quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Patrick Paul lança “O Segredo do Graal”, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi


O lançamento, com palestra e sessão de autógrafos, acontece na próxima segunda-feira, dia 6 de novembro, das 19h às 21h30, Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (av. Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Europa, São Paulo, capital – tel: 3030-3310). Em  “O Segredo do Graal – Vol. I: Perceval e a Via da Liberação” (552 páginas, R$ 90,00, Polar Editora), o médico, professor, escritor e pensador francês Patrick Paul, que reside atualmente em São Paulo, apresenta uma reflexão profunda sobre o mistério desse Santo Vaso.
O médico e escritor Patrick Paul lança na próxima segunda-feira, dia 6 de novembro, das 19h às 21h30, Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (av. Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Europa, São Paulo, capital – tel: 3030-3310), o livro “O Segredo do Graal – Vol. I: Perceval e a Via da Liberação” (552 páginas, R$ 90,00, Polar Editora). Haverá palestra e sessão de autógrafos. Em “O Segredo do Graal”, o médico, professor e pensador francês Patrick Paul, que reside atualmente em São Paulo, apresenta uma reflexão mais profunda sobre o mistério desse Santo Vaso. Não se trata de um livro sobre a história desse cálice e nem, tampouco, de livro esotérico. O autor desvela o seu sentido simbólico, a partir de uma ampla interpretação de um texto clássico da literatura medieval francesa: Perceval ou o Romance do Graal, também lançado este ano pela Polar Editora. Escrito no século XII por Chrétien de Troyes, fundador da literatura arturiana e dos romances de cavalaria, Perceval ou o Romance do Graal foi o primeiro texto conhecido a falar do Santo Graal. Abordando detalhadamente cada capítulo do Perceval ou o Romance do Graal, Paul abre os sentidos dissimulados neste romance medieval e investiga, entre outros, o encontro com o mistério que corresponde em cada um ao cálice do Santo Graal.  É um livro instigante para o leitor quem  gosta de história, de cavalaria, de caminhos espirituais e de literatura.
            Patrick Paul é  Doutor em Medicina (Universidade de Marselha), Mestre em bioquímica e microbiologia (Faculdade de Ciências da Universidade Paris VII), Mestre em Antropologia (Universidade Paris XIII), e Doutor, Pós-Doutor e Livre-Docente em Ciências da Educação (Universidade de Rennes), especialista da Haute Autorité de Santé (HAS) [Alta Autoridade de Saúde] da França para o campo da Educação Terapêutica do Paciente e dos Profissionais de Saúde e Ex-Professor Visitante da Faculdade de Medicina da USP (2011-2013). Nasceu no sul da França e, além de sua trajetória de quarenta anos como médico clínico geral e como pesquisador acadêmico em diferentes áreas, dedicou-se por décadas a pesquisas sobre algumas tradições espirituais do Ocidente e do Oriente. Essas longas e profundas pesquisas no campo das ciências contemporâneas e naquele das tradições de sabedoria permitiram que ele encontrasse os princípios a partir dos quais é possível estabelecer as pontes para um verdadeiro diálogo entre esses dois campos, normalmente considerados tão distantes

Release do livro (veja também no anexo):

Livro/Lançamento
O Segredo do Graal – Vol. I: Perceval e a Via da Liberação
de Patrick Paul
Nome: O Segredo do Graal – Vol. I: Perceval e a Via da Liberação
Autor: Patrick Paul
Idioma: Português
Editora: Polar Editoria
Edição: 1ª /2017 
Formato: Livro
Encadernação: 
Capa Dura
Dimensão: 
23x16cm
Número de páginas: 552 
ISBN: 85-86775-30-7
Preço: R$ 90,00
Lançamento do livro: dia 6 de novembro, segunda-feira, das 19h às 21h30,
na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (av. Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Europa, São Paulo, capital – tel: 11-3030-3310), com palestra e sessão de autógrafos.

