quarta-feira, 13 de março de 2013

CENTENÁRIO DE JOHN CAGE EM EVIDÊNCIA

Em entrevista concedida a um jornalista brasileiro, o veterano compositor e músico Burt Bacharach, que fará temporada no Brasil em abril, relembrou com carinho, o centenário de John Cage, de quem foi companheiro de concertos quando estudava composição com Darius Milhaud na Academia de Música de Santa Barbara.

John Cage é também tema de uma exposição de todos os seus trabalhos numa exposição paralela à famosa Expoarte Bari 2013, um dos mais importantes eventos de arte do mundo, no Castelo normando de Bari, organizada pelo brasileiro Emanual Dimas de Melo Pimenta, sob o titulo “Pimenta for Cage”, com curadoria da Baroneza Lucrezia Di Domizi Durini. Pimenta acaba de lançar no Brasil o livro “John Cage o silencio da música – 100 anos, um estudo completo de sua obra, com 748 páginas,

ROBSON BRITTO CONVIDA EM SAO PAULO! URGENTE-Exposição do Artista Plástico francês de Paris Liam Porisse-21/03 a 05/04


Studio de Arte Robson Britto e Beth Szafir
Convidam
Para o coquetel de abertura da Mostra do renomado Artista Plástico Francês

Liam Porisse
Exposição
"The Kingdom of Fantoche"

Dia 21 de março de 2013 a partir das 19hs a 05 de abril de 2013
Rua Major Prado, 24 - Moema
Fone: 11-3061-1057
Das 10hs as 19h30 de segunda á sexta
sábado das 10hs as 17hs
KS ASSESSORIA DE IMPREN Liam Porisse

           
Liam Porisse nasceu em 1962 na Inglaterra, filho de pai francês e mãe Irlandesa e sempre conviveu no mundo da arte. Sua avó paterna abriu uma galeria de arte em 1947 em Montmartre, Paris e uma outra em Cannes  e expôs pela primeira vez Bernard Buffet (1928-1999), um jovem artista de 20 anos até então desconhecido. Seu pai Julien Porisse é artista e vendeu mais de 9000 telas em sua vida; ele tem 85 anos e ainda pinta.
            Aos 9 anos de idade Liam Porisse vendeu seu primeiro quadro e desde então tem feito inúmeras exposições na Europa, principalmente na França,  onde vive.   Formou-se na B.A. Fine Art. Leicester Polytechnic em 1984 na Inglaterra e complementou sua formação na Ecole Nationale des Beaux Arts de Paris.  Fez quadros figurativos, abstratos, pops e experimentou várias outras linguagens artísticas até 1994, quando começou a pintar diretamente sobre as telas, usando tubos de tinta de uma maneira “anarquista” . Liam classifica sua arte hoje como “punk expressionism”  e foi  influenciado por artistas como Robert Combas, Jonathan Meese, Jean Michel Basquiat e Andre Butzer, artistas que têm força e personalidade, qualidades que Liam acredita serem importantes na arte
                        Em 2011 participou da Bienal de Firenze, Itália, onde foi premiado (5º lugar) e no mesmo ano recebeu a Medalha de Ouro no Salão de Belas Artes no Grand Palais, em  Paris.

“Eu não tenho interesse na representação, na figuração comercial ou em arte que não tem outro significado que não o decorativo. Eu prefiro que alguém não goste da minha parte em vez da indiferença”

 “Eu capturo espíritos, fantasmas, e o diálogo existente entre esses espíritos subsconscientes ou criaturas e eu mesmo. Em São Paulo eu sinto que há uma presença enterrada abaixo do solo, nas profundezas da cidade . As vozes daqueles que morreram vindo do outro mundo. Os vira latas, o concreto, o desumano, as favelas, os jardins, misturados com os sorrisos e a doçura daqueles que servem o “Mandrill King” (Rei dos Macacos) me ajudaram a produzir esta série de pinturas chamada “Kingdom of fantoche” (Reino do Fantoche)

“If I knew what art was, I would keep it to myself” (Pablo Ruiz Picasso)

Exposição de 22 /03 a 05/04/2013
Studio de Arte Robson Britto
Rua Major Prado, 24 - Moema
Fone: 11- 3061-1057
Aberta de segunda á sexta das 10hs as 19h30
Sábado das 10hs as 17hs - domingo fecha.
Espaço para estacionamento na entrada
Visita monitorada


                              

O artista lança seu primeiro registro oficial em vídeo e comemora 17 anos de carreira

Conhecido por uma versatilidade que lhe permite transitar por vários segmentos musicais, o paulistano Carlos Navas comemora 17 anos de estrada com o lançamento do DVD “Ensaio”. Um dos principais intérpretes da atualidade, Carlos tem 9 CDs gravados bem recebidos pela crítica e por um público fiel e agora faz o seu primeiro registro oficial em vídeo.

