3° Piso, Perdizes. Bilheteria: domingo a quinta, das 12h às 20h; sexta e sábado, das 12h às 22h. Capacidade: 1439 lugares.

Informações: (11) 3670-4100.

Vendas em teatrobradescosp.uhuu.com/



Anexo as fotos:

Foto 6295 - Dom Odilo Scherer

Foto 6299 - Os produtores do espetáculo Eurico Malagodi e Malagodi com Dom Odilo Scherer

Foto 6342 - Dom Odilo Scherer com elenco da peça

ovadia saadia e equipe são paulo
aline grindler
11 991877174

Imagem referência estréia:


terça-feira, 14 de maio de 2019

A comédia O Mistério de Irma Vap, de Charles Ludlam ganha nova leitura pelo diretor e encenador Jorge Farjalla. Quem dá vida aos hilários personagens são os geniais Mateus Solano e Luis Miranda. Teatro Porto Seguro, no Centro de São Paulo (Região Barra Funda, com toda comodidade, segurança e conforto) A nova versão será situada em um trem fantasma de um parque de diversões usando como referência os filmes de terror, como Pague para Entrar, Reze para Sair, de Tobe Hooper; Rebecca, de Alfred Hitchcock e a estética dos anos 80.



Com Luis Miranda e Mateus Solano, comédia
O Mistério de Irma Vap ganha nova releitura de Jorge Farjalla e estreia no Teatro Porto Seguro
 (crédito fotos parciais Priscila Prade- parte)
A comédia besteirol O Mistério de Irma Vap, de Charles Ludlam ganha uma nova leitura pelo diretor e encenador Jorge Farjalla. E quem dá vida aos hilários personagens da peça são os atores Luis Miranda e Mateus Solano. O espetáculo estreou em São Paulo no Teatro Porto Seguro, no dia 12 de abril, e cumpre temporada até 16 de junho, com sessões sexta-feira às 21h, aos sábados às 18h e 21h, e aos domingos às 16h e 19h. Produção e realização da TeTo Cultura e Bricabraque Produções.

A trama original se passa em um lugar remoto da Inglaterra e conta a história de Lady Enid, a nova esposa do excêntrico Lord Edgar. Ela tem que se adaptar a viver em uma mansão mal-assombrada pelo fantasma da primeira esposa de seu marido, Irma Vap - lugar onde o filho do casal foi morto por um lobisomem.


Na casa, há uma governanta, que assume a posição de rival da recém-chegada. Para retomar o amor de seu marido, Lady Enid come o pão que o diabo amassou e pratica peripécias divertidas. Em cena, dois atores interpretam os vários personagens, entre humanos e assombrações.

O texto foi montado pela primeira vez em 1984 em um pequeno teatro em Greenwich Village, em Nova York, nos Estados Unidos, pela companhia Ridiculous Theatrical Company, do próprio Charles Ludlam. Ele fez uma paródia dos clássicos e inspirou-se em um gênero da Inglaterra Vitoriana chamado “penny dreadful” (que pode ser traduzido como terror a tostão) para criar um novo tipo de comédias, o melodrama vitoriano.


Diferente da história original, a nova versão será situada em um trem fantasma de um parque de diversões macabro. “Usamos como referência os filmes de terror, como Pague para Entrar, Reze para Sair, de Tobe Hooper; Rebecca, de Alfred  Hitchcock e a estética dos anos 80. Mergulhamos também no universo do videoclipe de Thriller, de Michael Jackson, que foi dirigido pelo cineasta John Landis, uma referência do que é um filme de horror. Além disso, a obra também tem várias citações de Shakespeare, principalmente de Hamlet. Estamos desfragmentando todas as camadas do texto para ver o que está por trás dele e ressignificar a obra”, revela o diretor e encenador Jorge Farjalla.