O Santo Graal! Imagem forte que acompanha a história sagrada do Ocidente europeu, essa ideia do Cálice Sagrado sempre esteve envolta de mistério. Seria esse o cálice no qual Jesus compartilhou o vinho na última ceia com os seus discípulos e que conforme fortes tradições européias foi levado por alguns de seus discípulos para o sul da França?
Neste volume 1 da obra O Segredo do Graal – Perceval e a Via da Libertação, recém-publicada pela Polar Editora, o médico, professor e pensador francês Patrick Paul, que reside atualmente em São Paulo, apresenta uma reflexão mais profunda sobre o mistério desse Santo Vaso. Não se trata de um livro sobre a história desse cálice e nem, tampouco, de livro esotérico. O autor desvela o seu sentido simbólico, a partir de uma ampla interpretação de um texto clássico da literatura medieval francesa: Perceval ou o Romance do Graal, também lançado este ano pela Polar Editora. Escrito no século XII por Chrétien de Troyes, fundador da literatura arturiana e dos romances de cavalaria, Perceval ou o Romance do Graal foi o primeiro texto conhecido a falar do Santo Graal. Abordando detalhadamente cada capítulo do Perceval ou o Romance do Graal, Paul abre os sentidos dissimulados neste romance medieval e investiga, entre outros, o encontro com o mistério que corresponde em cada um ao cálice do Santo Graal.
A via heroica ou cavaleiresca é a parte do caminho que vai do “Castelo de Artur” ao “Castelo do Graal”, passando pelo “Castelo de Gorneman” e pelo “Castelo de Brancaflor”. A via régia ou iniciação à realeza é a parte final do Grande Caminho da Realização Espiritual, que começa na saída do “Castelo do Graal”, após a aparição do Cálice Sagrado, e se conclui após o retorno do cavaleiro ao “Castelo de Artur”: após a pessoa ter vencido todos os combates, ter contemplado o Santo Graal, e ter retornado, vitorioso, ao ponto do início do Caminho, a fim de unificar todos os Mundos em si.
Em O Segredo do Graal – Vol. I: Perceval e a Via da Libertação, Patrick Paul deixa claro o sentido de cada um desses castelos, de cada um dos personagens desse romance histórico e literário e a que transformações correspondem cada uma dessas etapas do caminho apresentadas nesse texto medieval clássico, que é o Perceval ou o Romance do Graal

Sobre o autor
Patrick Paul (PHD) é doutor em Medicina (Universidade de Marselha), mestre em Bioquímica e Microbiologia (Faculdade de Ciências da Universidade Paris VII), mestre em Antropologia (Universidade Paris XIII), e doutor, pós-doutor e livre-docente em Ciências da Educação (Universidade de Rennes), especialista da Haute Autorité de Santé (HAS - alta autoridade de Saúde da França para o campo da Educação Terapêutica do Paciente e dos Profissionais de Saúde e ex-professor visitante da Faculdade de Medicina da USP (2011-2013). Nasceu no sul da França e, além de sua trajetória de 40 anos como médico clínico geral e como pesquisador acadêmico em diferentes áreas, dedicou-se por décadas a pesquisas sobre algumas tradições espirituais do Ocidente e do Oriente. Essas longas e profundas pesquisas no campo das ciências contemporâneas e naquele das tradições de sabedoria permitiram que ele encontrasse os princípios a partir dos quais é possível estabelecer as pontes para um verdadeiro diálogo entre esses dois campos, normalmente considerados tão distantes.
Atualmente, Patrick Paul é consultor do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da USP para as questões ligadas à metodologia da Educação Terapêutica do Paciente e dos Profissionais de Saúde. Além disso, é autor e conferencista convidado pela Área Interdisciplinar da CAPES, tendo escrito artigos sobre a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade para dois livros publicados pela CAPES sobre o tema: Interdisciplinaridade em Ciência Tecnologia e Inovação (Manole/CAPES/USP, 2011) e Práticas da Interdisciplinaridade no Ensino e Pesquisa (Manole/CAPES/USP, 2015), este último premiado em 1º Lugar do Prêmio Jabuti 2015 na categoria Educação e Pedagogia. Além de bancas de mestrado e doutorado, mesas redondas e palestras em várias universidades brasileiras, têm oferecido cursos no Instituto de Estudos do Desenvolvimento Integral Humano (IEDIH), nos quais compartilha os resultados das suas pesquisas nos campos das ciências contemporâneas e das tradições espirituais do Ocidente e do Oriente, estabelecendo pontes entre essas diferentes formas de produção do conhecimento.


