segunda-feira, 20 de julho de 2015

Especial- CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO E ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO FAZEM NA SALA SÃO PAULO TRÊS APRESENTAÇÕES DA NONA SINFONIA DE BEETHOVEN


O Coral da Cidade de São Paulo e a Orquestra Acadêmica de São Paulo, sob regência do maestro Luciano Camargo, fazem no início de Agosto três apresentações com a sempre majestosa Nona Sinfonia de Beethoven. Os concertos, a preços populares, acontecem nos dias 1º, 8 e 9 de Agosto, respectivamente sábado, sábado e domingo, sempre às 21 horas.
        Coral de “participação universal” – que tem portas abertas a todos os interessados, oferece formação musical e vocal gratuita e realiza concertos com as principais obras do repertório coral nos grandes teatros da capital –, o Coral da Cidade de São Paulo, em atividade desde 2002, é mantido pela Associação Coral da Cidade de São Paulo.


O Coral da Cidade de São Paulo (acima) e o maestro Luciano Camargo
A Sinfonia Número 9 foi a última sinfonia composta por Ludwig van Beethoven. É uma das obras mais conhecidas de todo o repertório da música ocidental. Apresentada pela primeira vez em 7 de Maio de 1824, em Viena, Áustria, é considerada a grande obras-prima de Beethoven.
        
A Nona Sinfonia é habitualmente chamada "Sinfonia Coral", em razão de seu movimento final. Este inclui parte de "An die Freude" ("À Alegria"), poema do poeta Friedrich Schiller, com acréscimos escritos pelo próprio Beethoven. Foi a primeira vez que um grande compositor usou vozes em uma sinfonia.
        
O texto desse quarto e último movimento da Nona Sinfonia – conhecido como "Ode à Alegria" – é cantado por quatro solistas e coro.

A cada dia, uma abertura diferente – Em seu novo projeto de realização de concertos com as principais obras do repertório coral, o Coral da Cidade de São Paulo vai apresentar a Nona Sinfonia de Beethoven, sempre junto da Orquestra Acadêmica de São Paulo, sob regência do maestro Luciano Camargo.

        Em todas as apresentações a Orquestra Acadêmica de São Paulo participa com cerca de 70 músicos, e o Coral da Cidade de São Paulo com cerca de 170 cantores.
        Participam também quatro cantores solistas: a soprano Ana Beatriz Machado, a mezosoprano Marcela Rahal, o tenor Aníbal Mancini e os barítonos Francisco Campos (em dois dos concertos) e Erick Souza (em um dos concertos).
        
Com ingressos a preços populares, os concertos acontecem nos dias 1º (sábado), 8 (sábado) e 9 (domingo) de Agosto, na Sala São Paulo, sempre às 21 horas.
        No programa, além da Nona Sinfonia, os concertos terão a cada dia peças diferentes na abertura, executadas pela Orquestra Acadêmica de São Paulo.

  • No dia 1º, os "Romances para Violino e Orquestra", Op. 40 e Op. 50, também de Beethoven, com o solista Anderson Cardoso ao violino.
  • No dia 8, o "Concerto Nº 2 para Flauta" de Mozart, com participação do flautista Marco André dos Santos.
  • E no dia 9 o "Concerto para Trombone" de Wagenseil, com o solista Tiago Azevedo.

PRÉ-ESTREIA
Além das apresentações na Sala São Paulo, na terça-feira anterior – 28 de Julho, às 20 horas – o Coral da Cidade de São Paulo e a Orquestra Acadêmica de São Paulo farão um concerto de pré-estreia, com ENTRADA FRANCA, no Teatro Carlos Zara do CEU Butantã (Av. Eng. Heitor A. Eiras Garcia 1700, Rio Pequeno).

