quinta-feira, 9 de maio de 2019

CineSesc divulga programação de filmes e intervenções musicais na Virada Cultural 2019. Evento acontece a partir das 18h do sábado (dia 18) até às 18h do domingo (dia 19)


 

Virada Cultural já faz parte do DNA paulista e paulistano desde 2005, possuindo apoio de diversos parceiros artísticos e culturais. A população tem acesso a experiências, conhecimentos, diversão e shows durante dois dias inteiros e, em sua maioria, gratuitos.

Com duração de 24 horas, o CineSesc, mais uma vez, traz uma sequencia de incríveis filmes em sessões até a madrugada e intervenções musicais. 
Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados com 1h de antecedência.
Oportunidade de se rever o espatacular e inesquecível filme de Brian de Palma "Carrie" de 1977


Programação

18H - Ou Tudo ou Nada (90 min)
20h -  Carlos Navas
21h – Embalos de Sábado à Noite (120h)
23h59 – Carrie A Estranha (100 min)
02h – Boogie Nights (156 min)
11h – A Pequena Sereia (85 min)
15h – Studio 54 o filme 93 min)
17h - Studio 54 – documentário (100 min)
Ou Tudo ou Nada (Dir: Peter Cattaneo, Reino Unido, 1997, 35 mm, 92 min). Sheffield é conhecida como a "cidade do aço", devido ao grande número de empresas do setor instaladas no local. Atualmente em declínio, as indústrias cada vez mais realizam demissões, o que gera um grande número de desempregados. Um deles é Gaz, que está prestes a perder a custódia do filho por não ter dinheiro para sustentá-lo. Seus amigos não estão em situação muito melhor e para tentar resolver têm uma ideia, criar um show de strippers. A diferença é que eles, ao contrário dos concorrentes, pretendem tirar toda a roupa no espetáculo.Dia 18/05 (sábado) – 18h

Carlos Navas – O intérprete paulistanoacompanhado por Serginho Souza (Baixo), Laffayeth Persaud (guitarra) e Felipe Kasteckas (bateria), interpretará clássicos da Era Disco como “Hot Stuff” e “Bad Girls” (lançados por Donna Summer), “I Love the Nightlife” (Alicia Bridges), “Zodiac”(Roberta Kelly), “Stayin Alive” (Bee Gees), “Never Can Say Goodbye” (Gloria Gaynor) e “It´s Raining Men” (The Weather Girls). Dia 18/05 (sábado) – 20h – Intervenções Musicais

Os Embalos de Sábado à Noite (Dir: John Badham, EUA, 1977, DCP Restaurado, 118 min). Tony Manero, um jovem do Brooklyn e um excelente dançarino de disco music, só encontra significado na vida quando dança, pois passar a semana trabalhando em uma loja de tintas não o gratifica de forma nenhuma. Assim ele se perfuma, se veste de um jeito fashion e vai para a discoteca no final de semana. Sob a influência de seu irmão, um padre frustrado, e de Stephanie, sua parceira de dança, começa a questionar a maneira como encara a vida e a limitação de suas perspectivas. Paralelamente Tony vive uma crise amorosa, enquanto se prepara para participar de um concurso em uma discoteca. Dia 18/05 (sábado) – 21h

Carrie, a Estranha (Dir: Brian De Palma, EUA, 1977, DCP, 108 min). Carry White é uma jovem que tem dificuldade em fazer amigos e é menosprezada pelos colegas por morar em total isolamento com Margareth, sua mãe, uma pregadora religiosa que se torna cada vez mais ensandecida. Após zombar dela, uma aluna fica arrependida e pede a Tommy Ross, seu namorado e um aluno muito popular que convide Carrie para o baile do colégio, porém Chris Hargenson, uma aluna que foi proibida de ir festa, prepara uma terrível armadilha que deixa Carrie ridicularizada em público. No entanto, ninguém imagina os poderes paranormais que a jovem possui e muito menos d e sua capacidade vingança quando está repleta de ódio. Dia 18/05 (sábado) – 23h59