Conheça os livros de Patrick Paul lançados na França e no Brasil

Meditações sobre o Tratado da Pedra Filosofal de Lambspring. Vol. 1 e Vol. 2. São Paulo: Polar, 2014 e 2016;.
Saúde e transdisciplinaridade: a Importância da Subjetividade nos Cuidados Médicos. 1. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013;
Os diferentes níveis de realidade: o paradoxo do Nada. 3. ed. São Paulo: POLAR, 2011.
Formação do sujeito e transdisciplinaridade, história de vida profissional e imaginal. 1. ed. São Paulo: TRIOM, 2009;
Transdisciplinarité et formation. 1. ed. Paris: L’HARMATTAN, 2005;
Formation du sujet et transdisciplinaritéHistoire de vie professionnelle et imaginale. Paris: L’Harmattan, 2003;
Tendre la main au vide – le yijing un pont vers l’Occident. 1. ed. Rouvray: Les Éditions du Du Prieuré, 1996.

Sobre a Polar Editora (www.polareditora.com.br)

Desde a sua criação, em janeiro de 1996, a Polar Editorial tem por objetivo demonstrar que a sabedoria que muitos têm buscado nas tradições espirituais orientais também está presente em grandes obras e autores das tradições espirituais ocidentais, ou seja, em nossas próprias raízes culturais. Essa sabedoria, apresentada com diferentes roupagens, conforme o lugar, a época e a cultura em que foi veiculada, é essencialmente a mesma em todos os tempos e lugares.
Por isso, a Polar tem uma Linha Editorial muito definida: publicar especialmente grandes obras e autores das tradições espirituais do Ocidente que fazem parte das raízes culturais brasileiras, mas que ainda são inéditas em nossa língua.
“A Polar Editorial sempre se manterá fiel a este objetivo. Publicará poucos livros por ano e não modificará sua Linha Editorial, independentemente da maior ou menor venda de seus títulos, na intenção primeira de contribuir para o aprofundamento e a ampliação das perspectivas culturais brasileiras”, afirma o editor Américo Sommerman.


Títulos já publicados pela Polar Editora

“O Segredo do Graal: Perceval e a Via da Liberação”, de Patrick Paul (552 páginas, 2017); “Perceval ou o Romance do Graal”, de Chrétien de Troyes − século XII (212 páginas, 2017); “A Vida Tripla do Ser humano”, de Jacob Boehme − século XVII (375 páginas, 2016); “O Trovão e o Vento: um caminho de evolução pelo Xamanismo Tupi-Guarani”, de Kaká Werá (252 páginas, 2016); “O Zohar” (O Livro do Esplendor) – Século XIII, do Rabi Shimon Bar Yohai (362 páginas, 2006); “A Vida Tripla do Ser Humano”, de Jacob Boehme – Século XVII (375 páginas, 2016); “Os Três Princípios da Essência Divina”, de Jacob Boehme (560 páginas, 2003), “As Quarenta Questões sobre a Alma”, de Jacob Boehme (286 páginas, 2005); “A Arte Sagrada de Shakespeare”, de Martin Lings (333 páginas, 2004), “Tratados de Enéadas”, de Plotino – Século III (188 páginas, 2000); “Meditações sobre o Tratado da Pedra Filosofal de Lambspring” – Volume I e II, de Patrick Paul (Vol. I com 232 páginas, 2014; Vol. II com 256 páginas, 2016); “A Iniciação dos Cavaleiros e a Iniciação dos Reis na Cristandade Medieval, de Gérard de Sorval” (200 páginas, 2014); “A Teologia Mística”, de Dionísio Pseudo-Areopagita – Século VI (80 páginas, 2015); “Revelações sobre o Antigo Testamento”, de Anna Katharina Emmerick – século XVIII (200 páginas, 2015); “A Hierarquia Celeste”, de Dionísio Pseudo-Areopagita (128 páginas, 2015); “As Doze Chaves da Filosofia: sobre a Verdadeira Medicina Metálica”, de Basílio Valentim - 1394-? (144 páginas, 2016), “A Revelação do Grande Mistério Divino”, de Jacob Boehme (172 páginas, 1998), “A Senda do Homem Celeste”, de Johan Georg Gichtel – Século XVIII (135 páginas, 1996); “Iniciação à Cabala”, de Tova Sender (120 páginas, 2016); “Sabedoria Tradicional & Superstições Modernas”, de Martin Lings (124 páginas, 1997), “Os Diferentes Níveis de Realidade”, de Patrick Paul (88 páginas, 1998); “A Aurora Nascente”, de Jacob Boehme (580 páginas, 2011) e “O Ornamento do Casamento Espiritual”, de Jan Van Ruysbroeck – Século XIV (223 páginas, 2014).