LUCIANO CAMARGO, regente – Especialista no repertório vocal-sinfônico, Luciano Camargo é formado em regência orquestral pela USP e mestre em música pela mesma instituição.
        Cursou aperfeiçoamento com Klaus Hövelmann e Peter Gülke em Freiburg (Alemanha) e Ira Levin (Brasil), tendo recebido também orientação de Kenneth Kiesler, Roberto Tibiriçá, Roberto Duarte, Osvaldo Ferreira e Daisuke Soga. Realizou concertos no Brasil com a Orquestra Sinfônica de Americana, a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e a Orquestra de Câmara da USP.
        Foi Diretor de Música Sacra da St. Peter und Paul Kirche Freiburg (Alemanha) de 2000 a 2002. Desde 2003 é o Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Acadêmica de São Paulo e do Coral da Cidade de São Paulo, tendo realizado mais de 100 concertos.
        É também compositor, destacando-se entre suas composições a cantata “Christus vincit, Christus regnat, Christus imperat” (para coro, orquestra e órgão obligatto), a “Fantasia super Lucis Creator Optime” (para dois coros e órgão obligatto) e a cantata “O operário em construção” (sobre texto de Vinícius de Moraes, para coro, solistas, oito percussionistas e piano), apresentadas com grande sucesso no Brasil e na Alemanha, e o “Cântico Universal”, para solistas, coro e orquestra.
        Foi assistente do Maestro Ira Levin no I Festival Internacional de Brasília (2005) e um dos participantes selecionados para o II Prêmio OSESP de Regência Orquestral (2006).
        Em 2007 realizou estágio acadêmico em regência orquestral no Conservatório Estatal Rimsky-Korsakov de São Petersburgo (Rússia) na classe de Mikhail Kukushkin. Atualmente desenvolve pesquisa de doutorado em música na Escola de Comunicações e Artes (ECA - USP).
        Em 2010 foi selecionado para participar de master class ministrado pelo maestro Kurt Masur com a OSB Jovem no Rio de Janeiro, regendo a 5ª Sinfonia de Chostakovitch.
        Entre suas principais realizações estão a montagem da ópera “Orfeu e Eurídice” de Gluck no Theatro São Pedro em 2010, com a mezzosoprano Denise de Freitas no papel principal; a primeira audição brasileira da cantata “A execução de Stepan Razin” Op. 119 e do oratório "A Canção das Florestas" Op. 81 de Chostakovitch e do “Réquiem por Lênin” de Hanns Eisler; a “Sinfonia nº 3 - O primeiro de maio” e a “Sinfonia nº 5” de Chostakovitch; o balé “Pulcinella” e o “Concerto em mi bemol - Dumbarton Oaks” de Stravinski; e ainda das principais obras para coro e orquestra do repertório tradicional, tais como “Carmina Burana” de Carl Orff; "Réquiem” e “Missa em dó menor” de Mozart; “Choros 10" de Villa-Lobos; “Sinfonia nº 2 - Lobgesang” de Mendelssohn; “Quatro Hinos de Coroação” e "O Messias" de Händel, entre outros.


S E R V I Ç O
GRANDES OBRAS DO REPERTÓRIO CORAL
BEETHOVEN, NONA SINFONIA
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
& ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO


Solistas
ANA BEATRIZ MACHADO
 (soprano)


MARCELA RAHAL (mezzosoprano)


ANIBAL MANCINI (tenor)

 FRANCISCO CAMPOS (barítono)

Regência LUCIANO CAMARGO



SALA SÃO PAULO
Praça Júlio Prestes 16, Campos Elíseos
  • Sábado, 1º de Agosto, 21 horas
Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Dois Romances para violino e orquestra:
Nº 1 Op. 40 em sol maior e Nº 2 Op. 50 em fá maior

    Solista: Anderson Cardoso, violino

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Sinfonia n.° 9 em ré menor, op. 125, Coral

    Solistas: Ana Beatriz Machado, Marcela Rahal, Anibal Mancini, Francisco Campos
Ingressos: R$ 60,00 (meia-entrada, R$ 30,00)

  • Sábado, 8 de Agosto, 21 horas
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Concerto Nº 2 em ré maior K.314, para flauta e orquestra
    Solista: Marco André dos Santos, flauta

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Sinfonia n.° 9 em ré menor, op. 125, Coral
    Solistas: Ana Beatriz Machado, Marcela Rahal, Anibal Mancini, Erik Souza
Ingressos: R$ 60,00 (meia-entrada, R$ 30,00)

  • Domingo, 9 de Agosto, 21 horas
Georg Christoph Wagenseil (1715-1777)
Concerto para trombone em mi bemol maior

    Solista: Tiago Azevedo, trombone   |   Regência: Jorge Sarmientos Jr.
Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Sinfonia n.° 9 em ré menor, op. 125, Coral
     Solistas: Ana Beatriz Machado, Marcela Rahal, Anibal Mancini, Francisco Campos
Ingressos: R$ 40,00 a R$ 60,00 (meia-entrada, R$ 20,00 a R$ 30,00)
Vendas: Ingresso Rápido | ingressorapido.com.br | tel. 4003-1212 
Nº de lugares: 1.152
Duração: ~80 minutos
CONCERTO DE PRÉ-ESTREIA
CEU BUTANTÃ - Teatro Carlos Zara
Av. Eng. Heitor Antonio Eiras Garcia 1700, Rio Pequeno
    • Terça-feira, 28 de Julho, 20 horas
      Ludwig van Beethoven (1770-1827)
      Sinfonia n.° 9 em ré menor, op. 125, Coral
           Solistas: Ana Beatriz Machado, Marcela Rahal, Anibal Mancini, Francisco Campos
      Ingressos: ENTRADA FRANCA
      Nº de lugares: 440
      Duração: ~60 minutos