Boogie Nights - Prazer Sem Limites (Dir: Paul Thomas Anderson, EUA, 1998, 153 min, DCP, livre). Eddie Adams é um jovem de 17 anos sexualmente bem-dotado. Ele é descoberto por Jack Horner, um diretor veterano que o transforma em Dirk Diggler, uma celebridade da subcultura do mundo pornô no apogeu dos anos 70. O sucesso faz com que Eddie se envolva no mundo das drogas e a súbita fama pode ter seu preço. Dia 19/05 (domingo) – 02h

A Pequena Sereia – (The Little Mermaid. Dir.: Ron Clements, John Musker. EUA, 1989, 83 min, Livre). Ariel é a filha caçula do Rei Tritão, comandante dos sete mares, que está insatisfeita com sua vida. Ela deseja caminhar entre os humanos para conhecê-los melhor, mas sempre é proibida por seu pai, que considera os humanos como sendo "bárbaros comedores de peixe". Até que ela se apaixona por um jovem príncipe e, no intuito de conhecê-lo, resolve firmar um pacto com Úrsula, a bruxa do reino, que faz com que ela ganhe pernas e se torne uma verdadeira humana. Porém, Úrsula também tem seus planos e eles incluem a conquista do reino de Tritão. Dia 19/05 (domingo) – 11h

Studio 54 (Dir: Mark Crhristopher, EUA, 1998, DCP, 101 min).Na época áurea do "disco", Studio 54 foi a discoteca idealizada por Steve Rubell, que agitava a vida de Nova York com todo o frenesi que lhe deu uma reputação internacional. Lá Rubell tentava transformar seu sonho em realidade ao dar as melhores festas que o mundo tinha visto e fazer com que elas durassem para sempre, com toda a decadência e excessos da época. Rubell criou um lugar onde a fantasia era a realidade, pois não haviam nem rótulos, nem regras. Diversos acontecimentos que envolvem esta discoteca são narrados pela ótica de Shane O'Shea, um jovem frentista de Nova Jersey que, em 1979, quando tinha dezenove anos, não estava satisfeito com a mesmice da sua vida. Foi até Nova York, conseguiu entrar na discoteca e em pouco tempo trabalha como barman. Shane tem a oportunidade de ver a ascensão e decadência desta famosa casa noturna. Dia 19/05 (domingo) – 15h

Documentário - Studio 54 (Dir: Matt Tyrnauer, EUA, 2018, DCP, 98 min). O Studio 54 era um lugar que não só redefiniu o significado do que era uma boate, mas se tornou um símbolo da cultura disco do anos 70. Essa é a história da ascenção e da queda desse paraíso hedonístico na Terra, frequentado pelas maiores celebridades da época e onde pessoas de todo tipo de identidade podiam dividir a pista de dança. Dia 19/05 (domingo) – 17h

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Um workshop e abertura da exposição do artista visual americano Neil Kerman na Saphira & Ventura ART Gallery São Paulo.  Neil propõe a Arte como meio de auxiliar no tratamento de pessoas com doença de Alzheimer e traz um projeto que visa multiplicar o bem! Vale conhecer as obras e o projeto, apoiado no Brasil pelas obras assistenciais da Sinagoga dirigida pelo Rabino Shalom Gourarie.
Neil Kerman
Durante o mês de maio na Saphira & Ventura as imapactantes obras de Neil Kerman podem ser conferidas...
Neil Kerman

Fernando jardim, do grupo LUXUS multimidia e comunicações, Rabino Shalom Gourarie , direotr presidente da sinagoga Mischcan Menachem e jornalista Ovadia Saadia



Rabino Shalom Gourarie - Sinagoga Michcan Menachem e Ovadia Saadia
Sobre a obra de Neil Kerman