Trata-se do registro de sua participação no consagrado programa “Ensaio”, produzido pela TV Cultura, com direção de Fernando Faro, e transmitido em novembro de 2012. Sua discografia inclui projetos temáticos, infantis e outros de repertório dedicado a autores contemporâneos, como Ritchie, Fred Martins e Itamar Assumpção. O DVD chega ao mercado com distribuição da Tratore, num licenciamento da Cultura Marcas concedido diretamente ao próprio artista.

O registro traz um intérprete maduro e revela suas várias facetas. No DVD, Carlos interpreta nove canções, extraídas de seus nove álbuns. “Ícaro”, parceria dos niteroienses Fred Martins e Marcelo Diniz é a música de abertura, gravada por Navas em 2003, no CD “Tanto Silêncio”. A releitura singular de “Vôo de Coração”, parceria de Ritchie e Bernardo Vilhena que batizou o primeiro LP do hitmaker de “Menina Veneno”, em 1983, traz o piano de Jonas Dantas e o baixo acústico de Eric Budney, uma formação levemente distinta da que gravado a mesma faixa no CD “Tecido”, oitavo de Carlos (2010). A seguir, “Beatriz”, pérola de Edu Lobo e Chico Buarque, registrada pelo artista em 1997, em seu primeiro álbum, “Pouco pra Mim”. Do elogiado “Quando o Samba Acabou – Dedicado a Mario Reis”, ele relembra dois clássicos desse mestre do canto popular, “Jura”, de Sinhô, e “Se Você Jurar”, de Ismael Silva, Nilton Bastos e Francisco Alves. Piano e baixo ganham aqui o reforço do violão de Ronaldo Rayol e da percussão de Guga Machado. Nessa vertente expressiva de seu trabalho, “as canções de um outro e eterno tempo”, como costuma dizer, ele revisita Custódio Mesquita, a quem dedicou o álbum “Junte tudo que é Seu” (2011), em “Velho Realejo”, que o homenageado dividiu com Sadi Cabral. Seu trabalho infantil, que o levou a platéias numerosas Brasil afora, é focado em “A Casa”, de Vinicius de Moraes, e “História de Uma Gata”, versão de Chico Buarque para obra de Enriquez e Bardotti, que marcou época em “Os Saltimbancos”. Para encerrar, uma deferência carinhosa a Itamar Assumpção em “Que tal o Impossível?”. Entremeadas às canções, Carlos fala sobre seu início como divulgador e produtor de artistas e reverencia ícones como Cely Campello, Maysa, Nora Ney, Alaide Costa, Mario Reis e Tetê Espindola.

“Fernando Faro é um dos nossos maiores criadores de todos os tempos. Dirigiu shows, discos, especiais de TV e muita coisa mais. É um grande orgulho ter participado deste programa histórico. Agradeço a ele e ao Universo por isso”, declara Carlos Navas. Gravado ao vivo, direto e sem cortes, no Teatro Franco Zampari (SP), o DVD “Ensaio” é um presente de Carlos Navas para seus seletos ouvintes.

Sobre Carlos Navas:

Com 44 anos, 17 de carreira e 9 álbuns, o paulistano Carlos Navas é considerado um dos mais expressivos intérpretes da nova música popular brasileira. De voz aveludada e sensível, estreou no cenário musical de maneira inusitada. Jornalista de formação, começou como agente e produtor de artistas como Tetê Espíndola e Alaíde Costa. Em 92, fez backing vocal para Alzira Espíndola numa apresentação em que a cantora estava praticamente afônica. A partir daí, desenvolveu trabalhos em jingles e coros. Estudou canto lírico com Cláudia Mocchi. Seu primeiro CD, “Pouco Pra Mim” (Dabliú), chegou ao mercado em 1997. Desde então, já fez espetáculos que reuniram música e literatura, com homenagens a Guimarães Rosa e Clarice Lispector. Lançou os CDs infantis “Algumas Canções da Arca...” (2004), com a obra de Vinicius de Moraes, e “Canções de Faz de Conta”, com pérolas de Chico Buarque dedicadas aos pequenos. Estes trabalhos geraram shows já vistos por mais de 300 mil pessoas em várias partes do país. Tem quatro CDs onde interpreta autores contemporâneos expressivos, como Kleber Albuquerque, Alzira E., José Miguel Wisnik, Paulo Cesar Pinheiro e Edu Krieger, entre vários outros. Participou do álbum “Maysa – Esta Chama que Não vai Passar” (Biscoito Fino). Em “Quando o Samba Acabou – Dedicado a Mario Reis”, (Lua Music/2007), reverencia este grande ícone da canção brasileira, um precursor da Bossa Nova. Em 2011, lançou “Junte Tudo O Que É Seu... – Canções de Custódio Mesquita em Voz e Piano”.


