quinta-feira, 11 de abril de 2019

Paraibano Coletivo de Teatro Alfenim apresenta o infantojuvenil Helenas no Tusp Dirigida por Paula Coelho, a peça é baseada no livro ‘Minha Vida de Menina: os Diários de Helena Morley’, de Maria Caldeira Brandt



O mais recente trabalho do Coletivo Alfenim, o espetáculo infantojuvenil Helenas será apresentado de 18 a 21 de abril, na Sala Multiuso do TUSP – Teatro da USP. Com dramaturgia de Márcio Marciano e direção de Paula Coelho, a peça é inspirada no livro “Minha Vida de Menina: os Diários de Helena Morley”, pseudônimo de Maria Caldeira Brandt, que viveu em Diamantina (Minas Gerais).
A peça retrata impressões registradas no diário de uma adolescente entre seus treze e quinze anos de idade que viveu no final do Século XIX. Apesar de tratarem-se de acontecimentos de infância vividos em um ambiente rural em vias de urbanização, o encantamento e a ironia com que a menina Helena descreve suas descobertas confere à narrativa uma extrema atualidade.
Raça, gênero, crença, educação, bem como o lugar da mulher em uma sociedade patriarcal, são tratados a partir do olhar – ao mesmo tempo inocente e desafiador – de uma menina que não se prende a regras ou estereótipos. O elenco é formado por Edson Albuquerque, Mayra Ferreira, Murilo Franco e Vítor Blam.
Sobre o Coletivo de Teatro Alfenim
O Coletivo de Teatro Alfenim surgiu em maio de 2006, em João Pessoa (PB), por iniciativa do dramaturgo e diretor paulistano Márcio Marciano. O grupo desenvolve estudos para a criação de dramaturgias próprias com base em temas brasileiros. Em paralelo às montagens, organiza eventos como seminários, oficinas e debates abertos sobre os temas da pesquisa, tendo em vista a formação de plateia. Suas atividades formativas, bem como as temporadas de repertório, acontecem na Casa Amarela, a sede do grupo na cidade de João Pessoa.
As peças que fazem parte do repertório da companhia são Helenas (2018), Memórias de um Cão (2015), Brevidades (2013), O Deus da Fortuna (2011), Milagre Brasileiro (2010), História de Sem Réis (2010) e Quebra-Quilos (2007).
Ficha técnica de Helenas:
Elenco: Edson Albuquerque, Mayra Ferreira, Murilo Franco e Vítor Blam. Cenografia e figurinos: Maria Botelho. Painel de fundo: Giga Brow. Iluminação: Ronaldo Costa.Design gráfico: Patrícia Brandstatter.  Preparação vocal: Mayra Ferreira. Oficina de preparação corporal: Dudu Galvão. Costureiras: Maria Célia dos Santos e Rosângela Pereira Freitas. Pesquisa e composição musical: Joseph Cavalcante, Márcio Marciano, Mayra Ferreira, Murilo Franco, Paula Coelho e Vítor Blam. Dramaturgia: Márcio Marciano.  Direção: Paula Coelho. Produção executiva: Gabriela Arruda.Administração: Adriano Cabral. Realização: Coletivo de Teatro Alfenim.Agradecimentos especiais: Clara Anzolim, Jamila Facuri, Pedro Paz, Tarciana Gomes, Equipe Alfenim (Lara Torrezan, Nuriey Castro, Ricardo Canella, Soia Lira, Vera Cavalcanti e Zezita Matos), Edson Albuquerque Tatá Ferreira, Márcio Luiz, José Tonezzi, Regina Célia, Marcos Aragão, Raphael Aragão, Kio Lima, Thalita Sales, Janaína Lacerda.
Serviço:
HELENAS – Estreia dia 18 de abril no TUSP
Duração: 60 minutos. Classificação: 10 anos. Ingressos:  R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).
Temporada: de 18 a 21 de abril. De quinta a sábado, às 21h; e aos domingos, às 20h.
TUSP – TEATRO DA USP – Sala Multiuso – Rua Maria Antônia, 294 - Vila Buarque.
Bilheteria: abre com uma hora antes do início dos espetáculos. Capacidade: 72 lugares. Pagamento apenas em dinheiro e cheque. Informações: (11) 3123-5222.