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Um programa paulistano diferente e fascinante na APM- Associação Paulista de Medicina



Esther Williams no Chá com Cinema
 




Vencedor do Oscar de Melhor Canção Original de 1950 com a música
Baby, It’s Cold Outside, o clássico conta a história de um massagista (Skelton)
que finge ser um astro do polo aquático (Montalban) e se envolve com duas
irmãs (Williams e Garrett). A situação gera várias trapalhadas e peripécias, garantindo o riso da plateia.

Ao final da sessão, a APM disponibiliza ao público o chá da tarde ao som de música ao vivo. O ingresso é a doação de um quilo de alimento não perecível, que posteriormente será enviado a instituições filantrópicas.

Para participar, as inscrições devem ser feitas na segunda-feira anterior à exibição do filme, dia 6, pelos telefones (11) 3188-4294 e (11) 3188-4336.
 

APM – CHÁ COM CINEMA
Data: 9 de novembro de 2017, quinta-feira
Horário: 14h
Local: APM – Av. Brigadeiro Luís Antônio 278 – Bela Vista – São Paulo
Telefone: (11) 3188-4294 e (11) 3188-433
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

VOZES tem estréia marcada em SP no Teatro Augusta e mistura suspense e humor. Direção do próprio autor da peça.

“Vozes” estreia temporada no Teatro Augusta

Um suspense com pitada de bom humor. Deste modo se define a montagem teatral “Vozes”, texto de Alfredo Tambeiro que estreia temporada, na próxima quarta-feira, 1 de novembro, no Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart. No elenco Diego Becker, André Pateta, Clara Lyrio, Wagner Galvãocom direção do próprio autor. A peça fica em cartaz até o dia 14 de dezembro, com apresentações às quartas e quintas-feiras.


Vozes é um espetáculo teatral inédito, que alia o gênero de filme noir e o quadrinho. A peça conta a história de Alberto, um detetive policial, que ganha destaque na mídia por ter muitos casos resolvidos. O que ninguém imagina é que o segredo do seu sucesso é que ele vê e ouve espíritos. Até que um dia ele se depara com um crime num famoso show de variedades. A cantora principal do show é encontrada morta no seu camarim. Quando o detetive Alberto começa a investigar este assassinato ele nem imagina que este pode ser o caso mais importante da sua carreira.

“Estou contente com esse espetáculo. Como ator é uma retomada ao teatro convencional, pois o público está acostumado a me ver como humorista. A peça está maravilhosa e tenho a certeza que o público ficará impressionado com o resultado”, diz Diego Becker, integrante do Pânico na Band.