DVD “Ensaio”
Artista: Carlos Navas
Distribuidora: Tratore
Duração: 51´25´´
Preço médio: R$ 40,00
Onde encontrar: pontos de venda informados no site www.tratore.com.br e venda on line pelo site do artista: www.carlosnavas.com.br


A recente cinematografia da Suíça na Festa Internacional da Francofonia 2013

Ficção, documentário e curtas-metragens marcam a participação suíça no evento que acontece entre os dias 13 e 31 de março
O Consulado Geral da Suíça em São Paulo participa da Festa Internacional da Francofonia 2013, com três longas e 18 curtas-metragens da série “A Culpa é de Rousseau/La Faute à Rousseau”, na programação do Festival de Cinema da Francofonia, que será realizado no CineSESC de diretores suíços para apresentar seus filmes.
No dia 28/03, às 19h, Georges Gachot, conhecido no Brasil por seus documentários sobre a vida e obra de Maria Bethânia e Nana Caymmi, estará no CineSESC para falar com o público brasileiro de sua mais recente produção “L’Ombrello di Beatoccello”, que mostra a vida do médico e violoncelista suíço Beat Richner, revelando a trajetória excepcional de um artista utópico que constrói hospitais para crianças do Cambodja. Para contar essa história que ele acompanha desde 1996, Gachot volta aos anos 70, em Zurique, às origens das inspirações de seu personagem.
No dia 30, às 21h, será a vez do diretor suíço Michel Favre apresentar o seu documentário Si près, Si loin (2012), que retrata uma comunidade indígena emancipada pela reforma agrária na Bolívia dos anos 50.
Outra produção suíça no festival é Opération Libertad (2012), ficção do cineasta Nicolas Wadimoff, sobre um grupo revolucionário que em 1978 assalta um grande banco para tentar provar a ligação existente entre o sistema financeiro suíço e as ditaduras latino-americanas.
Curtas: Rousseau contemporâneo
Durante o evento, haverá uma programação especial de curtas metragens da série “A Culpa é de Rousseau/La Faute à Rousseau”, que serão exibidos todos os dias, antes das sessões da Festa Internacional da Francofonia.
Lançada em 2012, a série é uma homenagem aos 300 anos de nascimento do filósofo e escritor nascido na Suíça, Jean-Jacques Rousseau, autor do clássico “O Contrato Social” e precursor de muitos conceitos que levaram a sociedade europeia do século 18 ao Iluminismo. Os curtas impressionam por resgatar as ideias do filósofo articuladas de forma inesperada com a atualidade.
Os 18 curtas-metragens são de autoria de cineastas consagrados, como o suíço Alain Tanner, Basil da Cunha e Georges Schwizgebel, jovens realizadores e estudantes de cinema de diversos países. O projeto, que reúne 55 filmes, é fruto de uma parceria entre a Escola Superior de Artes e Design de Genebra/Suíça (HEAD – Haute École d’Art et Design), Rita Produções/Suíça e da Radio e Televisão Suíça (RTS), em colaboração com diversas escolas de cinema no mundo, e chegaram ao Brasil com o apoio do Consulado Geral da Suíça em São Paulo.
A série extrapolou o contexto das atividades em torno do tricentenário de Rousseau (1712 – 2012), comemorado no ano passado, e foi vista e premiada em festivais mundiais de cinema.
A Festa da Francofonia é um evento multicultural promovido anualmente no mês de março. A edição 2013 está sendo organizada conjuntamente pelas representações
diplomáticas da Suíça, França, Bélgica, Canadá e Escritório do Québec, pelo SESC São Paulo e pela Aliança Francesa, com o apoio de agências e instituições culturais.
Com uma programação diversificada, a festa inclui teatro, música, uma exposição/debate, cinema, concurso cultural e ateliê, atividades que serão realizadas simultaneamente na capital e em cidades do interior de São Paulo.
Um pouco de história
A Semana da Língua Francesa e a Festa da Francofonia é celebrada geralmente em torno do dia 20 de março, para comemorar a criação da Organização Internacional da Francofonia (OIF).
Criada em 1970, na Convenção de Niamei, na Nigéria, e sediada em Paris, a OIF é uma comunidade internacional de países francófonos que tem por objetivo promover o idioma francês, compartilhar valores comuns e preservar a diversidade cultural de seus países membros.
Atualmente a organização intergovernamental conta com 57 Estados-membros e 20 Estados observadores e vem implementando ações políticas e de cooperação multilateral com o intuito de estimular a diversidade cultural e linguística em prol das populações francófonas, da promoção da língua francesa e da paz e do desenvolvimento sustentável.
Serviço:
A Suíça no Festival de Cinema da Francofonia
De 21 a 31 de março, no CineSESC.
Longas
Dias 22 e 24/3. Sexta, às 19h; Domingo, às 21h - Operação Liberdade (Operation Libertad. Direção: Nicolas Wadimoff, França/Suíça, 2012, 90min. Classificação: Livre).
Dias 23 e 28/3. Sábado, às 23h; Quinta, às 19h - L´Ombrello di Beatocello (L’Ombrello di Beatocello. Direção: Direção Georges Gachot. Suíça, 2012, 83 min, digital, documentário. Classificação: 12 anos).
Dias 25 e 30/3. Segunda, às 19h; Sábado, às 21h - Tão Perto, Tão Longe (Si Prés, Si Loin. Direção: Michel Favre, Suíça, 2012, 114min, documentário. Classificação: Livre
Curtas
22.03
19h
Contrôle Social, Nicolas Wadimoff, Suíça, 6’27”