Alessandra Maestrini volta ao Teatro Porto Seguro com o sublime espetáculo Yentl Em Concerto



Alessandra Maestrini conta a saga da garota que precisou se disfarçar de menino para poder estudar em Yentl Em Concerto, que terá nova apresentação dia 23 de abril, terça-feira, às 21h no Teatro Porto Seguro.
O espetáculo musical é baseado na obra Yentl – The Yeshiva Boy, de Isaac Bashevis Singer (1902-1991) e no filme homônimo estrelado por Barbra Streisand, em 1983. No palco, Alessandra Maestrini, que também assina o roteiro e direção, é acompanhada pelo pianista João Carlos Coutinho.

A atriz interpreta as canções do filme, compostas por Michel Legrand e com letras de Alan e Merilyn Bergman. Entre uma canção e outra, conta a história da jovem Yentl sob seu ponto de vista. “Eu faço uma introdução contextualizando a história. Conto sua trajetória, exatamente como é, mas sob o meu ponto de vista, com a minha marca. Assim, costuro o roteiro com emoção, humor, questionamento e o encantamento que senti ao entrar em contato com este conto”, fala Maestrini.

A trama acontece no início do século 20. Yentl perde o pai, Rebe Mendell, que lhe ensinava as sagradas escrituras; o que era proibido às mulheres da época. Decidida a desafiar o destino que lhe condenava a permanecer na ignorância de Deus, do mundo e de si, traveste-se de homem e segue para Yeshiva. Lá se apaixona por Avigdor, seu colega de estudos, e precisa descobrir até que ponto está disposta a abrir mão de sua identidade.
YENTL EM CONCERTO com Alessandra Maestrini
Dia 23 de abril - terça-feira, às 21h.
Ingressos: R$ 100,00 plateia / R$ 80,00 balcão / R$ 60 frisas.
Classificação: 12 anos.
Duração: 75 minutos.
Ficha técnica:
Idealização, direção e intérprete: Alessandra Maestrini. Direção musical e ao piano: João Carlos Coutinho. Músicas: Michel Legrand. Letras: Alan & Marilyn Bergman. Design de luz: Wagner Freire. Figurino: Fábio Namatame. Visagismo: Wilson Eliodoro. Som: Mario Jorge Andrade. Luz: Alessandra Marques. Assessoria de imprensa: Regis Motisuki. Fotografia: Priscila Prade. Produtora comercial: Carla Schvaitser. Diretor de produção: Deco Gedeon. Realização: Maestrini Produções.
TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Bilheteria: De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.

Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras a partir das 18h.
Instagram: @teatroporto

Depois da apoteóse no TOM Brasil, dia 07 de junho Thiago Arankam, o tenor do Brasil, se apresenta em RECIFE, PE

Aconteceu em São Paulo no Tom Brasil o show Bela Primavera do tenor Thiago Arancam . A apresentação foi repleta de novidades e marcada por seis inéditas canções, uma orquestra completamente feminina, regida pelo Maestro Renato Misiuk e as participações do Miguel Briamonte, a solista Carmen Monarcha e a cantora Luiza Possi.
Thiago e Maestro Miziuk

A turnê  viaja para Fortaleza, dia 5 abril; Porto Alegre, dia 17 de maio; e Recife, dia 07 de junho.


 
Thiago com a presidente da Mulheres Solidárias do Brasil, Ana karin Andrade.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Thammy Tales participa da exposiçãoArte e Mulher, na ArtLabGallery. A mostra é uma imersão pelo universo feminino, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, na qual a artista apresenta série de fotografias, pinturas e colagens. Destaque no panaorama das artes de São Paulo.