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção: Alfredo Tambeiro

Assistência de Direção: Tadeu Castro e Vinicius Soares
Elenco: Diego Becker, André Pateta, Clara Lyrio, Wagner Galvão
Vozes em Off: Jefferson Schroeder, Diego Becker, Guilherme Santana, Tadeu Castro
Produção: Tadeu Castro
Assistência de Produção: Milena Schwindt
Direção Musical: André Luis Soares Barreto (André Pateta)
Fonoaudióloga: Verônica Machado
Preparador Vocal: Thiago Rinnaldi
Figurino: Risoteca Produtora SP
Visagismo: André Czerwinski
Cenógrafo: Paulo Vereda
Cenário: Tadeu Castro, Alfredo Tambeiro e Diego Becker

Design Gráfico: Renata Dihl
Fotos e Vídeos de Divulgação: Fino Olhar Produções

Serviço:

Vozes
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (Rua Augusta,943 – Cerqueira Cesar)
Ingressos: R$ 50,00 inteira, R$ 25,00 meia (mediante apresentação de comprovante)
Horários: Quartas e Quintas, 21h. Estreia 1 de novembro até 14 de dezembro.
Gênero: Suspense/ Comédia
Duração: 80 minutos
Classificação: 12 anos
Vendas: www.ingressorapido.com.br ou na Bilheteria do Teatro (De
quarta a domingo das 14h ás 22H). Informações: 11 3151-4141.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Texto do canadense Daniel MacIvor (de In On It), o espetáculo Aqui Jaz Henry estreia dia 23 de outubro, segunda-feira, no Teatro Pequeno Ato. A montagem é dirigida e interpretada por Renato Wiemer, com direção artística de Kika Freire. A peça trata sobre um homem que mente sobre tudo levando o espectador a questionar sobre o que de fato é teatro ou vida real.






Renato Wiemer interpreta homem que mente compulsivamente sobre tudo em Aqui Jaz Henry, a partir da obra homônima do canadense Daniel MacIvor



A escrita polissêmica e cheia de possibilidades do autor canadense Daniel MacIvor (conhecido no Brasil por In On It) na peça Here Lies Henry ganha uma versão dirigida, traduzida, concebida e interpretada pelo brasileiro Renato Wiemer, e com direção artística de Kika Freire, no monólogo Aqui jaz Hery, que estreia no dia 23 de outubro, segunda-feira, às 21h, no Pequeno Ato. As sessões ocorrem às segundas e terças-feira, sempre às 21h até 19 de dezembro. (Nos dias 16 e 17 de outubro sessões fechadas para convidados).

Com figurinos de Claudio Tovar e visagismo de Leopoldo Pacheco a peça apresenta um homem que entra em uma sala cheia de gente e começa a explicar “convincentemente” uma série de fatos sobre a existência humana. Nem ele mesmo sabe se é verdade - e nem teria como saber - por que mente tanto a respeito do amor, da morte, da homossexualidade, do corpo e da própria mentira.

“Henry é filho de um pai alcoólatra e uma mãe patética e submissa. Ele diz que seu pai se chamava Henry, mas todo mundo o chamava de Tom, e, consequentemente, o protagonista também era chamado de Tom. Então, ele descobriu desde cedo que não só seu nome era uma mentira, mas que ele todo era uma mentira. Ficamos sem saber o que é verdade e o que não é”, comenta o Weimer.

Ele se obriga a imaginar respostas para questões como: O que acontece quando morremos? Como lidamos com a morte? O amor é real ou pura invenção da nossa cabeça? É preferível a verdade ou a felicidade? Seria o tempo uma mentira universal? A mentira é necessária para a vida, como afirma o filósofo alemão Friedrich Nietzsche?

MacIvor tem uma maneira especial de escrita, uma dramaturgia não linear, meio ‘torta’, dissonante, mas que faz todo o sentido. Henry fala e se relaciona o tempo todo com a plateia. Quebrando a 'quarta parede'' o espetáculo transporta o espectador para dentro da sua narrativa. A plateia, por sua vez, tem o papel de questionar: isso tudo é teatro ou vida real? É especulação ou realidade? Nesse exercício, Aqui Jaz Henry revela um significado mais profundo para a tríade teatral - Quem Vê, O que vê e O que é imaginado -  à medida que coloca o público para pensar ativamente nesses elementos.