Nascido em 1964, em Genebra, Nicolas Wadimoff apresentou, na Quinzena dos Realizadores de Cannes 2012, seu terceiro longa-metragem, “Opération Libertad”, que o público brasileiro também poderá conferir neste Festival de Cinema da Francofonia no CineSESC, filme realizado depois do seu documentário “Aisheen” (2010), rodado em Gaza, e que ganhou vários prêmios em festivais internacionais (Berlim, Visions du Réel/Suíça, Moqavemat Festival Irã).
Seguido do filme Operação Liberdade (Opération Libertad. Direção: Nicolas Wadimoff, França/Suíça, 2012, 90min. Classificação: Livre).
21h
Émile! Maria Gans, Genebra/Suíça, 3’04”
De origem alemã, Maria Gans concluiu seus estudos de cinema na HEAD (Escola Superior de Artes e Design de Genebra). Desde seus primeiros filmes demonstrou uma forte tendência ao documentário. Foi laureada pela Fundação Hans Wilsdorf, com o Prêmio de Excelência.
Seguido do filme 38 Testemunhas (38 Témoins. Direção: Lucas Belvaux, França, 2012, 104min. Classificação: Livre).
23.03
19h
Rousseau chez Alain Tanner (Jonas), Alain Tanner, Suíça, 4’29”
Depois de ter trabalhado em Londres e Paris, Alain Tanner, um dos mais célebres cineastas suíços, assina vários curtas-metragens para a Televisão Suíça Francesa. Seu primeiro longa-metragem “Charles mort ou vif” teve um extraordinário sucesso de crítica, ganhou o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno, em 1969. Este filme logo seria seguido de 20 outros filmes, como “La Salamandre” (1971) e do cultuado “Jonas que terá 25 anos no ano 2000”, confirmando o olhar crítico do realizador com relação à sociedade.
Seguido do filme A Feiticeira da Guerra (Rebelle. Direção: Kin Nguyen (Quebec), Quebec-Canadá, 2012, 90min. Classificação: 18 anos).
21h
Não haverá projeção de curta antes da projeção do filme “Perder a Razão”.
23h
Nos rêves vos cauchemars, Nader T. Homayoun, Irã, 6’14”
Nascido na Colômbia, o jovem realizador é estudante no departamento cinema do real da (Escola Superior de Artes e Design de Genebra), trabalha no momento em um documentário sobre as vítimas dos massacres paramilitares na Colômbia. Paralelamente ele escreve o roteiro de um documentário sobre o Líbano.
Seguido do filme O guarda-chuva de Beatocello (L’Ombrello di Beatocello. Direção: Direção George Gachot. Suíça, 2012, 83 min, digital, documentário. Classificação: 12 anos).
24.03
19h
Vol au Panthéon, Maryam Goormaghtigh, Suíça/Bélgica, 6’53”
Nascida na Suíça, de pai franco-belga e mãe iraniana, Maryam Goormaghtigh estudou cinema na INSAS (Instituto Nacional Superior das Artes do Espetáculo e das técnicas) na Bélgica. Realizou curtas-metragens para a Arte/França, e dois longas-metragens, dentre eles o aclamado “The Heart of Qin in Hong-Kong”, em 2010.
Seguido do filme A pas de Loup (A pas de loup. Direção: Oliver Ringer,França/Bélgica, 2011. 77min).
21h
Dissonance, Nalia Giovanoli, Suíça, 4’54”
Jovem cineasta que integra o departamento de cinema do real da HEAD (Escola Superior de Artes e Design de Genebra). Seu filme “Signs & Vibrations” foi selecionado para o concurso Pardi di domani no 64º Festival Internacional de Locarno e também para o IDFA (Festival Internacional de documentários de Amsterdã).
Seguido do filme Operação Liberdade (Opération Libertad. Direção: Nicolas Wadimoff, França/Suíça, 2012, 90min. Classificação: Livre).
25.03
19h
Déposer les enfants, Bettina Oberli e Antoine Jaccoud, Suíça, 10’49”
Bettina Oberli nasceu em 1972 na Suíça e é uma cineasta de prestígio. Tendo realizado “Im Nordwind” (2004), “Les manies ne font pas la dentelle” (2006) um dos maiores sucessos do cinema suíço e “La ferme du crime” (2009).
Antoine Jacoud nasceu em 1957, como roteirista participou da concepção de diversos filmes como “Azzuro”, de Denis Rabaglia ( melhor filme suíço em 2000), “Home” de Ursula Meier (Semana de crítica, Cannes 20008, e Prêmio Quartz do cinema suíço), “L’enfant d’en haut”, de Ursula Meier (Urso de Prata no Festival de Berlim 2012).
Seguido do filme Tão perto, Tão longe (Si Prés, Si Loin. Direção: Michel Favre, Suíça, 2012, 114min, documentário. Classificação: Livre).
21h
Terrain Vague, Bruno Cellier, França, 4’48”
Atualmente estuda na ESAV (Escola Superior de Artes Visuais) de Toulouse. Bruno Cellier é autor de vários curtas-metragens, seu próximo projeto, “Clélia”, é uma ficção sobre uma adolescente que vive no campo com sua mãe e sonha em partir.
Seguido do filme Contos da Noite 3D (Les Contes De La Nuit. Direção: Michel Ocelot, França, 2011, 84min, animação. Classificação: Livre).
26.03
19h
C’est à dire, Élodie Pong, Suíça, 3’42”
Elodie Pong nasceu em Boston e é bastante conhecido por seu trabalho como artista plástico e videasta. Suas instalações e vídeos funcionam quase sempre em séries ou em ciclos, concentram-se nas relações humanas, nos códigos sociais e seu impacto sobre a sociedade de hoje. O diretor vive e trabalha em Zurique e é atualmente representada pela Freymond-Guth & Co, Fine Arts Gallery em sua exposição “Coverology”.
Seguido do filme 38 Testemunhas (38 Témoins. Direção: Lucas Belvaux, França, 2012, 104min. Classificação: Livre).
21h
Le Bilboquet, Noël Tortajada, Suíça, 4’23”
Oriundo de Paris, o comediante e realizador, Noël Tortajada também trabalha com rádio e televisão. Criou, realizou, escreveu e atuou em inúmeros programas da Radio e Televisão Suíça como “Génération 01”, “Le petit Silvant illustré” , “Em direct de notre passe” ou ainda “Nos archives secrètes”.