  

A jovem artista visual Thammy Tales é uma das participantes da exposição coletiva Arte e Mulher, que inaugura no dia 14 de março na Art Lab Gallery, em São Paulo. Thammy aposta no poder transformador do feminino e afirma: “A intenção é expressar a minha feminilidade e os meus valores; e, através da arte, fazer perceber que cada ser, objeto ou pensamento possui sua força complementar dentro de si, independente do sexo, como tudo no Universo.”.
Thammy Tales apresenta em 30 trabalhos uma reflexão sobre a ancestralidade e o sagrado feminino. Eclética nas técnicas plásticas e visuais, Thammy mostra seu universo feminino através de impressões fotográficas com diversas intervenções, como glitter e cristais, e também em colagens, aquarelas, pinturas a óleo e assemblages.
A artista é engajada em causas sociais, como a igualdade de gêneros, a proteção à natureza e aos animais, as quais ela retrata em suas obras de arte inspiradas no amor e respeito ao próximo. Influenciada pela moda, a artista estudou em Florença e Milão e se destaca pela harmonia no uso das cores, e pela leveza expressiva e elegante de seus trabalhos. “As cores, os brilhos, os cristais, a tecnologia e o comportamento, fazem parte dos meus trabalhos que estão sempre refletindo sobre situações sociais e meus valores a respeito de certos comportamentos sociais”.


Sobre a artista
Thammy Tales passou uma temporada em Florença estudando sobre a arte local; fez o curso Design di Moda no Istituto Marangoni, em Milão; graduou-se em Negócios de Moda e fez pós-graduação em Gestão de Negócios na Saint Paul School of Business, em São Paulopresente cinco vezes no ranking do Financial Times Executive Education – Open Courses.
Após tantas vivências, finalmente encontrou na arte a sua missão de vida. “Venho de uma família de muitos artistas, portanto a arte sempre foi muito natural pra mim.Logo,descobri que a minha missão é mostrar às pessoas a importânciaemse ter intimidade com a arte e permitir-se à criatividade”, afirma a artista.
Criadora de trabalhos únicos e especiais, ThammyTalesusa um mix de recursos que tocam sua alma e transparecem em seus trabalhos, como elementos da natureza, reflexos de luz, cores e brilhos. Por vezes, ela demonstra visceralidade em seus trabalhos, momento em que expressa revolta e inconformismo através da crítica às atitudes egóicas, que espalham-se pelo mundo.
Thammy Tales participou de exposições em espaços culturais e galerias em São Paulo. Ela é membro da Academia Latino-Americana de Arte – ALA dirigida pelo curador Fabio Porchat, e é um dos destaques do acervo da Art Lab Gallery, que reúne o melhor da arte contemporânea.

Arte e Mulher
Vernissage: 14 de março
Exposição: 15 a 30 de março
Entrada livre
Art Lab Gallery – Rua Dr. Melo Alves, 369 – Jardins – São Paulo
Horário: Terça a sexta-feira das 11h00 às 18h00 e aos sábados das 11 às 14hs

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

DISNEY CHANNEL LANÇA PRIMEIRO TEASER E SINOPSE OFICIAL DE "DESCENDENTES 3" ! Confira o primeiro teaser de "Descendentes 3," filme original Disney Channel

https://cronicasovadia.blogspot.com/2019/02/baby-sitter-o-filme-maldito-de-rene.html

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"Descendentes 3" Teaser em Português
Link: http://youtu.be/lOZRuJrBBsYFotos: http://goo.gl/vHge1
No terceiro filme da saga, os filhos adolescentes dos vilões mais célebres da Disney – Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) – retornam à Ilha dos Perdidos, uma ilha proibida habitada pelos vilões e cercada por uma barreira mágica que inibe a magia e escape, com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon.

Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança de Auradon, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma (filha de Úrsula) e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos VK's salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas.

#Descendentes3 estreia no segundo semestre de 2019, no Disney Channel.


Por Aline Saadia, Editora assistente


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Com trajetória consolidada no teatro, no cinema e na televisão, o atorHenrique Taubaté Lisboa comemora seus 50 anos de carreira no novo espetáculo da COMMUNE, a comédia “Na Cama Com Molière”, dirigida pelo encenador inglês John Mowat. Estão previstas 30 apresentações, que acontecem no Teatro COMMUNE, entre 9 de fevereiro e 21 de abril, às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).