      Patrocínio
      AES Eletropaulo            Aché Farmacêutica               
      Apoio Cultural
          Escala 7 Gráfica

      Realização
          Ars Musica e Governo do Estado de São Paulo - ProAC
      Mais informações
          Tels. 3455-9077 e 2885-3037 | coralsp.org.br

      segunda-feira, 6 de julho de 2015

      SP- Teatro TOP- Consertando Frank- Espetáculo conta a história de um repórter que, persuadido por um psicólogo, disfarça-se de paciente para conseguir uma matéria jornalística que denuncia um psicoterapeuta que desenvolveu um método de reversão da homossexualidade

         Consertando Frank volta em cartaz no Teatro Eva Herz


      Temporada: 14 de julho a 1º de setembro


      Terças-feiras, às 21h 


      R$ 50 | 85 minutos | 14 anos | 168 lugares


      Teatro Eva Herz – Av Paulista, 2073 – Conjunto Nacional





      Texto inédito no Brasil do autor norte-americano Ken Hanes, Consertando Frank ganha tradução e direção de Marco Antônio Pâmio. O espetáculo reestreia dia 14 de julho no Teatro Eva Herz para temporada até 1º de setembro, sempre às terças.
      No elenco Chico Carvalho, Henrique Schafer e Rubens Caribé. Iluminação de Fran Barros, trilha sonora de Ricardo Severo, figurino de Naum Alves de Souza e cenário de Chris Aizner completam a equipe criativa de peso.
      Marco Antônio Pâmio teve seu primeiro contato com o texto em novembro de 2001, durante o Festival Mix Brasil. “Assisti a uma das três exibições da adaptação para cinema da peça, sem saber do que tratava a história. Fiquei impressionado com a força do texto e abordei o diretor do filme, que estava na plateia, pois na época estava à procura de um novo projeto para fazer como ator. Ele me deu o contato do autor Ken Hanes, que prontamente me enviou o texto original.”
      O processo de tradução começou em 2002 e terminou em 2003, mas não foi adiante na época porque “o tema-motor da história soava bizarro, quase surrealista: a existência de profissionais que se diziam capazes de fazer reverter a sexualidade humana”, conta Pâmio. Mas depois de 10 anos, esse assunto - surpreendentemente – voltou à tona.
      “Foi quando dirigi uma leitura dele no ‘Letras em Cena’ em 2013, no auge de toda a polêmica envolvendo o pastor Marco Feliciano e outros que compartilham de suas ideias. Aquilo que soava ficção científica dez anos antes estava sendo cogitado como possibilidade real, em termos de projeto de lei. Bom para trazer o texto de novo à tona; triste por constatarmos que os tempos retrocederam no que se refere a esse assunto”, conta Pâmio.
      Personagens
      Dr. ARTHUR APSEY é um psicólogo conhecido por um método terapêutico de reversão da homossexualidade. Com seu poder de argumentação, acaba seduzindo Frank e colocando suas convicções em cheque.
      FRANK JOHNSTON é um repórter free lancer, companheiro de Jonathan. Persuadido por ele, disfarça-se como paciente do Dr.Apsey para destruir sua reputação e, assim, conseguir a matéria jornalística de sua vida. Na corda bamba entre o papel de repórter e o de paciente, ele se torna objeto da manipulação dos dois terapeutas.
      JONATHAN BALDWIN é psicólogo e companheiro de Frank. Ex-homofóbico, acabou se tornando um ativista gay e recebe vários pacientes que antes passaram pelo processo terapêutico do Dr. Apsey.