 Conforme o Alzheimer avança, o indivíduo se desconecta de sua realidade interna e externa. Do lado de dentro, aos poucos perde a lembrança do que fez minutos atrás, do que aconteceu semanas antes, até se esquecer de quem foi e de quem é. Do lado de fora, as dificuldades espelham o caos interno. Há limitações para reconhecer objetos, pessoas, as palavras começam a fugir e chega o momento em que elas não saem mais. A comunicação com o mundo ao redor cessa. Caracterizada pela morte progressiva de neurônios, a enfermidade não tem cura, mas alívio. Parte vem de remédios que retardam sua progressão. Outra está surgindo da arte.
Recentemente, o artista americano Neil Kerman, que desenvolve um trabalho usando a pintura como instrumento de terapia, esteve em São Paulo para mostrar resultados de sua experiência. Eles foram estampados na exposição Alzheimer’s Awareness — a influência da arte e das cores como estímulo no tratamento da doença, e em atividades realizadas em centros de atendimento aos pacientes. “Minhas pinturas são repletas de cores vivas. Aos pacientes, o amarelo pode produzir excitação e o verde ou vermelho, prazer e felicidade”, disse o pintor à ISTOÉ. Sua visita à capital paulista foi organizada pela New York Contemporary Art Society com o apoio da Sinagoga Mishcan Menachen, na Saphira e Ventura Gallery (maio de 2019)
Quando pincel, tinta e tela são colocados à frente do paciente, o impacto é igualmente interessante: a atenção se concentra, o esforço em executar o movimento desejado aumenta e lembranças brotam aqui e ali. Alguns podem precisar de ajuda extra no manejo do pincel, outros para encontrar a tinta. Mas todos de alguma forma conseguem expressar o que sentem e surgem referências guardadas em memórias que o cérebro afetado pela doença não consegue mais acessar.
Estímulo Intelectual
Uma das investigações científicas mais recentes foi feita pela dupla sueca Boo Johansson e Emelie Miller, da Universidade de Gotemburgo. Depois de acompanharem a evolução de portadores estimulados a pintar, elas constataram que o recurso é usado com prazer pelos pacientes e, por meio dele, são obtidas vitórias na contenção da doença. “Qualquer tipo de estímulo intelectual ajuda. A arte entra no mesmo caminho”, afirma o neurologista Rubens Gagliardi, chefe adjunto da Clínica Neurológica da Santa Casa de São Paulo e coordenador dos Departamentos Científicos da Academia Brasileira de Neurologia.
Atividades que contemplam a pintura fazem parte do cotidiano de instituições que são referência no tratamento em todo o mundo. No Brasil, a estratégia também está sendo adotada em diversos centros, apresentando os mesmos benefícios. Porém, por aqui a pintura e toda forma de arte ainda vem usada em intensidade menor do que a ideal
A análise da obra de grandes artistas ajuda a ciência a entender melhor como se dá a evolução da doença. Uma das mais estudadas é a do pintor americano William Utermohlen (1933-2007). Após seu diagnóstico em 1995, ele criou auto-retratos por meio dos quais enxerga-se de que a maneira a enfermidade afetou sua habilidade técnica e tornou urgente sua necessidade de comunicação. Antes marcada por quadros que retratavam relações interpessoais em espaços ricamente ilustrados, a arte de Utermohlen deu espaço à expressão de sentimentos que revelam raiva, solidão. As cores ganharam tons sombrios. As pinceladas ficaram mais marcadas. É cedo para dizer de que maneira as informações podem ser usadas para refinar o diagnóstico — um ponto ainda desafiador —, mas a tormenta de Utermohlen, agora sob investigação científica, certamente ajudará na luta contra a doença.
(Isto É)
Espaço Cultural Porto Seguro convida para a abertura da exposição Novas Efervescências.
Dia 11 de maio, sábado, às 11h - Alameda Barão de Piracicaba, 610 - Campos Elíseos (Estacionamento na Al. Barão de Piracicaba, 634).
A exposição reúne trabalhos inéditos de Angella Conte, Arnaldo Pappalardo, Daniel Frota de Abreu,Erica FerrariErica KaminishiJoão Angelini, Laura Gorski e Renata Cruz, Pablo Lobato Tiago Mestre.  A mostra coletiva Novas Efervescências traz nove trabalhos inéditos dos artistas selecionados pelo Edital promovido pelo Espaço Cultural, em parceria com a Base7 Projetos Culturais.