Seguido do filme A Feiticeira da Guerra (Rebelle. Direção: Kin Nguyen (Quebec), Quebec-Canadá, 2012, 90min. Classificação: 18 anos).
27.03
19h
Le Cul Bordé de haies, Nicolas-Alexandre Tremblay, Canadá, 4’23”
Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Laval (Québec) e documentarista no Instituto Nacional da Imagem e do Som (INIS), Nicolas-Alexandre Tremblay iniciou suas experiências cinematográficas como técnico, tornando-se em seguida realizador independente. Muito engajado, ele se interessa pelas questões ligadas ao desenvolvimento internacional e pelos direitos humanos.
Seguido do filme Tudo o que você tem (Tout ce que tu possèdes. Direção: Bernard Emond (Quebec), Quebec-Canadá, 2012, 91min. Classificação: 14 anos).
21h
Chez Nous, Damien Gubler, Genebra/Suíça, 5’20”
Estuda no departamento do cinema do real da HEAD (Escola Superior de Artes e Design de Genebra), já realizou experiências importantes com diretores famosos como Apichatpong Weerasethakul e Christelle Lheureux. Atualmente, trabalha no roteiro de um longa-metragem intitulado “Petits problèmes”.
Seguido do filme A Pas de Loup (A pas de loup. Direção: Oliver Ringer,França/Bélgica, 2011. 77min).
28.03
19h
Turquoise, Léa Ornella Chemouni, Líbano, 4’18”
Nascida em Paris, em 1992, Léa Ornella Chemouni vive em Beirute e estuda cinema na ALBA (Academia Libanesa de Belas Artes).
Seguido do filme O guarda-chuva de Beatocello (L’Ombrello di Beatocello. Direção: Direção George Gachot. Suíça, 2012, 83 min, digital, documentário. Classificação: 12 anos).
21h
Saxifragues, Séverine Barde, Suíça, 4’21”
Depois de sua formação no IAD (Instituto de Artes e Design) de Bruxelas, Séverine Barde trabalhou como diretora de fotografia em muitos filmes, como “Garçon Stupide”, de Lionel Baier, “Luftbusiness”, de Dominique Rivaz, além de inúmeros documentários, vários em colaboração com Jean-Stéphane Bron. “Saxifrages” é sua segunda experiência como diretora.
Seguido do filme Monsieur Lazhar (Monsieur Lazhar. Direção: Phillippe Falardeau (Quebec), Québec-Canadá, 2012, 94min).
29.03
19h
L’homme est-il bon?, Basil da Cunha, Genebra/Suíça, 6’04”
Jovem realizador, Basil da Cunha estuda cinema na HEAD (Escola Superior de Artes e Design de Genebra). Já realizou vários curtas-metragens de sucesso. Recebeu o prêmio de melhor filme português em Vila Conde em 2010, que foi também selecionado pela Quinzena dos Realizadores em 2011. Em 2012 recebeu o prêmio Illy de curta-metragem, em Cannes, por seu filme “Os vivos também choram”.
Seguido do filme Contos da Noite 3D (Les Contes De La Nuit. Direção: Michel Ocelot, França, 2011, 84min, animação. Classificação: Livre).
21h
Não haverá projeção de curta antes da exibição do Café de Flore.
30.03
19h
Chemin Faisant, Georges Schwizgebel, Suíça, 4’14
Nascido em 1944 na Suíça, o cineasta é autor de uma obra notável. Grande virtuose, seu trabalho se caracteriza por uma abordagem narrativa lúdica e um formalismo espetacular, integrando elementos pictóricos e musicais. Recebeu inúmeros prêmios e teve varias retrospectivas consagradas à suas obras. “La course à l’abîme” é considerado pelos especialistas uma dos melhores filmes de animação de todos os tempos.
Seguido do filme Monsieur Lazhar (Monsieur Lazhar. Direção: Phillippe Falardeau (Quebec), Québec-Canadá, 2012, 94min).
21h
Saudade, Fabiana de Barros e Michel Favre, Suíça, 5’02”
Fabiana de Barros nasceu em São Paulo em 1957, é filha de uma das personalidades mais marcantes da fotografia e arte moderna brasileiras, Geraldo de Barros. Formada pela FAAP de São Paulo e Escola Superior de Artes Visuais de Genebra, ela prepara atualmente um livro sobre a obra de seu pai e trabalha em vários projetos de exposições no eixo São Paulo-Genebra.
Michel Favre nasceu em Genebra, em 1964, cineasta e fotógrafo, interessa-se pelos mecanismos da representação. Coordenador do Departamento de Cinema do real na HEAD (Escola Superior de Artes e Design de Genebra) desde 2006. Seu último filme “Si près si loin” (2012), realizado em colaboração com a artista suíça Carmen Perrin, será exibido neste Festival de Cinema da Francofonia, no CineSESC.
Seguido do filme Tão perto, Tão longe (Si Prés, Si Loin. Direção: Michel Favre, Suíça, 2012, 114min, documentário. Classificação: Livre).
23h
Le Nettoyeur, Morena Henke, 4’58”
Nasceu em Locarno, em 1988, Morena Henke iniciou seus estudos de cinema na universidade de Zurique, em seguida ingressou na HEAD (Escola Superior de Artes e Design de Genebra). Após realizar alguns curtas-metragens, a jovem cineasta trabalha atualmente em um documentário sobre a identidade nacional na Suíça.
Seguido do filme Tudo o que você tem (Tout ce que tu possèdes. Direção: Bernard Emond (Quebec), Quebec-Canadá, 2012, 91min. Classificação: 14 anos).
31.03
Não haverá projeção de curtas.
Programação completa no site: www.aliancafrancesa.com.br/francofonia2013/
Ou no site do CineSESC: http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?conjunto_id=10744
Série A Culpa é do Rousseau: http://lafautearousseau.com/
Divulgação:
Brasil Expressa Comunicação - Tel. 3871-0484 / 9 9634 3323
Contato: Dinah Sales de Oliveira - dinah.salles@gmail.com
www.brasilexpressa.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Expo On the Abbey Road