      Sinopse
      A peça conta a história do repórter 'free lancer' FRANK JOHNSTON, que, persuadido pelo psicólogo e ativista gay JONATHAN BALDWIN, com quem mantém uma relação amorosa, disfarça-se como paciente para conseguir a matéria jornalística de sua vida: destruir a reputação do DR. ARTHUR APSEY, psicoterapeuta que desenvolveu um método de reversão da homossexualidade. Entretanto, o plano começa a dar errado quando o poder de persuasão e argumentação do Dr. Apsey acaba seduzindo Frank e colocando suas convicções em cheque. Ao descobrir a verdadeira intenção das visitas do jornalista ao seu consultório, Apsey propõe a ele passar pelo mesmo processo de “cura”, a fim de dar mais veracidade à sua reportagem. Na medida em que Frank caminha na corda bamba entre o papel de repórter e o de paciente, ele mesmo torna-se objeto da manipulação dos dois terapeutas à sua volta.
      SOBRE KEN HANES
      Ken Hanes é autor dos livros The Gay Guy’s Guide to Life (Fireside/Simon & Schuster); The Gay Guy’s Guide to Love (Crown/Random House); e Speaking Out (Three Rivers Press/Random House). Suas peças teatrais receberam os prêmios Los Angeles Playwriting Award, South Coast Rep’s California Playwrights Competition e David Library Playwriting Award. Ele recebeu dois prêmios Seattle Arts Commission Individual Artist Award e dois prêmios Seattle Arts Commission Individual Artist Award. Possui Mestrado de Artes em Dramaturgia pela Universidade de Indiana. CONSERTANDO FRANK foi produzida originalmente no circuito off-Broadway de Nova York e subsequentemente recebeu mais de uma dúzia de produções no mundo todo. Ele recebeu uma indicação ao prêmio Independent Spirit Award por seu roteiro para a versão cinematógráfica de CONSERTANDO FRANK. Atualmente está trabalhando em seu primeiro romance.
      SOBRE MARCO ANTÔNIO PÂMIO
      Formado no CPT e com pós-graduação no Drama Studio London, é vencedor de diversos prêmios, como o APCA 1984 de ator-revelação pelo papel de Romeu, no “Romeu e Julieta” dirigido por Antunes Filho, e o APCA 2006 de melhor ator no papel-título em “Edmond”, além de diversas indicações como ator aos prêmios Shell, Mambembe e APCA. Também foi indicado ao Prêmio Quem! de Teatro 2008 na categoria de melhor diretor, por “Amor e Restos Humanos”. Participou como ator de novelas e minisséries, entre as mais recentes "O Negócio” na HBO e “Sessão de terapia” na GNT. Já dirigiu e atuou em mais de trinta espetáculos teatrais. Recentemente, dirigiu os espetáculos "Propriedades Condenadas" e “Assim é (se lhe parece)”, que lhe rendeu o prêmio APCA 2014 de melhor diretor e uma indicação ao Prêmio Shell.

      SOBRE CHICO CARVALHO
      Ator formado pela faculdade de Artes Cênicas da UNICAMP. Esteve envolvido na montagem de diversos espetáculos, como “Édipo Rei” e “Fausto”, ambos sob direção de Marcio Aurélio; “Réquiem”, dirigido por Francisco Medeiros; “Hamlet”, dirigido por Ron Daniels. Sob direção de Marcelo Lazzarato, protagonizou “Ricardo III”, de Shakespeare, papel que lhe valeu o Prêmio Shell 2013 de melhor ator.

      SOBRE HENRIQUE SCHAFER
      Ator com formação em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Foi indicado em 2005 ao Prêmio Shell de Melhor Ator por sua atuação no monólogo “O Porco”, trabalho que lhe rendeu muitos elogios da crítica e público. Foi também indicado em 2013 ao prêmio de Melhor Ator pela APCA por sua atuação na peça “Afogando em Terra Firme”. Além do Teatro vem atuando em cinema (“O que se move”, “Augustas”, “L”, entre outros) e televisão (série “Som e Fúria”, novela “Em Família”, entre outros).

      SOBRE RUBENS CARIBÉ
      Estreou em 1987 com "Hair", de Antônio Abujamra. Na TV atuou em “Anos Rebeldes” e "Fera Ferida" (Globo), "Sangue do Meu Sangue" e “Os Ossos do Barão" (SBT) e “Cidadão Brasileiro” (Record). No teatro, trabalhou com os diretores Cacá Rosset, Ulysses Cruz, Ron Daniels e Felipe Hirsch, entre outros. Ganhou o Prêmio de Melhor Ator - APETESP 1995 por "O Melhor do Homem”, e foi indicado para os Prêmios APETESP 1997 como melhor ator coadjuvante por "Hamlet", e Shell/RJ de Melhor Ator por "Rei Lear". Recentemente, atuou no espetáculo “Assim é (se lhe parece)”, que lhe rendeu o prêmio Shell 2014 de melhor ator e uma indicação ao Prêmio APCA.

      Ficha técnica
      Texto: Ken Hanes
      Tradução e direção: Marco Antônio Pâmio
      Elenco:
      Chico Carvalho (Frank Johnston)
      Henrique Schafer (Dr. Apsey)
      Rubens Caribé (Jonathan Baldwin)
      Produção: Ronaldo Diaféria e Kiko Rieser
      Iluminação: Fran Barros
      Trilha sonora: Ricardo Severo
      Figurino: Naum Alves de Souza
      Cenário: Chris Aizner e Nilton Aizner

      Serviço
      Teatro Eva Herz - Av Paulista, 2073 – Conjunto Nacional
      168 lugares
      (11) 3170-4059

      De 14 de julho a 1º de setembro
      Terças-feiras, às 21h
      Ingressos: R$ 50
      85 minutos