A primeira e icônica montagem brasileira do texto, com direção da saudosa atriz Marília Pêra e atuação de Ney Latorraca e Marco Nanini, estreou em 1986 e ficou em cartaz durante 11 anos consecutivos, o que garantiu ao texto o registro no livro Guiness World Records. A peça ficou marcada na história do teatro por uma espécie de gincana de troca de figurinos por Nanini e Latorraca (abaixo foto da estréia em SP 1984 Teatro procópio Ferreira SP).


O novo espetáculo, ainda segundo o diretor, tem a proposta de expor aos olhos do público essa troca de roupas e enfatizar ainda mais o texto e o trabalho do ator. “Vamos teatralizar a troca de roupas. Eu quero mostrar para o espectador o teatro como uma grande ilusão e o ator como um grande mago, que pode criar tudo na frente do público e fazê-lo acreditar naquela situação. Quero que a plateia sinta o trabalho do ator e como eles vão dividir esses personagens em um jogo de espelhos. O próprio texto de Ludlam sugere o jogo teatral e tentamos enfatizar ao máximo a questão dos atores como um duplo”, comenta.

Essa encenação ousada só é possível graças ao talento de Luis Miranda e Mateus Solano. “Os dois são de uma genialidade, uma elegância artística. Começamos o processo cedo e eles já estão com outro entendimento do texto. Eles têm juntos uma energia maravilhosa. Estou muito grato por tê-los comigo e por partilhar algo tão sagrado para mim, que é o fazer teatral”, acrescenta.
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Sobre Jorge Farjalla
Criador da Cia. Guerreiro, sua pesquisa em teatro é ligada ao universo de Antonin Artaud, Bertolt Brecht e Constantin Stanislaviski, tendo como ápice suas montagens sobre as obras míticas de Nelson Rodrigues: Álbum de Família, Anjo Negro, Senhora dos Afogados e Dorotéia. Idealizou a Escola de Teatro da sua Cia. inaugurada em 2010, no Rio de Janeiro, onde ofereceu oficinas e cursos de Teatro, Cinema e TV. Dirigiu e atuou no projeto sobre a obra de Dante Alighieri: A Divina Comédia, encenando Dante´s Inferno e Dante´s Purgatório. Dirigiu Vou Deixar o Amor Pra Outra Vida, de Rodrigo Monteiro que foi encenado em apartamentos residenciais no bairro de Copacabana.
Em 2016, dirigiu Dorotéia de Nelson Rodrigues, em comemoração aos 60 anos de carreira de Rosamaria Murtinho, com Leticia Spiller e grande elenco. No mesmo ano, dirigiu Antes do Café, de Eugene O´Niell, aclamado pela crítica como um dos espetáculos mais dramáticos do ano. Dirigiu Antônia Fontenelle no monólogo #Sincericídio.
Em 2018, dirigiu Senhora dos Afogados, de Nelson Rodrigues, com Alexia Dechamps, João Vitti, Rafael Vitti, Leticia Birkheuer e grande elenco, no Teatro Porto Seguro, em São Paulo, sendo indicado ao Prêmio Shell de Melhor Figurino com sua assinatura. Ainda no primeiro semestre, dirigiu, Vou Deixar de Ser Feliz Por Medo de Ficar Triste? de Yuri Ribeiro com Paula Burlamaqui, Vitor Thiré e grande elenco no Teatro das Artes no Rio de Janeiro, sendo indicado como Melhor Diretor ao Prêmio Botequim Cultural, foi o grande vencedor do Prêmio FITA 2018 como Melhor Diretor, Melhor Figurinista e Melhor Espetáculo.