Releituras da famosa foto Abbey Road ocupam, no dia 2 de março, a galeria A CASA BRANCA, em São Paulo
Mostra, que terá entrada gratuita, será acompanhada de muita música e intervenções artísticas

A famosa foto em que os quatro integrantes do The Beatles atravessam a rua numa faixa de segurança, capa do disco mais vendido do The Beatles “Abbey Road”, é a inspiração para a exposição que toma conta do espaço ΛCΛSΛBRΛNCΛ, no dia 2 de março de 2013 (sábado), em São Paulo. A rua londrina, que dá nome ao álbum, intriga o mundo todo pelos mistérios que a capa do disco provocou e pelas centenas de teorias da conspiração que foram criadas, como a de que Paul McCartney estaria morto, vítima de um acidente de carro em 1966.
A mostra, que terá entrada gratuita, é 100% colaborativa – da concepção à realização – por meio do financiamento coletivo da plataforma de crowdsourcing itsNOON. A arrecadação de apoios vai até o dia 28/2 e quem quiser ainda pode colaborar pelo site http://itsnoon.net/projetos/117/descricao. Aqueles que apoiarem, dependendo da quantia doada, terão recompensas como postais e pôsteres.
Para a exposição, a genialidade musical da obra e a curiosa foto ofereceram a artistas de diversos estados brasileiros a inspiração para que fizessem suas releituras.
Os artistas foram curados pela plataforma da itsNOON, em que a produtora cultural Simoníssima promoveu a chamada criativa “Qual é a sua Abbey Road?”. Durante 45 dias, artistas de todo o país puderam enviar suas criações. Foram recebidas 138 obras de 74 artistas, das quais 20 foram escolhidas para compor a exposição.
As obras selecionadas, que vieram da Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal, demonstram a diversidade estética brasileira. “É a Abbey Road com ares brasileiros. Na exposição, teremos releituras feitas de colagens digital, ilustrações, personagens do filme Star Wars e até os Beatles na versão zumbi”, destaca Simoníssima.
Criada para durar apenas um dia, a mostra propõe, além da exposição das obras, muita música regada por remixes e mashups de seis diferentes DJ’s; performance de Luiz Ricas, que utilizará o Drawdio, uma espécie de lápis que produz sons a medida que as imagens são desenhadas; além de uma  videoinstalação da artista Aieda Freitas, que, com a ajuda da tecnologia, levará os  visitantes para um passeio pela Abbey Road.  