      14 anos

       HECTOR BABENCO E LÍRIO FERREIRA SÃO HOMENAGEADOS NO 10º FESTIVAL DE CINEMA LATINO-AMERICANO DE SP



      *** 10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo acontece de 30/07 a 5/08



      *** programação reúne aproximadamente 100 títulos de 16 países da região



      *** estão incluídas obras inéditas exibidas nos festivais de Cannes e Berlim



      *** evento promove Seminário Internacional “Caminhos do Audiovisual Latino-Americano no Século 21”



      *** circuito de exibição inclui Memorial da América Latina, Cinesesc, Cine Olido, Centro Cultural São Paulo, Cinusp Paulo Emílio, Cinusp Maria Antonia, Cinemateca Brasileira, Reserva Cultural e Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca



      Celebrando sua décima edição no período de 30 julho a 5 de agosto, o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo traz como grandes homenageados os cineastas Hector Babenco e Lírio Ferreira. Patrocinado pela Petrobras e da Sabesp - Companhia de Saneamento Básico de São Paulo, o evento reúne uma programação com os destaques da produção mais recente feita na região, incluindo vários títulos inéditos no Brasil e obras exibidas em eventos prestigiosos - como os festivais de Cannes e Berlim. No total, são aproximadamente 100 filmes, representando 16 países da América Latina e do Caribe. A programação acontece no Memorial da América Latina, Cinesesc, Cine Olido, Centro Cultural São Paulo, Cinusp Paulo Emílio, Cinusp Maria Antonia, Reserva Cultural e Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca e Cinemateca Brasileira. A entrada é gratuita em todas as salas, exceto no Cinesesc.



      Provavelmente o cineasta brasileiro de maior projeção internacional, Hector Babenco nasceu em Mar del Plata e desenvolveu carreira no Brasil a partir de 1973. Entre os títulos programados está “O Beijo da Mulher Aranha” (1985), baseado em livro do argentino Manuel Puig. O filme rendeu o Oscar de melhor ator a William Hurt, tendo sido indicado ainda aos prêmios de melhor filme, diretor e roteiro adaptado. Estrelado pelo ator mexicano Gael García Bernal, “O Passado” (2007) é coprodução Brasil/Argentina também confirmada na programação.



      O pernambucano Lírio Ferreira é codiretor (com Paulo Caldas) de longa-metragem marco da retomada do cinema brasileiro: “Baile Perfumado” (1997), uma abordagem ao som de músicas do movimento mangue beat da saga real do libanês Benjamin Abrahão, mascate responsável pelas únicas imagens de Lampião. A produção entusiasmou crítica e público no Festival de Brasília, onde foi vencedora dos prêmios de melhor filme, cenografia e ator coadjuvante. A homenagem apresenta outros longas do diretor: “Áido Movie” (2005), “Cartola – Música para os Olhos” (2007), “O Homem que Engarrafava Nuvens” (2009) e “Sangue Azul” (2014), além de curtas e do filme para TV “A Espiritualidade e a Sinuca”. 



      Entre as várias pré-estreias de novos longas-metragens brasileiros presentes no 10o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo está “Ato, Atalho e Vento”, de Marcelo Masagão (de “Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos”), que utiliza trechos de 143 filmes na sua montagem. Segundo o diretor, “fazer o encontro de planos concebidos por diversos diretores é a mesma coisa que juntar pedaços de tempo e espaço alargando e desfazendo  sentidos. É um filme entre-planos. Ou, um filme junta-planos.”



      No festival acontece a pré-estréia mundial de “Trago Comigo”, o novo trabalho da diretora Tata Amaral (dos premiados “Antonia” e “Hoje”). Carlos Alberto Ricelli vive um diretor de teatro aposentado que percebe não se lembrar totalmente do passado durante sua prisão na época da ditadura civil-militar, nos anos 1970 no Brasil. Ele decide montar uma peça e, com fiapos de memória, vai improvisando o texto com seu jovem elenco até mergulhar na sua própria história e revelar aquilo que de tão doloroso, preferiu esquecer.



      “Sermão dos Peixes”, novo filme de Cristiano Burlan (de “Mataram Meu Irmão” e “Hamlet”), também faz sua pré-estreia no evento. A obra focaliza uma sociedade singular constituída de botos e homens, em Laguna, Santa Catarina. Ao longo de gerações, pescadores protagonizam, juntamente com a espécie de boto Tursiops Truncatus, a pesca cooperativa onde ambas espécies perseguem a mesma presa: a tainha.



      Também em world première, “Não Estávamos Ali Para Fazer Amigos”, de Miguel de Almeida e Luiz R. Cabral, aborda os anos finais da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985), colocando focona explosão da cultura urbana manifestada por um inovador conceito de jornalismo cultural impresso e pelo surgimento de grupos de rock, como Titãs e Ira!, artistas renovadores, como Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção, poetas, como Geraldo Carneiro e Antonio Cícero, artistas visuais, como Tunga, e grupos teatrais, como Asdrúbal Trouxe o Trombone.