A paixão de Renato Wiemer pelo estilo de MacIVor surgiu quando o ator assistiu a uma montagem da peça In On It. “Minha experiência ao testemunhar a escritura dramatúrgica e a riqueza impressa do texto me trouxe a certeza que não me interessava qual história contar, mas sim, como contá-la. Nada importa para além do que é dito. Mesmo que sejam mentiras. Além da obra de MacIvor, pesquisamos rituais de morte, religiões etc.”, acrescenta.

O texto do espetáculo foi concebido em um workshop ministrado pela Kamera Cia. de Teatro no Festival Antigonish, e sua primeira montagem aconteceu no Six Stage Festival, no Buddies In Bad Times Theatre, em Toronto.

Daniel MacIvor
O canadense Daniel MacIvor é ator, roteirista e diretor de teatro e cinema, além de fundador da Cia. de Teatro da Kamera, em Toronto. Ele já recebeu um dos mais importantes prêmios de seu país nas Artes Cênicas, o Siminovitch Prize. Algumas das peças em que MacIvor trabalhou como ator e diretor são: See Bob Run (1989), 2-2 Tango (1991), Never Swim Alone (1991) e This is a Play (1992), todas dirigidas por  Ken McDougall; Yes I Am and Who Are You? (1989), por Edward Roy;  Wild Abandon (1990), por Vinetta Strombergs;  Somewhere I Have Never Travelled (1990), por Andy McKim; Jump (1992) e Cul-de-Sac (2003), por Daniel Brooks;  The Lorca Play (1992), co-dirigida por ele e Daniel Brooks; In On It (2000); e A Beautiful View(2006).

Renato Wiemer
Formado pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, o ator, tradutor e locutor Renato Wiemer participou de workshops ministrados por ninguém menos do que Moacyr Góes, Marcio Vianna, Rubens Correa, Luis Carlos Vasconcelos, Ana Kfouri e Walter Lima Jr. Alguns de seus principais e mais recentes trabalhos no teatro são as peças Catraca (2015), dirigida por Marcia Abujamra; Day By Night (2014), por Emanuel Aragão; Chá com Limão(2013), de Alexandre Reineke; O Clã das Divorciadas (2011), por Reineke; Estranho Casal (2009-2012), por Celso Nunes; Toalete (2007-2008), por Cininha de Paula; Carícias (2006), por Marcia Abujamra; Tistu - O Menino do Dedo Verde (2005-2006), por Kiko Mascarenhas; Em Prol  (2005), por Debora Dubois; e  Tangos, Boleros e Tcha Tcha Tcha (2003), por Bibi Ferreira.

Kika Freire
Ganhadora do Prêmio Qualidade Brasil 2015 de melhor direção pelo espetáculo Pulsões, Kika Freire formou-se em Artes Cênicas em São Paulo com o grupo de teatro Domus levando o espetáculo Feminina Lunar ao Festival Internacional de Teatro de Havana, Cuba (1987). Na dança tem formação clássica e atuou profissionalmente ainda no ballet moderno e dança flamenca.

Como atriz participou de espetáculos como A Vida de Galileu Galilei, direção de Marcus Vinícius de Arruda Camargo, Pic-Nic no Front, direção Gilberto Gawronski e Banheiro Feminino de Regiana Antonini. No cinema, atuou em filmes como Feliz Natal, de Selton Mello, e A Vida de Chico Xavier com direção de Daniel Filho. Fez preparação/direção de elenco em filmes como: Rio, Eu Te Amo, Maresia, Júlio Sumiu, Bach in Brazil, É Fada! e Eu fico Loko. Dirigiu Pulsões, projeto que idealizou sobre a obra da Dra Nise da Silveira, Aqui jaz Henry de Daniel Maclvor, As Robertas - Loucas Pelo ReiAmor em PossívelDuvidosa e o coral Coro de Cor.