O texto é uma adaptação de “O Doente Imaginário”, a última peça escrita por Molière (1622-1673) e que marcou a derradeira vez que ele subiu aos palcos. O dramaturgo francês sofria de uma tuberculose em estágio avançado e morreu algumas horas depois de concluir a quarta apresentação da montagem original.
Publicada em 1673, a obra narra as peripécias de Aragão, um velho hipocondríaco que é incentivado por seu médico a testar novos tratamentos e remédios para todas as suas doenças imaginárias. Além disso, a segunda esposa de Aragão é a interesseira Beline e ele sonha casar sua filha Angélica com o filho de um amigo médico – só para ter um doutor na família.
A encenação, que acontece toda em cima de uma cama em um hospital, cria uma reflexão sobre o medo iminente da morte, a solidão do mundo contemporâneo e outros temas comuns à obra do autor, como a cobiça, o egoísmo, a charlatanice e a arrogância.  Trata-se de uma sátira bem atual sobre a poderosa indústria da medicina.

O diretor John Mowat desenvolve um teatro que comunica ideias levando em conta o aspecto visual da cena, sem deixar de criar um diálogo efetivo entre o lado cênico, o texto e as sonoridades das produções. Em suas montagens, nenhum elemento se sobrepõem ao outro. “Eu me interesso muito pelo equilíbrio entre o físico e o visual no teatro. A Commedia Dell ’Arte é algo que está sempre presente nas minhas montagens”, diz o diretor.
“A maneira como o John conduz as improvisações do teatro físico é interessante. E, para mim, do alto dos meus 73 anos, tenho que prestar muita atenção para ir juntando tudo no cérebro, para filtrar e ver como conduzo, como resolvo. Trabalhar com o John é aquilo que eu digo: o ator tem sempre as suas surpresas. Seja de onde vier a opinião, o diretor ou o espectador, o ator está sempre aprendendo”, conta Taubaté.
Para dar vida à história, o elenco escolhido foi Henrique Taubaté Lisboa, Wilma de Souza, Augusto Marin, Fabricio Garelli, Dulcinéia Dibo e Paulo Dantas. “Nós trabalhamos juntos jogando e brincando até formarmos a peça a partir destas improvisações. Não tem truques ou segredos, é apenas uma questão de bagunçar tudo”, afirma Mowat.