      Inédito no Brasil e exibido no festivais de Berlim e Buenos Aires, o chileno “Mar” é o segundo longa-metragem dirigido por Dominga Sotomayor, cuja obra de estreia, “De Quinta-feira a Domingo”, foi vencedora do Tiger Award no Festival de Roterdã. Aqui, um casal de férias em uma prais tem sua rotina quebrada com a chegada da mãe do rapaz.



      Cineasta argentino com quase 40 títulos na folmigrafia e praticamente desconhecido no Brasil, Raúl Perrone tem na programação seu recente “Ragazzi”, também inédito no país. Exibido nos festivais de Buenos Aires, Roma e Cartagena de Indias,  o enredo se passa no último dia de vida do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975) do ponto de vista de seu assassino.



      Lançado no Festival de Cannes, o argentino “El Ardor” , de Pablo Fendrik é protagonizado por Gael García Bernal e Alice Braga. O roteiro acompanha um misterioso homem que emerge da selva para resgatar uma jovem camponesa, depois de mercenários terem assassinado seu pai e a tornado prisioneira.



      A seção Docs Musicais América Latina reúne documentários musicais dedicados a importantes artistas da região, como Elza soares, Dominguinhos, Paulo Moura, Sabotage, Premê, Gangrena Gasosa e o ídolo argentino Spinetta, entre outros.



      A programação do 10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo apresenta ainda a Mostra de Escolas de Cinema Ciba-Cilect, com curtas e médias-metragens de graduação das mais importantes instituições do gênero. Este ano estão presentes 43 filmes, representando 22 escolas de sete países. Um dos destaques é.




      Preparado especialmente para celebrar a décima edição do evento, o Seminário Internacional “Caminhos do Audiovisual Latino-Americano no Século 21”, que acontece nos dias 3, 4 e 5 de agosto no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. Voltado a refletir aspectos específicos atuais da cinematografia da região, a iniciativa reúne especialistas e profissionais do mercado, do Brasil e de outros países, para discutir as possibilidades e as experiências com as novas plataformas digitais de circulação de produtos audiovisuais, os mecanismos e os resultados da coprodução internacional, os cursos superiores de cinema e TV e as novas dramaturgias, temáticas e estéticas da produção dos últimos 15 anos.



      A programação do festival se completa com encontros e debates, estando previstas presenças de 40 convidados, do Brasil e do exterior.



      A curadoria do 10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo é assinada por João Batista de Andrade, Felipe Macedo, Jurandir Müller e Francisco Cesar Filho. Uma realização do Memorial da América Latina, Secretaria de Estado da Cultura, e Associação do Audiovisual, o evento é uma iniciativa do Ministério da Cultura / Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta com correalização da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Spcine e Sesc São Paulo, e apoio cultural da Prodesp – Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo.



      Serviço:

      10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo

      30 de julho a 5 de agosto de 2015

      Abertura: 29 de julho de 2015, quarta-feira, às 20h30, no Memorial da América Latina

      Entrada franca (exceto Cinesesc: R$ 12,00, R$ 6,00 e R$ 3,50)



      locais: Memorial da América Latina, Cinesesc, Cine Olido, Centro Cultural São Paulo, Cinemateca Brasileira, Cinusp Paulo Emílio, Cinusp Maria Antônia, Reserva Cultural, Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca e Centro de Formação e Pesquisa do Sesc


      iniciativa: Ministério da Cultura / Lei Federal de Incentivo à Cultura



      realização: Memorial da América Latina, Secretaria de Estado da Cultura e Associação do Audiovisual



      patrocínio: Petrobras e Sabesp - Companhia de Saneamento Básico de São Paulo



      correalização: Secretaria Municipal de Cultura, Spcine e Sesc São Paulo



      apoio cultural: Prodesp – Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo e Cinusp



      Estreia no dia 16 de julho uma nova adaptação do espetáculo de comédia 'As Filhas da Mãe" no teatro Bibi Ferreira. Essa montagem tem a direção de Maria Dubah e traz no elenco Luiggi Francesco interpretando a mãe Diva Maria e Carmen Sanches e Carol Hubner nos papeis de Deise Maria e Dalva Maria respectivamente.



      Espetáculo “As Filhas da Mãe” estreia
      nova adaptação dia 16 de julho
      no Teatro Bibi Ferreira

      Baseado em fatos reais vividos pelo dramaturgo Ronaldo Ciambroni ao longo de seus trabalhos em diversas emissoras de televisão, o espetáculo retrata a vida de Diva Maria, que tem duas filhas bonitas, mas desprovidas de talento


      O espetáculo “As Filhas da Mãe” é uma das maiores comédias do teatro brasileiro, que se mantém em cena há mais de duas décadas e arrebanhou um público estimado em 2 milhões e meio de pessoas, ao longo deste período. Com direção de Maria Dubah, a montagem estreia quinta-feira, dia 16 de Julho de 2015 no Teatro Bibi Ferreira e fica em cartaz até 17 de setembro de 2015 às 21h, sempre as quintas.