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Zizi & Luiza - O Show. Das divas POSSI!
Com maestria as cantoras interpretam sucessos da carreira e transmitem a emoção da maternidade e o laço familiar

A cumplicidade entre mãe e filha sempre marcou as apresentações que Zizi e Luiza Possi fizeram ao longo de suas carreiras. Vivendo um momento especial, a chegada de Lucca, primeiro filho de Luiza, elas resolveram celebrar essa sinergia entre gerações nos palcos.
Essa será a primeira vez que as cantoras Zizi e Luiza estreiam uma turnê juntas.
“Desta vez vamos fazer um show montado pelas duas, com humor, amor, emoção e muita cumplicidade. Esses são ingredientes que regem a nossa relação”, contou Luiza.
“A maternidade me trouxe para mais perto de Zizi e por isso veio a vontade de dividir o palco em um show único, completamente emocionante, pensado e executado pelas duas”, finalizou.

O SHOW promete ser um trabalho leve que vai passear por um repertório que influenciou tanto Zizi, como Luiza.
“Vamos passear do lirismo à comédia com muito bom gosto. O SHOW terá repertório variado com nossos sucessos, e canções inéditas nas nossas vozes, porém já conhecidas através de seus autores, como no caso Ivan Lins, Gonzaguinha, Milton Nascimento e Gilberto Gil”, revelou Zizi.
Como não poderia faltar, as músicas italianas terão presença garantida, uma vez que é na Itália que a família teve origem.





 -- Serviço –
Zizi & Luiza - O Show

Local: Tom Brasil
Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio
Data: 11/05/2019
Horário de início do espetáculo: 22h
Horário de abertura da casa: 2h antes do espetáculo
Capacidade: 1.800 lugares
Estacionamento: Hot Valet (com manobrista)
Acesso para deficientes físicos
Censura: 14 anos



-- Ingressos --

Camarote - 1° Lote             R$ 220,00
Frisa                                 R$ 200,00
Cadeira Alta                      R$ 149,00
Setor Vip - 1° Lote             R$ 220,00
Setor 01 - 1° Lote              R$ 189,00
Setor 02 - 1° Lote              R$ 149,00
Setor 03 - 1° Lote              R$ 129,00

-- Bilheterias
Rua Bragança Paulista, 1281 / Chácara Santo Antônio
Horário de atendimento: segunda a sábado, das 10h às 20h e domingos e feriados, das 10h às 18h

-- Compra por telefone
Ingresso Rápido – Tel: 4003-1212
Horário de atendimento: segunda a sábado, das 9h às 22h

-- Compra pela internet

-- Pontos de venda

Casa Natura Musical integra segunda edição do Festival Líricas Paulistanas Nos dias 23 e 26 de maio, quinta-feira (19h) e domingo (17h), a Casa Natura Musical recebe duas noites do Festival Líricas Paulistanas, evento que valoriza a memória da Vanguarda Paulista - movimento artístico que entre as décadas de 70 e 80 colocou em evidência nomes como Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé, Ná Ozzetti e Tetê Espíndola. A curadoria é dos poetas Caco Pontes e Daniel Minchoni. Premiado no Edital ProAC-Festivais, o festival será realizado com recursos do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

Dia 23 de maio,  shows de Baião de Spokens - projeto literomusical híbrido de performances poéticas com experimentos sonoros e visuais - e Orquídeas do Brasil, banda formada integralmente por mulheres instrumentistas que acompanharam Itamar Assumpção nos anos 90. E no dia 26 de maio, show da Filarmônica de Pasárgada e do Grupo Rumo.