Ficha técnica:
Título Original: Here Lies Henry. Autor: Daniel MacIvor. Dramaturgia: Daniel Brooks. Tradução: Renato Wiemer. Direção de Artística: Kika Freire. Idealização, concepção e atuação: Renato Wiemer. Iluminação: Paulo Cesar Medeiros. Figurino: Claudio Tovar. Cenário: Teca Fichinski. Trilha Sonora:  Renato Wiemer. Visagismo: Leopoldo Pacheco. Projeto Gráfico: Karin Palhano. Operação de luz e som: Gabriel Tavares. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli. Produção: Wiemer Produções e Vuela Produção e Criação. Realização: Wiemer Produções.

Serviço:
AQUI JAZ HENRY – Estreia dia 23 de outubro, segunda-feira, às 21h, no Pequeno Ato.
Duração: 65 minutos. Classificação: 16 anos. Ingressos: R$40 (inteira); R$20 (meia-entrada).
Temporada: às segundas e terças-feiras, às 21h - Até 19 de dezembro.


Pequeno Ato – Rua Doutor Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque. Telefone: 11 99642-8350.
Bilheteria aberta com uma hora de antecedência. Aceita cartões. Não tem acessibilidade.
Capacidade: 30 lugares.

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Link para fotos - http://bit.ly/2yrInle (crédito Patrícia Ribeiro).

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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

A top e talentosa artista plástica Suzy Fukushima apresenta obras inéditas na Exposição "Coletiva" que está aberta ao público até dia 14/11, com entrada gratuita. Uma ótima dica de passeio para os moradores de São Paulo.


Exposição gratuita permanecerá até 14/11.
São Paulo, 31 de agosto de 2017 – Até o dia 14/11 o público poderá apreciar gratuitamente as obras inéditas da artista plástica Suzy Fukushima na Exposição Coletiva, na Galeria 22, no Itaim Bibi, em São Paulo.
 
Parte do fascinante universo lúdico das obras de Suzy – e de mais 7 artistas – poderá ser conferida de segunda à sexta, das 10h às 18h (exceto feriados). 
Com obras inéditas, criadas especialmente para esta exposição, Suzy as batizou de “Caleidoscópio”. “Nelas pode-se encontrar pinceladas, listras, símbolos e figuras que remetem a minha ancestralidade e que estão presentes em minhas telas há quase 15 anos”, diz a artista plástica.
Em outras fases, os gatinhos eram o foco central. Depois vieram as gueixas. Agora a viagem é com os origamis flutuando em meio a mandalas e flores de cerejeiras. “Vários elementos e uma explosão de cores mesclados, tal qual um caleidoscópio”, explica.

Além de Suzy Fukushima, os outros artistas contemporâneos que participam da exposição com obras que exprimem criatividade através da pintura, escultura, desenho e fotografia são Doris Geraldi, Patricia Lopes, Regina F. Helou; Stella Gomide; Suzana Mendes, Victor Chain e Virginia Sé. 
Suzy Fukushima – Suzy Fukushima nasceu em São Paulo, em 1972, filha de pai coreano e mãe nissei. Com fortes características de ilustração, as obras da artista são recheadas de cores e símbolos. Sua produção é livre de enquadramentos dentre as “escolas de artes” e paradigmas que envolvem processos de criação, deixando sua “criança interior” brincar com tintas e pincéis sob telas.
Além da passagem por diversos estados brasileiros, a artista também já expôs na Itália, Alemanha, Portugal, Nova Iorque e França, inclusive recebendo prêmios e medalhas como a de Prata na Artexpo (Nova Iorque, EUA) e a de Bronze do MAM-RJ. E, menções honrosas em salões de arte e bienais, como a Bienal de Malta (Ilha de Malta, Portugal) e 455 Salão comemorativo de São Paulo.

Exposição Coletiva - Galeria 22
Até 14 de novembro
de segunda a sexta: das 10h às 18h (exceto feriados).
Entrada gratuita.
Galeria 22 – Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 417 A – Itaim Bib