50 ANOS DE CARREIRA DE HENRIQUE TAUBATÉ LISBOA


Henrique Taubaté Lisboa e John Mowat no ensaio de “Na cama com Molière”
 Crédito: Jamil Kubruk
“Cinquenta anos... Sendo ouvido, assistido e aplaudido. Vi, abrir e fechar muitos panos. Agora que tenho mais tempo, pra assistir, ouvir e aplaudir.... perdi minhas ferramentas de espectador (mas não as ‘ferramentas’ de Ator)! Portanto, continuo e continuarei dentro dessa caixa mágica que sempre amei! Ator não tem idade, sexo ou ‘deficiência’, o Ator está acima disso. O Ator se transforma, e é transformador”, diz Taubaté.
Henrique Taubaté Lisboa iniciou sua carreira de ator em 1968, quando fundou o Grupo de Teatro da Cidade (GTC) em Santo André, ao lado de Heleny Guariba, Sônia Guedes, Antônio Petrin, Silvia Borges, Sonia Braga e outros. Hoje, aos 72 anos, ele mantém uma vida teatral ativa, mesmo com problemas de audição e visão.
Ao longo desses anos, atuou em mais de 40 espetáculos, como “Evangelho Segundo Zebedeu” (Cezar Vieira), “O Barbeiro De Sevilha” (Beumarchais), “Jesus Homem” (Plínio Marcos), “O Mercador De Veneza” (Willian Shakespeare) e “Bixiga” (Um Musical na Contramão de Enéas C. Pereira, Edu Salemi e Ana Saggese).
Ele também participou de mais de 30 filmes, entre eles “Nasce Uma Mulher” (Dir. Roberto Santos), “A Marvada Carne” (Dir. André Klotzel), “O Príncipe”  (Dir. Ugo Giorgetti), “Os Narradores De Javé” (Dir. Eliane Caffé), “Mário” (Dir. Hermano Penna), “Família Vende Tudo” (Dir.Alan Fresnot), “Causa E Efeito” (Dir. André Marouco), e em várias novelas, seriados e programas da TV Cultura.
“Eu tenho muito orgulho de ter completado 50 anos nesta profissão e de ter vivido somente como ator. Foi exatamente isso que me deu essa felicidade de, aos 73 anos, estar nos palcos, nos tablados da vida”, comenta Taubaté.
OFICINA COM JOHN MOWAT
Além de dirigir “Na Cama Com Molière”, o diretor inglês John Mowat ministra a “Oficina de Comédia Física e Visual” no Teatro COMMUNE, entre 11 e 15 de fevereiro, das 19h às 23h. O objetivo da atividade é criar personagens e cenas a partir da linguagem física e visual, explorando e pesquisando recursos corporais e vocais.
Para se inscrever é preciso pagar uma taxa com preço promocional de R$750 até 30 de janeiro e R$850 após essa data. A matrícula pode ser parcelada no cartão de crédito (basta efetuar o pagamento no teatro todos os dias das 12h às 20h) ou feita mediante depósito na seguinte conta: Itaú – Agência 0347 – CC 33.830-3. Em seguida, é preciso enviar o comprovante de pagamento para cursos@commune.com.br.
SOBRE JOHN MOWAT
John Mowat nasceu em Londres, onde estudou escultura na Royal Academy Schools e mímica corporal com Ronal Wilson na City Literary Institute e na Escola de Jacques Lecoq. Seu trabalho com teatro começou em 1980, quando apresentou o primeiro trabalho solo.
Em 1994, foi um dos criadores da companhia londrina Oddbodies Theatre. Como ator e diretor já viajou por mais de cinquenta países apresentando uma comédia altamente visual. Dirigiu cenicamente a Orquestra Sinfônica de Londres e foi parceiro de Nola Rae e Matthew Ridout em vários espetáculos. Durante 17 anos dirigiu a Companhia do Chapitô, de Lisboa (Portugal), criando espetáculos como, “Édipo Rei”, “Macbeth”, “A Tempestade”, “Romeu e Julieta”, “Medeia”, “Tartufo”, “Jekyll and Hyde”, “Drákula”, “O Grande Criador”, entre outros. Ele também foi reconhecido pela mídia internacional como um dos principais mímicos do mundo.
SINOPSE
Inspirada na peça “O Doente Imaginário”, de Molière, a comédia se passa em um hospital e narra as peripécias de Aragão, um velho hipocondríaco que é enganado pelo seu médico, Dr. Boa Morte, que alimenta suas doenças imaginárias. Além disso, sua esposa é a interesseira Beline e ele sonha casar sua filha Angélica com o filho do Dr. Boa Morte – só para ter um médico na família.
SOBRE A COMMUNE - COLETIVO TEATRAL
Fundada em 2003, a COMMUNE - Coletivo Teatral cria espetáculos de palco e rua com base na pesquisa sobre a comicidade, o teatro popular, as máscaras da Commedia Dell Arte, a música em cena e os temas contemporâneos.
Algumas das principais produções do grupo estão “O Inspetor Geral” (2004), “A Verdadeira história de Adão e Eva” (2006), “Arlecchino” de Dario Fo (2007),  “Nem todo Ladrão vem para Roubar”de Dario Fo (2009), “O Mentiroso de Goldoni” (2010), “3 vezes A Igreja do Diabo” (2011), “A Greve das Pernas Cruzadas” (2012),  “Ton Sur Ton e Dois Pra Lá, Dois Prá Cá” de Mario Viana (2014), “Uma Roça de Verão” (2015 ), “A História do Amor da Donzela Teodora e o Valente Jeremias no Sertão de Lampião” (2015), “Anti-Comics, Descontruindo Super Heróis” de Sonia Daniel (2016), “Revisitando o Teatro de Revista – Oba!” (2016), “Histórias de Verão” (2017) e “Otelo” (2018) com direção de John Mowat.
Em 2014, o COMPRESP e Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo declarou a COMMUNE um Bem Imaterial do Município de São Paulo, ao lado de outros 22 grupos teatrais da cidade. 