Faça download de imagens de algumas das obras em: http://www.sendspace.com/file/sy3hw5

Expo On the Abbey Road
Quando: 2 de março (sábado), das 17h às 22h
Onde: A CASA BRANCA – Rua Ministro de Gastão de Mesquita, 243 – Perdizes.
Informações: simonissima@gmail.com
Entrada Gratuita


PROGRAMAÇÃO
Exposição das obras “Como é a sua Abbey Road?”
17h às 22h

DJ’s - Set list em homenagem ao quarteto londrino
17h - 18h – Simoníssima (animadora cultural de boas festas)
18h - 18h30 – Camila Conti (diretora de arte rock n’roll)
18h30 - 19h – Mauricio Rodrigues (historiador com bom gosto musical)
19h30 - 20h - Luiz Ricas (músico e explorador da arte)
20h - 21h - Dj Alois (DJ da velha-guarda)
21h - 22h - Dj Ana Oda (music hunter)

Performance Drawdio (Luiz Ricas)
19h

Releitura audio-visual-interativa de Aieda Freitas
17h – 22h

Ingressos para o musical FOREVER KING OF POP começam a ser vendidos na segunda-feira, dia 25 de fevereiro

Único espetáculo no mundo sobre a vida de Michael Jackson aprovado
pela Jackson Family Foundation se apresenta dia 13 de abril, sábado,
no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Megaprodução tem mais
de 30 atores-cantores no elenco, orquestra ao vivo e 8 toneladas
de equipamentos de figurinos, som e luz


Homenagem ao cantor mais popular do mundo, o espetáculo musical FOREVER KING OF POP, dirigido pelo espanhol Carlos López, já foi visto por quase 1 milhão de pessoas em três continentes. No Brasil, a mega-produção faz única apresentação em São Paulo - dia 13 de abril, no Ginásio do Ibirapuera - e segue para turnê em outras capitais.

Os ingressos começam a ser vendidos segunda-feira, dia 25 de fevereiro, pelo site www.ingressorapido.com.brOs preços variam de R$ 60 (meia-entrada na arquibancada e superiores) a R$ 600 (inteira na cadeira premium).

Os atores protagonistas Fran Jackson e Manuel Alejandro Díaz Hernández interpretam Michael Jackson no espetáculo. Único brasileiro do elenco, Jean Paulo Campos (o Cirilo, da novela Carrossel - SBT) faz participação especial como Michael Jackson mirim.

Completando o elenco, 30 atores-cantores interpretam mais de 20 clássicos do artista com orquestra ao vivo, que costuram a biografia de Jackson em 2 horas e meia de show.  

Mais de oito toneladas de figurinos e equipamentos de som e luz reproduzem com fidelidade os efeitos dos clássicos shows do cantor. FOREVER KING OF POP é o único musical do mundo autorizado e apoiado pela Jackson Family Foundation, fundação oficial do patrimônio da família Jackson. A produção foi chancelada depois que o pai do cantor, Joe Jackson, assistiu a uma sessão na Europa e se impressionou com a atuação da companhia.

SERVIÇO
FOREVER KING OF POP. 

Gênero: Musical. Dia 13 de abril, sábado, às 20 horas no Ginásio do Ibirapuera. Rua Manoel Da Nóbrega, 1361 - Vila Mariana - São Paulo - SP. Capacidade: 9.500 lugares. Recomendação etária: livre. Duração: 150 minutos. Ingressos: R$ 60 (meia-entrada na arquibancada e superiores) a R$ 600 (inteira na cadeira premium) pela Ingresso Rápido a partir de segunda-feira, dia 25 de fevereiro.









MESTRES E DISCÍPULOS DA ARTE

Exposição discute como a relação entre os artistas e seus professores interferiu em suas produções. Obras pertencem ao acervo do MAB-FAAP e podem ser apreciadas a partir de amanhã (26)

Pedro Alexandrino, famoso por suas ‘naturezas-mortas’, ensinou a Tarsila do Amaral a arte do desenho e da pintura. A artista, que é figura central da pintura brasileira e da primeira fase do movimento modernista ao lado de Anita Malfatti, foi professora de Tuneu, que hoje se dedica ao magistério. Essa relação entre mestres e discípulos pode ser conferida na próxima exposição do Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB-FAAP). Gratuita, a mostra “Artes Visuais: experiência e transformação” abre ao público amanhã (26/02).