Casa Natura Musical integra segunda edição do Festival Líricas Paulistanas

Nos dias 23 e 26 de maio, quinta-feira (19h) e domingo (17h), a  Casa Natura Musical recebe duas noites do Festival Líricas Paulistanas, evento que valoriza a memória da Vanguarda Paulista - movimento artístico que entre as décadas de 70 e 80 colocou em evidência nomes como Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé, Ná Ozzetti e Tetê Espíndola. A curadoria é dos poetas Caco Pontes e Daniel Minchoni. Premiado no Edital ProAC-Festivais, o festival será realizado com recursos do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
Na quinta-feira, 23, a Casa Natura Musical recebe apresentações de Baião de Spokens - projeto literomusical híbrido de performances poéticas com experimentos sonoros e visuais - e Orquídeas do Brasil, banda formada integralmente por mulheres instrumentistas que acompanharam Itamar Assumpção nos anos 90.
Celebrando os 70 anos que o artista completaria em 2019, as Orquídeas se reúnem novamente para apresentar canções da trilogia Bicho de 7 Cabeças, gravadas na memorável parceria entre o compositor e a banda. Ao longo dos shows, haverá participações de Anelis AssumpçãoJuçara Marçal e Leo Castilho. Neste dia também haverá exibição do curtaBeleléu – Cá Entre Nós, seguido de bate-papo com o diretor Fábio Giorgio.
Já no domingo, 26, haverá apresentação do show da Filarmônica de Pasárgada, com seu disco Algorritmos. A convidada é a poeta Natália Barros. Fechando o evento com o estilo lírico e vanguardista da Lira Paulistana, o Grupo Rumo se reúne em um show inédito que integrará a turnê de seu próximo disco, Universo, lançado pelo Selo. A maior parte do repertório autoral do álbum foi preparada pelos integrantes do grupo em 2018.
Neste dia também está agendada exibição de Líricas Paulistanas - Vanguarda Paulista Ontem e Hoje, seguido de bate-papo com Marianna Perna, Wilson Souto e Maurício Pereira.
Sobre o Festival Líricas Paulistanas
O evento, que comemora os 40 anos de nascimento do Teatro Lira Paulistana, berço criativo e principal reduto da trupe que compôs o movimento, irá homenagear artistas que fizeram parte desse contexto e reunir alguns de seus expoentes, além de herdeiros do legado que reconhecem em suas criações a influência cultural deixada pela Vanguarda.
Espalhado entre espaços estratégicos da cidade de São Paulo - Centro Cultural B_arco,Casa Natura MusicalSecretinho e Estrella Galicia Estação Rio Verde -, todos situados na mesma região do extinto Teatro Lira Paulistana, o festival reunirá bate-papos, exibição de filmes, recitais poéticos e apresentações musicais, distribuídos pelos cinco dias de evento.
Em todas as datas do festival, exibições de filmes em curta e longa metragem que abordam o movimento sob diferentes óticas: Líricas Paulistanas - Vanguarda Paulista Ontem e Hoje, Beleléu - Cá Entre Nós, Cidade Oculta, Premê - Quase Lindo e Yorimatã. As atividades envolvem também bate-papos com personalidades escolhidas para compor o cenário inovador e experimental do projeto, como Tetê EspíndolaLucinaHermelino Neder, Suzana Salles e Maurício Pereira.Recursos de acessibilidade estão previstos para atender o público em sua diversidade. Os bate-papos, shows e intervenções terão interpretação simultânea em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e contarão com audiodescrição.
Festival Líricas Paulistanas na Casa Natura Musical
 Dia 23 de maio – Quinta-feira, a partir das 19h
- Exibição do curta Beleléu – Cá Entre Nós, seguido de bate-papo com o diretor Fábio Giorgio. 
- Show do Baião de Spokens, Juçara Marçal, Leo Castilho, Orquídeas do Brasil e participação especial de Anelis Assumpção
 Ingressos: Pista - R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Dia 26 de maio – Domingo, a partir das 17h
- Exibição de Líricas Paulistanas - Vanguarda Paulista Ontem e Hoje, seguido de bate-papo com Marianna Perna, Wilson Souto e Maurício Pereira.
- Show da Filarmônica de Pasárgada com participação especial de Natália Barros e apresentação do Grupo Rumo.
Ingressos: Mesa / Bistrô Mezanino / Camarote – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Classificação: Livre.
Capacidade: 710 lugares.
Casa Natura Musical
Inaugurada em maio de 2017, a Casa Natura Musical celebra dois anos como um dos espaços mais relevantes e antenados do circuito cultural de São Paulo, tendo sido eleita como a melhor casa de shows de grande porte da capital paulista (O Estado de S. Paulo, em 5/10/18) e o Melhor Espaço Para Shows (Blog do Arcanjo / UOL, em 2/01/19). Com total visibilidade de qualquer ponto da plateia, a Casa oferece uma combinação de conforto e qualidade musical, configurando o palco ideal para abrigar nomes consagrados, novos talentos e projetos especiais. Localizada em Pinheiros, o empreendimento soma os esforços dos empresários Paulinho Rosa e Edgard Radesca aos da cantora e compositora Vanessa da Mata. O patrocínio é da Natura, empresa que há 12 anos destaca-se pela atuação na valorização da produção contemporânea e da identidade
musical brasileira por meio da plataforma Natura Musical.
CASA NATURA MUSICAL
Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo, tel: (011) 3031-4143
Ingressos sem taxa de conveniência na bilheteria da Casa
Ingressos podem ser pagos com dinheiro, cartões de crédito e débito
Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação.
Venda de ingressos: 
www.casanaturamusical.com.br
Venda para pessoas com deficiência: 4003-6860
https://www.facebook.com/CasaNaturaMusical
https://www.instagram.com/casanaturamusical/
www.twitter.com/casanaturamus