Sobre Luis Miranda
Em 2014, Luis Miranda fez sua estreia em telenovelas, atuando como a protetora e elegante transexual Dorothy Benson em Geração Brasil, depois de diversos papéis cômicos no cinema e teatro. Participou da nova versão da Escolinha do Professor Raimundo como Tião Bonitinho. De 2015 a 2018, atuou junto a Lázaro Ramos e Tais Araújo da série Mister Brau. Atualmente integra o elenco fixo do programa Zorra na TV Globo. Participou das séries Geração Brasil, Homens de Bem, Batendo Ponto, As Cariocas, A Grande Família, Ó Paí, Ó, Alice, Faça Sua História, Carandiru e Sob Nova Direção.
No cinema atuou em filmes como De Pernas Pro ar, Clilada.com, Onde Está a Felicidade, O Diário de Tati, Meu Nome não é Johnny, Bicho de Sete Cabeças e Domésticas.  No Teatro, protagonizou o solo 7 Conto – A Comédia (2006 – atual) e participou das peças Terça Insana (2002-2014) e 5 X Comédia (2018).

Sobre Mateus Solano
Mateus Solano tornou-se conhecido ao interpretar na televisão o personagemRonaldo Bôscoli na minissérie Maysa - Quando Fala o Coração (2009), os gêmeos Miguel e Jorge na novela Viver a Vida (2009), o político Mundinho Falcão no remake de Gabriela (2012), o antagonista Félix Khoury na novela Amor à Vida (2013), Zé Bonitinho no remake da série Escolinha do Professor Raimundo (2015) e o vilão Rubião em na novela Liberdade, Liberdade (2016). Ele também fez participações em séries como Sob Nova Direção, Faça Sua História e Casos e Acasos.
Solano ainda fez o filme Linha de Passe (2008) e atuou na série para celular Mateus, o Balconista (2008), atualmente em exibição no canal pago Woohoo. Participou, em 2011, de Morde & Assopra, de Walcyr Carrasco, como o cientista Ícaro. Fez, no mesmo ano, uma participação especial na série A Mulher Invisível. No ano seguinte, participou de um episódio de As Brasileiras. Em 2017, o ator viveu o personagem Eric da novela Pega Pega.
No teatro, iniciou sua carreia com o espetáculo O Homem que era Sábado(2003), com texto e direção de Pedro Brício. Também atuou em Tudo é Permitido (2005), Não Existem Níveis Seguros para Consumo destas Substâncias (2006), O Perfeito Cozinheiro das Almas desse Mundo (2007), Últimos Remorsos Antes do Esquecimento (2007), 2 para Viagem (2008), Lobo n º 1 – A estepe (2008), Hamlet (2009), Do Tamanho do Mundo (2013-2014) e Selfie (2014-2017).

FICHA TÉCNICA
Texto: Charles Ludlam. Idealização: Andrea Francez. Direção, encenação e dramaturgia: Jorge Farjalla. Elenco: Luis Miranda, Mateus Solano, Fagundes Emanuel, Greco Trevisan, Kauan Scaldelai e Thomas Marcondes. Traducão: Simone Zucato. Assistente de direção: Raphaela Tafuri. Direção de Produção: Priscila Prade e Marco Griesi. Produção executiva: Daniella Griesi e Fernando Trauer. Direção Musical: Gilson Fukushima. Cenografia: Marco Lima. Iluminação: Cesar Pivetti. Figurinos: Karen Brustolin. Fotografia: Priscila Prade. Comunicação Visual: Kelson Spalato e Murilo Lima. Redes Sociais: Tiago Cunha e Felipe Gonçalves: Mídia: Caio de Jesus. Assessoria Jurídica: Francez e Alonso Advogados. Produção de Elenco: Marcela Altberg. Realização: BricaBraque e TeTo Cultura.
O MISTÉRIO DE IRMA VAP, DE CHARLES LUDLAM
De 12 de abril a 16 de junho no Teatro Porto Seguro
Às sextas-feiras, às 21h, aos sábados, às 18h e 21h, e aos domingos, às 16h e 19h.
Ingressos: Plateia: R$ 150 / Frisas: R$ 100 e / Balcão R$80.
Classificação:  12 anos.
Duração: 100 minutos.
Gênero: Comédia.
TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Capacidade: 484 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Vendas: http://www.tudus.com.br
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