      A peça conta a história de uma mãe de meia idade, Diva Maria (interpretada por Luiggi Tchesco), cuja longa e fracassada trajetória nos meios artísticos a leva a investir na carreira das duas filhas, Deise Maria (Carmen Sanches) e Dalva Maria (Carol Hubner). Como ambas são totalmente desprovidas de talento, as inúmeras tentativas de “encaixá-las” em alguma produção artística falham sucessivamente, criando situações hilárias e levando as duas moças à atitude desesperada de fugir de casa para obter a liberdade. A partir de então, a busca pelas filhas toma conta da vida de Diva Maria, que acaba se envolvendo em situações inusitadas e surpreendentes ao longo de todo o espetáculo.

      Segundo a diretora Maria Dudah, “As Filhas da Mãe” é um texto que agrada muito ao público pela criatividade, dinamismo e pela leveza. “É uma dramaturgia leve, sem apelações, cujo maior interesse é entreter e divertir, levando ao público uma historia criativa que é valorizada pelo talento do elenco”.

      O texto da peça foi escrito pelo dramaturgo Ronaldo Ciambroni, autor de dezenas de espetáculos adultos e infantis, premiado diversas vezes no Brasil e uma vez em Cuba, com a peça “Donana”, um clássico da dramaturgia nacional que completou 30 anos de existência no ano passado. Ciambroni conta que usou sua experiência profissional para compor esta comédia atualíssima. “Quando eu trabalhava com seleção de elenco para emissoras de televisão, constantemente encontrava mães que eram muito mais ansiosas que as próprias candidatas, algumas chegando mesmo ao desespero para ‘cavar’ uma oportunidade para as suas filhas”, relata.


      Maria Dudah

      Iniciou sua carreira na TV e Rádio Verdes Mares, em Fortaleza, Ceará, como apresentadora e locutora dos Programas "10 Espetacular", "Jornal das Dez" e "Embalo Jovem".

      Na televisão, participou das novelas e programas na Rede Globo ("Avenida Paulista", "Maria Maria", "Mocinhos e Bandidos", "Despedida de Solteiro" e "Os Trapalhões"), no SBT ("Pecado de amor" e "Cortina de Vidro"), na Band ("Cara a Cara").

      No teatro, atua em mais de 30 espetáculos como atriz, autora e diretora. Faz parte da Companhia Estável de Repertório, de Antonio Fagundes, nas montagens de "Cyrano de Bergerac", de Edmond Rostand, direção de Flávio Rangel, e "Nostradamus", de Doc Comparato, direção de Antonio Abujamra.

      Também faz parte do elenco de "Trair e Coçar é só Começar", de "Marcos Caruso", direção de Attílio Riccó; "A Vaca Lelé", de Ronaldo Ciambroni, direção de Neusa Maria Faro; "O Cio da Lua Cheia", direção de Marcos Cardelíquio; "Cinderela", de José Wilker, direção de Eduardo Martini.

      Como diretora, assina os espetáculos "Entre Amigas", "Da Gota Serena", "Belinha Adormecida", "Gatos e Companhia", "Despudoradas", "Sete Frades e Um Bebê", "Comunhão de Bens", entre outros.

      Luiggi Francesco

      Luiggi Francesco, mais conhecido como Tchesco no meio teatral e artístico, é ator desde 1987 e trabalhou em diversos programas de TV, como Balança Mais Não Cai com Jô Soares, Escolinha do Golias, Grande Pai e Topa Tudo Por Dinheiro do SBT entre outras diversas produções. Nas novelas esteve em Sangue do Meu Sangue (SBT), Rainha da Sucata e Deus Nos Acuda (Rede Globo), entre outras. No teatro entre as peças em que atuou, foi diretor da peça ”As Filhas da Mãe” que está há mais de 28 anos em cartaz, “Chapeuzinho Vermelho e o Lobo” e “Os Três Porquinhos – o Musical”. Na sua busca incansável com o objetivo de fazer cada vez mais pelo teatro brasileiro, Luiggi, decidiu em 2010 tomar a frente de um dos palcos mais tradicionais da capital paulista, o Teatro Bibi Ferreira, e logo investiu na revitalização da estrutura física e reformulação das peças em cartaz, tentando trazer novamente grandes espetáculos ao palco, que naquele momento estava mal conservado. Inicialmente trocaram todas as poltronas e o palco principal do teatro, que ganhou pranchões de peroba de seis centímetros de espessura. Além disso, houve a substituição do sistema de ar condicionado e a reforma dos banheiros.