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Distopia Brasil, de Pedro Granato volta em cartaz na Funarte SP. Espetáculo imersivo imagina futuro sombrio para o país, partindo da premissa de que os problemas atuais enfrentados pela sociedade brasileira seriam intensificados.


Montagem do Núcleo do Pequeno Ato, o espetáculo Distopia Brasil reestreia na Funarte SP, no dia 18 de maio, sábado, às 19h, com entrada franca integrando a programação da Virada Cultural. A temporada segue até 9 de junho, aos sábados e domingos, às 19h, com ingressos a R$20 e R$10 (meia entrada).  É o terceiro trabalho do coletivo – depois dos premiados Fortes Batidas e 11 Selvagens.
Com direção de Pedro Granato, a montagem surgiu de um processo criativo colaborativo, no qual o núcleo se debruçou sobre distopias clássicas e contemporâneas, como 1984Fahrenheit 451, Handmaid’s Tale, Blade Runner, Matrix, Laranja Mecânica, Admirável Mundo Novo, Black Mirror, Ensaio sobre a Cegueira e V de Vingança.
“Sinto que vivemos a Era de Ouro das distopias, pois muita gente tem consumido e revisitado livros clássicos desse gênero. Entretanto, temos quase sempre uma perspectiva e uma cultura vindas de fora. É difícil entender uma distopia sobre controle absoluto em um Brasil no qual o Estado é cronicamente incompetente; ou sobre o tratamento desumano, pois muitos cidadãos já vivem isso em seu cotidiano graças ao nosso passado escravocrata e com subemprego”, comenta o diretor Pedro Granato, sobre os motivos para criar essa crítica da realidade brasileira.
A ideia era partir dessas obras para criar uma reflexão sobre como seria um futuro sombrio do país se os seus problemas atuais se agravassem. “Quando começamos esse processo, não imaginávamos que o Brasil se deterioraria tão rápido; sabíamos apenas que a situação do país ficaria violenta. O teatro segue na sua profunda impotência diante do macro; o que pretendemos fazer é atuar na escala individual. Que o espectador consiga por um instante entrar em contato com o que pode acontecer e reagir a isso. Pensando nos princípios de Augusto Boal, não trabalhamos com o espectador passivo, que é um mero consumidor daquilo que o agrada ou não. Aqui ele é um agente, tem que responder às provocações e sentir-se impelido a reagir”, explica Granato.
As principais questões sociopolíticas escolhidas para discussão foram: a intervenção militar no Estado, manifestada nas forças de pacificação do exército no Rio de Janeiro, que controlam e ficham os moradores das comunidades periféricas; o avanço do Estado Religioso, representado pelo crescimento da bancada BBB (boi, bíblia e bala) no congresso; o controle e fim da privacidade, que ficaram evidentes nos recentes grampos norte-americanos para políticos brasileiros e na vigilância dos cidadãos comuns exercida pelas novas tecnologias e mídias sociais; e os desastres ambientais, como a crise hídrica que tem ameaçado os reservatórios de água de São Paulo nos últimos anos. Também foram investigados grupos atuais de resistência para tentar imaginar como seria a luta contra esse regime totalitário proposto.
Assim como as peças anteriores do coletivo, Distopia Brasil propõe uma experiência imersiva ao espectador, arrastando-o para dentro da cena. Na entrada, por exemplo, a plateia deve responder perguntas dos interventores e será acomodada em bancos como se estivesse na igreja - ou na fila de espera por um serviço estatal burocrático. Além disso, todos são filmados o tempo todo, participam dos ritos da República Teocrática do Brasil, aplaudem o discurso do líder, rezam e participam do julgamento de um casal de meninas que tentou esconder sua relação para conseguir um visto de saída do país.