Compõem a exposição 51 obras do acervo do MAB-FAAP, entre pinturas e gravuras, produzidas por artistas de gerações diferentes que em algum momento tiveram seus caminhos cruzados, seja como mestre ou como discípulo. “A partir de Alexandrino, pontuamos por meio das obras momentos do século XX e da primeira década do século XXI. E vamos mostrar algumas das muitas relações possíveis: alguns artistas desenvolveram as propostas de seus mestres e outros tomaram caminhos totalmente opostos”, explica a curadora da exposição e diretora do MAB, profª Maria Izabel Branco Ribeiro.

A prof.ª Maria Izabel acrescenta que a exposição apresenta o mestre de várias formas, como aquele que foi professor em sala de  aula, o orientador em atelier ou o incentivador dedicado. “Alguns alunos, inclusive, se converteram em mestres e mantiveram em marcha o processo da arte, mostrando que a experiência não é só o conhecimento e sabedoria, mas a possibilidade de testar e propor transformações” esclarece.

Acervo

A obra ‘Natureza Morta’, de Pedro Alexandrino - em que o artista mostra a habilidade em trabalhar as texturas das frutas e os brilhos dos metais em contraste com as tonalidades do resto da composição – está na exposição.

A mostra apresenta também três obras representativas de momentos distintos de Tarsila do Amaral: ‘O Retrato de Oswald de Andrade (1923), com heranças de seu aprendizado com os cubistas; ‘O Sapo’ (1928), representativo do seu grande interesse na época pela cultura e aspectos do Brasil; e o ‘Retrato de Verinha, filha de Vera Vicente de Azevedo’ (1937), realizado em momento em que a atenção da artista se voltava para assuntos diversos, inclusive temas de fases anteriores.

O público poderá conferir ainda obras de Anita Malfatti, como o estudo feito para a obra "A Boba" (1915/16), pintura de expressionismo vigoroso, do tempo em que a pintora estudou nos Estados Unidos, e ‘Homem das 7 cores’ (1915/16), que integrou a exposição da Semana de Arte Moderna de 1922.

Estarão presentes ainda produções de Alberto Alexandre Martins, Aldo Bonadei, Alice Brill, Anatol Wladyslaw, Anna Letycia, Antonio Gomide, Arthur Luiz Piza, Axl Von Leskosche, Cássio Michalany, Charlotta Adlerová, Chen Kon Fang, Djanira da Mota e Silva, Emiliano Di Cavalcanti e Evandro Carlos Jardim.

Também integram a exposição obras de Feres Khoury, Georg Fischer Elpons, Hélio Vinci, Jandyra Waters, Jorge Mori, Laurita Salles, Lívio Abramo, Luise Weiss, Luiz Claudio Mubarac, Luiz Paulo Baravelli, Marcelo Grassmann, Marco Burti, Maria Bonomi, Maria Helena Vieira da Silva, Maria Tomaselli, Oswaldo Goeldi, Regina Katz, Samson Flexor, Tuneu, Wega Nery, Wesley Duke Lee e Yoshida Takaoka.

A exposição pode ser conferida de terça a sexta-feira, das 10h00 às 20h00, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h00 às 17h00. O MAB-FAAP é fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado. A entrada é gratuita e o agendamento de visitas educativas pode ser feito pelo telefone (11) 3662-7200.

Sobre o MAB-FAAP

Em 10 de agosto de 1961, com a mostra “Barroco no Brasil”, o Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB-FAAP) abriu suas portas ao público pela primeira vez. Desde então, tem abrigado exposições marcantes para a história da cultura do País. Sempre gratuitas, as mostras ressaltam tanto a arte e a cultura brasileira, como a arte internacional através de grandes exposições trazidas dos principais museus do mundo.  Desde 1995, a FAAP também realiza exposições em Brasília em parceria com importantes instituições, como a Presidência da República, o Ministério das Relações Exteriores, o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF), a Escola Superior do Ministério Público (ESMPU) e o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).


O Museu tem um acervo próprio de arte brasileira, que conta com cerca de 2.800 obras de arte a partir do final do século XIX, de autoria de 573 artistas, entre eles Anita Malfatti, Brecheret, Di Cavalcanti, Goeldi, Lasar Segall, Pancetti, Portinari, Volpi, Cícero Dias, Tomie Ohtake, Arcângelo Ianelli, Lygia Clark, Burle-Marx, entre outros. Um painel de vitrais de 230 metros quadrados também integra o acervo de obras do MAB-FAAP.


O Museu já foi contemplado com importantes prêmios do setor. O mais recente foi concedido em 2010 pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) às exposições ‘Memórias Reveladas’ e ‘Tékhne’.

Exposição “Artes Visuais: experiência e transformação”
Período: De 26/02/2013 a 30/06/2013
Horário: De terça a sexta-feira, das 10h00 às 20h00
Aos sábados, domingos e feriados, das 13h00 às 17h00
(Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado)
Local: MAB-FAAP  - Sala Annie Penteado           
Endereço: Rua Alagoas, 903 - Higienópolis
Informações:   (11) 3662-7198         
Visitas Educativas: (11) 3662-7200