FICHA TÉCNICA
Texto: baseado na peça “O Doente Imaginário”, de Molière
Direção Geral e Concepção: John Mowat
Codireção e Assistentes de Criação: Augusto Marin e Wilma de Souza
Elenco: Henrique Taubaté Lisboa (Aragão), Wilma de Souza (Belinha - esposa de Aragão), Augusto Marin (Dr. Boa Morte e Cleison - Enamorado), Fabricio Garelli (Tonha - empregada), Dulcinéia Dibo (Angélica - enamorada) e Paulo Dantas (Taiguer - filho do Dr. Boa Morte)
Desenho e Operação de Luz e Som: Agnaldo Nicoletti
Cenários, Figurinos e Adereços: Nilton Araújo e Paulo Dantas
Ilustrador: Eloar Guazzelli
Designer: Rony Costa
Assessoria de Imprensa: Bruno Motta Mello e Verônica Domingues – Agência Fática
Redes Sociais: Luccas Garcia e Jussara Moreira
Fotos / Videos: Jamil Kubruk
Contrarregragem: Cyça Santos e Manoel Cabral
Tradutor: André Gama e Mariana Morena
Direção de Produção: Augusto Marin
Prod. Executiva: Luccas Garcia
Administração: Silvia Luvizotto e Tati Teixeira
Realização: COMMUNE

SERVIÇO
Na Cama com Molière, baseado em “O Doente Imaginário”, de Molière
Teatro COMMUNE – Rua da Consolação, 1218 (ao lado do metrô Higienópolis – Mackenzie – Linha 4 – Amarela) – Estacionamento ao lado
Temporada: 9 de fevereiro a 21 de abril, às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h (no dia 15 de fevereiro não haverá apresentação)
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Informações: (11) 3476-0792
Classificação: a partir de 12 anos
Duração: 80 minutos
Capacidade: 99 lugares
Gênero: Comédia

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

AEROPLANOS, com Antonio Petrin e Roberto Arduin, reestreia em temporada gratuita no Teatro Municipal Alfredo Mesquita. Escrita pelo argentino Carlos Gorostiza, a comédia tem direção de Ednaldo Freire e propõe ao espectador uma delicada e divertida reflexão sobre a amizade. Antonio Petrin comemora seus 80 anos de vida com esta nova temporada.





Na sexta-feira, 01 de fevereiro, reestreia no Teatro Municipal Alfredo Mesquita o espetáculo AEROPLANOS, escrito pelo premiado dramaturgo argentino Carlos Gorostiza. Com direção de Ednaldo Freire, a comédia traz no elenco os veteranos Antonio Petrin e Roberto Arduine fica em cartaz até o dia 10 de março, de sexta a domingo.




Ao retratar um dia especial na vida desta dupla inseparável, a peça propõe ao espectador uma delicada e divertida reflexão sobre a amizade e o envelhecimento. “Com humor, sensibilidade e diálogos inteligentes, o espetáculo reflete sobre a existência, a partir do ponto de vista dos idosos. O medo da morte, a solidão, a perda de independência e a sempre irrefreável e humana vontade de viver intensamente cada minuto são temas essenciais desse grande texto da dramaturgia argentina contemporânea”, lembra Petrin, que também assina a tradução e adaptação da obra. 


Velhos Protagonistas


Primeira montagem brasileira do texto de Gorostiza, AEROPLANOS é o terceiro espetáculo do projeto Velhos Protagonistas iniciado em 2000, quando Antonio Petrin completou trinta e cinco anos de carreira profissional. A peça escolhida para abrir o projeto foi A Última Gravação de Krapp, de Samuel Beckett. Em 2004, o ator produziu e interpretou Um Merlin, texto escrito especialmente para ele por Luis Alberto de Abreu.


A escolha de AEROPLANOS para finalizar o projeto, segundo Petrin, é uma consequência natural, já que “essa é uma das mais profundas e comoventes peças da atual dramaturgia argentina, enfocando a velhice com humor, poesia e delicadeza”.


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AEROPLANOS – de 01 de fevereiro a 10 de março (EXCETO dias 15, 16 e 17 de fevereiro e 01, 02 e 03 de março). Sextas e sábados às 21h e domingos às 19h. Teatro:  Teatro Municipal de Santana Alfredo Mesquita. Texto: Carlos Gorostiza. Tradução: Antonio Petrin. Direção: Ednaldo Freire. Elenco: Antonio Petrin e Roberto Arduin Cenografia: Antonio Petrin. Criação de Luz: Wagner Freire. Direção de produção: Sonia Kavantan. Realização: Proa Produções Artísticas do ABC. Duração: 70 minutos. Recomendação: 14 anos. Ingressos: grátis. Gênero: comédia

facebook.com/aeroplanosteatro


“Este projeto foi contemplado pela 8ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo — Secretaria Municipal de Cultura”.