“Não queríamos fazer um espetáculo discursivo em um país que já está saturado de opiniões e ideias; achamos muito mais interessante fazer uma distopia da qual todos fariam parte. Ou seja, a plateia pode experimentar um pouco o que é um procedimento ditatorial, uma intervenção militar e você ser controlado. Gostaríamos que a plateia sentisse essa experiência – que envolve a angústia e o constrangimento – para entender o real perigo dos discursos radicais que estão ganhando cada vez mais força no país”, comenta.
Para o núcleo, o futuro do Brasil se parece muito com uma mistura do passado e do presente do país, nos quais a justiça é mesclada com a moral religiosa, a escravidão, o machismo e a homofobia são traços marcantes da sociedade e poucos conseguem romper o conforto da passividade. “Começamos a pensar em um futuro para o Brasil e percebemos que os tempos que virão estarão imersos no retorno de coisas horríveis que já aconteceram e de feridas adormecidas. A História não é uma evolução contínua, mas um ciclo de recuos e avanços. Vivemos um momento em que se defende o autoritarismo, a catequização, o preconceito e a perda de salários e direitos trabalhistas. Temos uma ótica medieval e obscurantista sendo retomada, na qual há luta do bem contra o mal e inimigos a serem linchados”, acrescenta.
Ao contrário das distopias clássicas, que trabalham com a ideia de um Estado com avanços tecnológicos inimagináveis, o espetáculo procura focar na face humana da questão. ”Ao invés do progresso da ciência, temos o retorno de uma narrativa religiosa maniqueísta e fantasiosa. Ao mesmo tempo, também trazemos quais são os perigos tecnológicos. A peça não trabalha com iluminação teatral, mas com fontes de luz alternativas e manuais, equipamentos celulares e pequenas câmeras. Com isso, queremos mostrar que essa distopia não está tão distante assim da nossa realidade”, esclarece o diretor.
Ficha técnica:
Direção: Pedro Granato. Elenco: Alvaro Leonn, André Salama, Beatriz Silveira, Bruna da Matta, Bruno Lourenço, Felipe Aidar, Helena Fraga, Isabela Tortato, Jade Pereira, Juliana Navarro,  Leticia Calvosa,   Luisa  Galatti, Manuela Pereira, Rafael Abrahão e Renan Ramiro. Coreografias e Assistência de Direção: Inês Bushatsky. Iluminação: Gabriel Tavares. Cenário e Coordenação Técnica: Diego Dac. Cenotécnico: José Roberto Tomasim. Figurino: Fernando Vilela e Thais Sakuma. Estilização de Cabelos: Caterine Mendes. Fotos e Design Gráfico: Jose de Holanda. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli. Assistência de Produção: Leticia Gonzalez. Produção:  Contorno Produções. Direção de Produção: Jessica Rodrigues e Victória Martinez. 
Este projeto foi realizado com apoio do Prêmio Cleyde Yáconis - Secretaria Municipal de Cultura. Cumpriu temporada de 29 de março a 21 de abril no Centro Cultural São Paulo.
Serviço:
DISTOPIA BRASIL
Duração: 90 minutos. Classificação: 12 anos.
Reestreia dia 18 de maio, sábado, às 19h – Ingressos grátis.
Temporada: Até 9 de junho. Sábados e domingos, às 19h.
Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia entrada).
FUNARTE – Sala Arquimedes Ribeiro – Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos.
Capacidade: 70 lugares.
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Fotos José de Holanda