      Carmen Sanches

      Atriz e diretora já participou de mais de 30 peças de teatro entre elas;

      Como Diretora de Produção
      - A Chapeuzinho e o Lobo – Adaptação Ronaldo Ciambroni – Direção Hiran Ravache (2009-2010)
      - Os 3 Porquinhos – o Musical - Adaptação Ronaldo Ciambroni – Direção Luiggi Francesco (2009 -2010)
      - As Filhas da  Mãe – Autor Ronaldo Ciambroni – (2008-2009-2010)
      - Um Certo Machão – Autor Wilson Coca- Direção Sebastião Apollonio (2008-2009)
      - Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Atrapalhado – Autor Acir Franco- Direção J.C Rocco – (2006)

      Como Atriz
       - As Filhas da  Mãe – Autor Ronaldo Ciambroni – (2008-2009-2010)
      - A Farsa do Capitão Pirata – Autor Ronaldo Ciambroni- Direção Maria Dudah Senne (2009)
      - Super Neco em busca do Tesouro Perdido - Autor Luis Francisco – Direção Sebastião Apollonio (2006-2007)
      - Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Atrapalhado – Autor Acir Franco – Direção J.C Rocco (2006)
      - O Imperador e o Rouxinol – Companhia Burleska (2006)
      - Um é pouco, dois é bom e treis é demais – Direção Selma  Pellizon – Produção conjunta no curso de artes cênicas da universidade São Judas (2002)
      - Chapeuzinho Vermelho e a Lobo Boa – Autor Guto Veiga – Direção Guto Veiga (2002-2003)
      - O Pivete – Autor Gean Francesco Guarnieri – Direção Selma  Pellizon – Produção conjunta no curso de artes cênicas da universidade São Judas (2003)
      - Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Atrapalhado– Autor e Direção Acir Franco (2002-2003)
      - Aladdin e sua lâmpada mágica – Autor e Direção Acir Franco (2002)
      - O Jovem Rei – Produção Magu Produções – Direção Manoel  Ochoa (2002)
      - A Louca – Monologo – Texto e Direção: Ricardo Richa (2001)

      Carol Hubner

      Carol Hubner nasceu na cidade de São Paulo, em 27 de junho de 1980. Na adolescência inicia seus estudos em Artes Cênicas, no curso técnico de atuação no Estúdio Beto Silveira, começando a atuar profissionalmente logo em seguida. Continua os estudos e forma-se Diretora e Atriz pelo Actor Studio SP Brasil e concluiu o curso de cinema digital na Escola de Cinema, além de passagens pelo grupo de estudos do Grupo Tapa, Marcus Vinícius Casa de Cinema e Televisão e workshop com os diretores de teledramaturgia Luciano Sabino e Fernando Leal e com a preparadora de elenco Fátima Toledo.

      No teatro, atua em mais de dez espetáculos, nos quais se destacam as comédias “As Filhas da Mãe”, de Ronaldo Ciambroni, “Lolitas”, de Maurício Nunes, “De Artista e Louco Todo Mundo tem um Pouco”, também de Ronaldo Ciambroni, além das montagens para o público juvenil "Ervilha sapo Junior" e "Sobre a Nossa Liberdade", ambos de Marcus Vinicius de Arruda Camargo.

      Em seus últimos trabalhos, atuando como atriz e produtora, destacam-se os espetáculos "Chá das Seis", de Alessandra Reis e direção de Lourival Reis, o vídeoclipe “Nós dois”, da dupla Tom e Juninho, dirigido por Túlio Ferreira, e a comédia “De Artista e Louco Todo Mundo tem um Pouco”, de Ronaldo Ciambroni. Produzi, faz assistência de direção e preparação de elenco do curta-metragem ”Luz”, de Bruna Capozzoli, selecionado para a mostra competitiva Mix Brasil 2010 em cartaz em maio de 2011 no Canal Brasil.

      Em 2011, está em cartaz no espetáculo “Til”, adaptação do livro de José de Alencar, dirigido por Kaká Muerno, no espetáculo “As Princesas do Castelo Encantado”, ambos no Teatro Bibi Ferreira, e dirige a sua primeira montagem, uma adaptação de Carmem Sanches do livro “Capitães da areia”, de Jorge Amado.

      Ficha Técnica
      Autor: Ronaldo Ciambroni Direção: Maria Dudah Senne. Produção Executiva: Luiggi Francesco. Diretora de Produção: Carmen Sanches. Coreografia: Roberto Azevedo. Elenco: Luiggi Francesco, Carmen Sanches, carol Hubner, Alexandre Battel e Renato Velloni. Realização: Tchesco Produções Artísticas.

      Serviço:
      As Filhas da Mãe. Temporada: De 16 de julho até 17 de Setembro, Quintas às 21h Ingressos: R$50,00 (Inteira) e R$ 25,00 (Meia). Local: Teatro Bibi Ferreira, Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 – Bela Vista. Telefone: (11) 3105-3129.  Duração: 80 min Classificação: 12 anos.