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silvana melky
11 99187 7174

Alceu Valença apresenta dois shows na Casa Natura Musical dias 4 e 5 de maio - sábado, 22h, e domingo, 18h. No repertório, sucessos da carreira e músicas de Luiz Gonzaga.




Casa Natura Musical recebe shows de Alceu Valença com repertório composto pelos maiores sucessos



Nos dias 4 e 5 de maio, sábado (22h) e domingo (18h), Alceu Valença desfila na Casa Natura Musical uma seleção para constar em qualquer antologia da canção brasileira: AnunciaçãoTropicanaComo Dois AnimaisPelas Ruas Que AndeiSolidãoEstação da LuzCabelo no PenteCoração BoboBelle de JourGirassol e Embolada do Tempo, entre outras. 

O show também inclui músicas de Luiz Gonzaga que exercem influência decisiva na obra de Alceu, como SabiáXote das Meninas e Pau-de-Arara. Desde o primeiro encontro com Gonzaga, Alceu segue na trilha traçada pelo rei do baião.


Alceu Valença
Dias 4 e 5 de maio – Sábado, 22h (abertura da casa às 20h30) e domingo, 18h (abertura da casa às 18h)
Ingressos: Pista Lote 1 - R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia). Pista Lote 2 - R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia). Pista Lote 3 - R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia). Bistrô Mezanino - R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia). Camarote – R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia).

Classificação: 16 anos.
Duração: 150 minutos.

Capacidade: 710 lugares.





Casa Natura Musical



Inaugurada em maio de 2017, a Casa Natura Musical celebra dois anos com uma dos espaços mais relevantes e antenados do circuito cultural de São Paulo, tendo sido eleita como a melhor casa de shows de grande porte da capital paulista (O Estado de S. Paulo, em 5/10/18) e o Melhor Espaço Para Shows (Blog do Arcanjo / UOL, em 2/01/19). Com total visibilidade de qualquer ponto da plateia, a Casa oferece uma combinação de conforto e qualidade musical, configurando o palco ideal para abrigar nomes consagrados, novos talentos e projetos especiais. Localizada em Pinheiros, o empreendimento soma as credibilidades dos empresários Paulinho Rosa, dono do Canto da Ema, e Edgard Radesca, fundador do Bourbon Street Music Club, à cantora e compositora Vanessa da Mata. O patrocínio é da Natura, empresa que há 12 anos destaca-se pela atuação na valorização da produção contemporânea e da identidade musical brasileira por meio da plataforma Natura Musical.



CASA NATURA MUSICALRua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo, tel: (011) 3031-4143Ingressos sem taxa de conveniência na bilheteria da Casa
Ingressos podem ser pagos com dinheiro, cartões de crédito e débito
Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação.
Venda de ingressos: www.casanaturamusical.com.br
Venda para pessoas com deficiência: 4003-6860
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Ovadia Saadia
equipe Apacos e Febracos
Aline Grindler
São Paulo